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daniel-medeiros2016Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor do Curso Positivo, trabalha com esse sonho há 32 anos
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O próximo passo da escolarização é a desformatação das formas de ensinar. A ideia de que existe um conjunto de conteúdos a serem passados para os mais jovens para que eles sejam, também, capazes de reproduzi-los, há muito tempo não passa de um zumbi que atormenta corredores e salas de aula. O que o tempo presente e urgente exige é capacidade de enxergar o que não está dito, não está pronto, nunca testado.

E como deve ser o professor que vai protagonizar essa formação sem formas? Uma coisa é certa e pode ser dita: deve ser uma pessoa culta. A palavra culta como quer se entendida aqui, está relacionada à origem agrícola do termo. Culto de quem cultiva. Enterra a semente, rega, poda, impede que a erva daninha sufoque a planta, protege do sol e da chuva, colhe e frui. Uma pessoa culta é quem é capaz de fazer de uma criança uma árvore forte, de raízes profundas e frutas sadias e saborosas, portadoras de novas sementes.

Assim, o trabalho de quem cultiva torna-se meio viabilizador da imortalidade. O culto demonstra que não há um “eu” desvinculado de um projeto coletivo, sem um manejo do passado geral, da obra de outros cultos, de seus esforços e de seus frutos. A escola precisa resgatar os discursos de cultura, não somente o retrato de seus resultados. Não a fórmula apenas, mas a história de seu criador. Não a reprodução do quadro, mas o cenário de sua composição. Não a enredo do livro, mas as angústias de seu autor. Cultivar não é um ato mecânico e nem mesmo solitário. É uma obra do mundo. Leia mais »

 
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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Como pensar o papel do docente nos tempos atuais em que o aluno é diferente do que ele era há poucas décadas atrás? Ou seja, os educandos já não são os mesmos e tampouco o mundo nos quais os estudantes estão imersos é parecido com antes. Há poucas alternativas ao educador, a não ser se reconfigurar para não se tornar inócuo ou mesmo deixar de existir.

Há uma mudança drástica de foco em direção a privilegiar as chamadas competências metacognitivas, habilidades interdisciplinares, transversais ou socioemocionais. Entre as características metacognitivas, destaco, a título de ilustração, aprendizagem independente, solução de problemas complexos, perseverança, autocontrole emocional e cumprimento simultâneo de multitarefas em equipe. Tais predicados são especialmente relevantes em missões envolvendo pensamento crítico, capacidade analítica, uso do método científico, comunicação, colaboração, criatividade, empreendedorismo, empatia, cordialidade, respeito e gestão da informação e de emoções.

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Elsevier2Georgia Rivellino de Barros
Sr. Marketing Manager Elsevier Brazil
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A demanda pelo profissional de radiologia é crescente. A importância da especialização, juntamente a existência de diferentes realidades e oportunidades por parte de professores e estudantes traz a necessidade de dar ainda mais atenção à qualidade no ensino que habilita novos profissionais.

Para colaborar com o aprendizado e a monitoria dos estudantes de radiologia, existem no mercado assistentes de ensino virtual que oferecem um currículo consistente com a vida profissional. Essas ferramentas digitais permitem a análise de desempenho dos estudantes e residentes e o monitoramento contínuo do processo da aprendizagem.

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