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Sobre : Outros-Autores

Nome Completo: Outros Autores
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Detalhes: Coletânea de artigos de diversos autores.

Artigos do(a) Outros-Autores:

    Ana SuyAna Suy Sesarino
    Psicóloga, professora do UniBrasil Centro Universitário e doutoranda em psicanálise
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    Toda pessoa viva já pensou na morte. Pensar na morte faz parte da vida. O que diferencia alguém vivo de alguém morto é que o vivo ainda não morreu. Vida e morte são coisas claramente separadas, apenas nas palavras. Viver é morrer um pouco a cada dia. Morrer é parar de morrer. Uma vez, uma aluna minha, do curso de psicologia, disse que o “problema da vida” é que a gente já nasce morrendo. Assim, pensar na morte, faz parte da nossa constituição psíquica. É normal, não tem nada de errado com quem pensa na morte. Porém, a gente não pensa na morte de modo uniforme, ao longo de toda a vida. Se tem um tempo onde é mais comum pensar na morte, esse tempo, certamente, é a adolescência.

    Isso porque, na primeira infância, a gente vive como se fosse objeto do outro. “Sou da mamãe”, “sou do papai”, “sou da dinda”, dizem os bordados nos macacões e babadores que os bebês usam. Quer dizer, somos do outro. É no fim da infância e no começo da adolescência que vamos tomando posse do nosso corpo. É só aí que vamos entendendo, (inconscientemente, porque geralmente não percebemos que pensamos nisso) que nós pertencemos a nós mesmos. Se por um lado isso pode ser libertador, pois “se sou de mim mesmo, posso fazer o que eu quiser da minha vida” – por outro lado, isso pode ser vivido como pura angústia: “não sou de ninguém, então, não há ninguém por mim”.

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    Celso KlammerCelso Klammer
    Doutor em Educação e coordenador do Programa de Formação Docente da Universidade Positivo
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    Perceber a presença da ideologia no livro didático é detectar também esta  presença em qualquer aspecto da vida humana. Como diria o velho Gramsci, filósofo italiano, “viver significa tomar partido. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário”. Ou seja, precisamos ter clareza do conjunto de ideias que dão sustentação à nossa forma de pensar, de sentir e de agir porque a nossa consciência é construída a partir de discursos assimilados no conjunto de todas as relações sociais. São estes aspectos que dão um direcionamento às nossas mais diferentes concepções de mundo, sejam sobre religião, família, estética, educação, ensino ou livro didático.

    Contudo, para compreender melhor estas questões, é preciso resgatar, ainda que brevemente, o conceito de ideologia que, segundo Karl Marx (1818-1883), possui a função de ocultar a verdadeira realidade. Considerando esta abordagem, precisamos entender agora sobre a função do livro didático. Em primeiro lugar, ele precisa ser entendido como parte da história cultural da nossa civilização. Em segundo lugar, ele é o objeto do processo de ensino e aprendizagem e, nesse contexto, há vários sujeitos: o autor, o editor, a escola e,  sobretudo, os professores e alunos. É impossível que a ação destes sujeitos na produção e na relação com o livro didático seja neutra ou isenta de valores, crenças e opiniões. Como afirma o pesquisador Charrtier, “não existe nenhum texto fora do suporte que o dá a ler, que não há compreensão de um escrito, qualquer que ele seja, que não dependa das formas através das quais ele chega ao seu leitor”.

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    Luiz Fernando SchibelbainLuiz Fernando Schibelbain
    Diretor do Centro de Línguas Positivo e do Projeto Positivo English Solution (PES) da Editora Positivo
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    Com a globalização, acessos internacionais facilitados e a possibilidade de estudo, trabalho e lazer envolvendo a língua inglesa, esta deixa de ser ‘língua estrangeira’ e se torna ‘língua franca’, ou seja, idioma universal para comunicação entre povos. Transitar por duas línguas sem tropeços na fala, compreensão, leitura e escrita é um ativo valioso para cidadãos do século 21, ainda mais se uma dessas línguas for o inglês. Esse idioma facilita e estreita o acesso à carreira profissional e a áreas acadêmicas, validando o currículo de profissionais atuantes em inúmeras áreas.

    No Brasil, aprender inglês ainda é visto como tarefa de escolas de idiomas, mas isso tem mudado nos últimos anos. Há colégios que são capazes de promover o aprendizado de inglês com sucesso durante o período de aulas, levando os alunos a atingirem excelentes níveis de proficiência, validados por certificações internacionais. É durante a fase escolar, de 4 a 14 anos de idade, que aprender outra língua é menos desafiador do que na fase adulta, pois o cérebro está mais propenso a aceitar de forma natural um novo idioma: seus sons, seu vocabulário e sua gramática.

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