Destaques
Facebook
Twitter
Print Friendly

Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
***

O Sistema de Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes), instituído por meio da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, foi um ganho para educação no Brasil. Antes, o que havia eram algumas experiências isoladas de avaliação em vez de um sistema nacional vigente, aplicado pelo Ministério da Educação (MEC) de forma universal que abrangesse todas as instituições públicas, privadas e comunitárias.

A introdução dessa política de avaliação na graduação, com critérios e indicadores, estimulou nas Instituições de Educação Superior (IES) a preocupação pela qualidade do ensino e a necessidade de profissionalização da gestão. Dados obtidos por meio de um sistema público determinam parâmetros nacionais e internacionais para que a instituição tenha um ponto de partida para identificar o que deve ser aperfeiçoado e para planejar suas ações com esse foco.

Leia mais »

 
Print Friendly

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

Através da mídia, falada e escrita, jornais, revistas, redes sociais, o noticiário hoje em dia tem dado ênfase à política. Infelizmente, porém, acompanhado do nada se fez, nada se faz, nada se faça, nada se fará sem propina e sem fome de cargos. Não existe representatividade, senão representatividade corporativa.

O povo é uma sombra, embora acolhedora, pois é árvore que dá cobertura aos gastos públicos diante do pedestal do foro privilegiado. A democracia deixou de ser divisa de um partido sequer. Não há pureza de intenções, muito menos vontade de atender às necessidades da população, que vive se virando ou se vira para sobreviver ou se vira como pode. A corrupção tomou conta. Os políticos não abrem mão de privilégios por eles mesmos aprovados. Difícil passar o país a limpo. Para piorar a situação, burocracia, tributação escorchante, inflação, proliferação de taxas.

Leia mais »

 
Print Friendly

Ana SuyAna Suy Sesarino
Psicóloga, professora do UniBrasil Centro Universitário e doutoranda em psicanálise
***

Toda pessoa viva já pensou na morte. Pensar na morte faz parte da vida. O que diferencia alguém vivo de alguém morto é que o vivo ainda não morreu. Vida e morte são coisas claramente separadas, apenas nas palavras. Viver é morrer um pouco a cada dia. Morrer é parar de morrer. Uma vez, uma aluna minha, do curso de psicologia, disse que o “problema da vida” é que a gente já nasce morrendo. Assim, pensar na morte, faz parte da nossa constituição psíquica. É normal, não tem nada de errado com quem pensa na morte. Porém, a gente não pensa na morte de modo uniforme, ao longo de toda a vida. Se tem um tempo onde é mais comum pensar na morte, esse tempo, certamente, é a adolescência.

Isso porque, na primeira infância, a gente vive como se fosse objeto do outro. “Sou da mamãe”, “sou do papai”, “sou da dinda”, dizem os bordados nos macacões e babadores que os bebês usam. Quer dizer, somos do outro. É no fim da infância e no começo da adolescência que vamos tomando posse do nosso corpo. É só aí que vamos entendendo, (inconscientemente, porque geralmente não percebemos que pensamos nisso) que nós pertencemos a nós mesmos. Se por um lado isso pode ser libertador, pois “se sou de mim mesmo, posso fazer o que eu quiser da minha vida” – por outro lado, isso pode ser vivido como pura angústia: “não sou de ninguém, então, não há ninguém por mim”.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics
Página 1 de 68212345...102030...Última »