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Celso KlammerCelso Klammer
Doutor em Educação e coordenador do Programa de Formação Docente da Universidade Positivo
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Perceber a presença da ideologia no livro didático é detectar também esta  presença em qualquer aspecto da vida humana. Como diria o velho Gramsci, filósofo italiano, “viver significa tomar partido. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário”. Ou seja, precisamos ter clareza do conjunto de ideias que dão sustentação à nossa forma de pensar, de sentir e de agir porque a nossa consciência é construída a partir de discursos assimilados no conjunto de todas as relações sociais. São estes aspectos que dão um direcionamento às nossas mais diferentes concepções de mundo, sejam sobre religião, família, estética, educação, ensino ou livro didático.

Contudo, para compreender melhor estas questões, é preciso resgatar, ainda que brevemente, o conceito de ideologia que, segundo Karl Marx (1818-1883), possui a função de ocultar a verdadeira realidade. Considerando esta abordagem, precisamos entender agora sobre a função do livro didático. Em primeiro lugar, ele precisa ser entendido como parte da história cultural da nossa civilização. Em segundo lugar, ele é o objeto do processo de ensino e aprendizagem e, nesse contexto, há vários sujeitos: o autor, o editor, a escola e,  sobretudo, os professores e alunos. É impossível que a ação destes sujeitos na produção e na relação com o livro didático seja neutra ou isenta de valores, crenças e opiniões. Como afirma o pesquisador Charrtier, “não existe nenhum texto fora do suporte que o dá a ler, que não há compreensão de um escrito, qualquer que ele seja, que não dependa das formas através das quais ele chega ao seu leitor”.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Albert Einstein (1879-1955) para enfatizar que educar transcendia o simples ensinamento de conteúdos, dizia: “educação é aquilo que fica depois que esquecemos o que nos foi ensinado”. No século passado, suas palavras premonitórias antecipavam algo que atualmente torna-se evidente e indispensável para entender o mundo contemporâneo.

Os alunos de hoje são diferentes do que eram há poucas décadas atrás. Além deles já não serem os mesmos, tampouco o mundo nos quais eles estão imersos é similar a antes. Consequentemente, as exigências para um futuro profissional ter sucesso diferem bastante do passado recente. Portanto, a questão central diz respeito às principais novas competências e habilidades a serem promovidas nos estudantes, tal que os formandos enfrentem com sucesso os desafios atuais.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Empédocles de Agrigento, na Sicília, por volta do século V a.C., criou a teoria dos quatro elementos, raízes primitivas de todos os seres, água, ar, terra e fogo, explicação aceita por quase 2000 anos.

Panelas fervendo no fogo dão vida a uma cozinha. Sobretudo se for num fogão a lenha. Verdade é que muitas pessoas por esse mundo afora não cozinham porque não têm o que cozinhar. Por isso, tanta gente passa fome. Do estudo da Geografia, infelizmente, há de constar este item: “Geografia da Fome”, título de livro de Josué de Castro. E, a cada dia, mais gente ‘panha’ fome no mundo.

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