Arquivo da categoria ‘Sem categoria’

Print Friendly

Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
***

“Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, porque simplesmente serão governados por aqueles que gostam”. (Platão)

Sem a pretensão de esgotar assunto tão delicado, multifacetado, espinhoso e polêmico, permito-me tentar dar um fecho ao tema abordado na tríade dos meus últimos artigos – “Educar para votar conscientemente” (18/4), “A Operação Lava Jato mostra que o Brasil precisa mudar” (25/4), “Estamos com problemas (e precisamos de soluções)” (2/5). Todos relacionados ao projeto “VOTA CERTO, BRASIL”.

Quando um cidadão é ainda capaz de revoltar-se com os abusos da classe política, a democracia, para ele, tem algum sentido, pois sua revolta mantém acesa a chama da mudança. Mas para onde nosso povo pode seguir se no retrovisor vê apenas coisas que o envergonham e, pela frente, o futuro é motivo de incredulidade?

Leia mais »

Avaliar
Print Friendly

Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
***

Já se tornou lugar comum os relatos sobre a precariedade da educação como um dos principais problemas do Brasil. Esta opinião não se refere apenas a determinadas regiões, mas ao país como um todo. A educação é um dos setores fundamentais, em qualquer nação, para se elevar as competências técnicas de diversas áreas que podem ajudar a diversificar a economia e a desenvolver o país.

Por várias vezes, já citei que investir em educação é a única forma de tornar o Brasil um país desenvolvido. Sem ela é impossível manter uma economia em pleno desenvolvimento. A necessidade de alcançarmos uma educação de qualidade para todos é consenso entre a sociedade brasileira. Entretanto, para que isso aconteça, o setor precisa ter prioridade não apenas nos discursos de políticos durante suas campanhas.

Leia mais »

Avaliar
Print Friendly

Celso KlammerCelso Klammer
Doutor em Educação e coordenador do Programa de Formação Docente da Universidade Positivo
***

Perceber a presença da ideologia no livro didático é detectar também esta  presença em qualquer aspecto da vida humana. Como diria o velho Gramsci, filósofo italiano, “viver significa tomar partido. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário”. Ou seja, precisamos ter clareza do conjunto de ideias que dão sustentação à nossa forma de pensar, de sentir e de agir porque a nossa consciência é construída a partir de discursos assimilados no conjunto de todas as relações sociais. São estes aspectos que dão um direcionamento às nossas mais diferentes concepções de mundo, sejam sobre religião, família, estética, educação, ensino ou livro didático.

Contudo, para compreender melhor estas questões, é preciso resgatar, ainda que brevemente, o conceito de ideologia que, segundo Karl Marx (1818-1883), possui a função de ocultar a verdadeira realidade. Considerando esta abordagem, precisamos entender agora sobre a função do livro didático. Em primeiro lugar, ele precisa ser entendido como parte da história cultural da nossa civilização. Em segundo lugar, ele é o objeto do processo de ensino e aprendizagem e, nesse contexto, há vários sujeitos: o autor, o editor, a escola e,  sobretudo, os professores e alunos. É impossível que a ação destes sujeitos na produção e na relação com o livro didático seja neutra ou isenta de valores, crenças e opiniões. Como afirma o pesquisador Charrtier, “não existe nenhum texto fora do suporte que o dá a ler, que não há compreensão de um escrito, qualquer que ele seja, que não dependa das formas através das quais ele chega ao seu leitor”.

Leia mais »

Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics
Página 1 de 912345...Última »