Sobre : Outros-Autores

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Detalhes: Coletânea de artigos de diversos autores.

Artigos do(a) Outros-Autores:

    daniel-medeiros2016Daniel Medeiros
    Doutor em Educação Histórica pela UFPR
    Professor do Curso Positivo, trabalha com esse sonho há 32 anos
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    Quem levantou a hipótese foi o emérito historiador Hélio Silva: não foi um golpe o que ocorreu em 1964, mas um contragolpe. Segundo esta versão, Jango, no dia primeiro de maio, imporia uma reforma constitucional, instalando no país o que os militares chamavam de “república sindicalista”.

    O comício da Central do Brasil, no dia 13 de março era um claro indício dessas intenções. O discurso na sede do automóvel Club, outra prova “irrefutável”. Os principais generais estavam de acordo: no dia 28, o marechal Denys reúne-se com o governador Magalhães Pinto (que depois tentou se vender como líder civil da “revolução”); pouco antes, no dia 20, o chefe do Estado Maior, Castelo Branco, faz circular um documento contendo severas críticas ao seu chefe, o presidente da República. No dia 31, o general Olímpio Mourão Filho precipita o movimento, em Juiz de Fora. Em São Paulo, supostamente após receber uma mala de dinheiro da Fiesp, o general Amaury Kruel apoia o movimento e sela o destino de João Goulart. A imprensa apoia, os governadores dos estados mais importantes, a classe média, os principais partidos políticos. No dia 4, em uma reunião tensa, os governadores “revolucionários” indicam Castelo Branco para a presidência interina. No dia 11, o general é eleito presidente pelo Congresso Nacional.  No seu discurso, promete cumprir a Constituição e devolver o país à normalidade democrática.  Antes, no dia 9, o “Comando Supremo da Revolução” impõe um Ato Institucional, dando ao futuro presidente seis meses de poderes extralegais para fazer uma “limpeza” no país.  Até outubro, quase 4.500 cidadãos seriam atingidos por esse ato.

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    Elsevier2Georgia Barros
    Gerente de marketing sênior da Elsevier
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    Sem dúvida que o principal desafio da saúde hoje é fazer o máximo em menos tempo e oferecer qualidade superior de atendimento. Em um setor onde a eficiência é palavra de ordem, a tecnologia tem tido um impacto significativo e benéfico nos resultados de saúde. Contudo, por si só não é suficiente. As informações estão se expandindo rapidamente e o acesso à informação clínica correta e atualizada no aprendizado é essencial.

    Nesse contexto, as ferramentas de apoio à decisão clínica (Clinical Decision Support, no inglês) são de grande importância. Elas permitem fornecer conteúdos atualizados e de primeira linha, que cobrem a maior parte dos currículos universitários. Também facilitam o acesso a todos os recursos para todos os alunos da mesma forma, com apenas um clique, colaborando com o desenvolvimento do pensamento crítico e na qualificação dos futuros médicos do país.

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    Elsevier4Caroline Rothmuller
    Gerente de Segmento de Educação no Brasil da Elsevier
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    Entre as opções para um futuro sustentável e inovador na área de educação está a utilização de soluções digitais de conteúdo que ajudam instituições, aluno, professores e outros profissionais a ter acesso aos melhores materiais, de qualquer lugar e a qualquer hora, de maneira prática e otimizada.

    Alia-se a essa necessidade a mudança de paradigmas das novas gerações, aqueles que hoje sentam às cadeiras das Universidades. O tempo mais escasso para estudar, a necessidade de acessar conteúdos de diversos lugares e em horários diferentes, a preferência por meios eletrônicos, como celulares e tablets. Essas são características importantes que as instituições de ensino não podem ignorar.

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