Print Friendly

Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Presidente do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
***

O Brasil enfrenta sua pior crise política e econômica da história. Entretanto, engana-se quem pensa que o problema brasileiro é econômico. Fato é que, o maior de todos os problemas atuais do Brasil está na crise ética e moral que permeia a maioria dos setores nacionais. A cada dia, mais um político é denunciado por práticas de corrupção e o governo não consegue manter uma estabilidade para pensar caminhos de recuperação.

A Operação Lava Jato, de longe a maior ação contra a corrupção nacional, iniciou seus trabalhos de uma forma pequena e ganhou apoio da população. Em três anos, foram julgados 650 recursos decorrentes das investigações. Aliado a isso, a população brasileira não é mais indiferente aos escândalos políticos e cobra, cada vez mais, punição aos envolvidos.

Leia mais »

 
Print Friendly

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

Um guarda-chuva resguarda as pessoas da chuva ou do sol. No caso do sol, seria, propriamente: guarda-sol, para os homens; para as mulheres, sombrinha. Conhecido também como chapéu-de-chuva, chapéu-de-sol, chapéu, para-sol, para-chuva, umbela, barraca.

O papagaio Zé Carioca é retratado carregando um guarda-chuva e é identificado com o malandro carioca, sempre se safando dos problemas com esperteza. Até debaixo do guarda-chuva aberto, como no filme “Cantando na chuva”, se pode dançar. Elis Regina “dança na corda bamba, de sombrinha”. Mary Poppins usa um guarda-chuva mágico como paraquedas. O extinto Banco Nacional era conhecido como o banco do guarda-chuva.

Leia mais »

 
Print Friendly

daniel-medeiros2016Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor do Curso Positivo, trabalha com esse sonho há 32 anos
***

Quem levantou a hipótese foi o emérito historiador Hélio Silva: não foi um golpe o que ocorreu em 1964, mas um contragolpe. Segundo esta versão, Jango, no dia primeiro de maio, imporia uma reforma constitucional, instalando no país o que os militares chamavam de “república sindicalista”.

O comício da Central do Brasil, no dia 13 de março era um claro indício dessas intenções. O discurso na sede do automóvel Club, outra prova “irrefutável”. Os principais generais estavam de acordo: no dia 28, o marechal Denys reúne-se com o governador Magalhães Pinto (que depois tentou se vender como líder civil da “revolução”); pouco antes, no dia 20, o chefe do Estado Maior, Castelo Branco, faz circular um documento contendo severas críticas ao seu chefe, o presidente da República. No dia 31, o general Olímpio Mourão Filho precipita o movimento, em Juiz de Fora. Em São Paulo, supostamente após receber uma mala de dinheiro da Fiesp, o general Amaury Kruel apoia o movimento e sela o destino de João Goulart. A imprensa apoia, os governadores dos estados mais importantes, a classe média, os principais partidos políticos. No dia 4, em uma reunião tensa, os governadores “revolucionários” indicam Castelo Branco para a presidência interina. No dia 11, o general é eleito presidente pelo Congresso Nacional.  No seu discurso, promete cumprir a Constituição e devolver o país à normalidade democrática.  Antes, no dia 9, o “Comando Supremo da Revolução” impõe um Ato Institucional, dando ao futuro presidente seis meses de poderes extralegais para fazer uma “limpeza” no país.  Até outubro, quase 4.500 cidadãos seriam atingidos por esse ato.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics
Página 1 de 69212345...102030...Última »