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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Através da mídia, falada e escrita, jornais, revistas, redes sociais, o noticiário hoje em dia tem dado ênfase à política. Infelizmente, porém, acompanhado do nada se fez, nada se faz, nada se faça, nada se fará sem propina e sem fome de cargos. Não existe representatividade, senão representatividade corporativa.

O povo é uma sombra, embora acolhedora, pois é árvore que dá cobertura aos gastos públicos diante do pedestal do foro privilegiado. A democracia deixou de ser divisa de um partido sequer. Não há pureza de intenções, muito menos vontade de atender às necessidades da população, que vive se virando ou se vira para sobreviver ou se vira como pode. A corrupção tomou conta. Os políticos não abrem mão de privilégios por eles mesmos aprovados. Difícil passar o país a limpo. Para piorar a situação, burocracia, tributação escorchante, inflação, proliferação de taxas.

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Ana SuyAna Suy Sesarino
Psicóloga, professora do UniBrasil Centro Universitário e doutoranda em psicanálise
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Toda pessoa viva já pensou na morte. Pensar na morte faz parte da vida. O que diferencia alguém vivo de alguém morto é que o vivo ainda não morreu. Vida e morte são coisas claramente separadas, apenas nas palavras. Viver é morrer um pouco a cada dia. Morrer é parar de morrer. Uma vez, uma aluna minha, do curso de psicologia, disse que o “problema da vida” é que a gente já nasce morrendo. Assim, pensar na morte, faz parte da nossa constituição psíquica. É normal, não tem nada de errado com quem pensa na morte. Porém, a gente não pensa na morte de modo uniforme, ao longo de toda a vida. Se tem um tempo onde é mais comum pensar na morte, esse tempo, certamente, é a adolescência.

Isso porque, na primeira infância, a gente vive como se fosse objeto do outro. “Sou da mamãe”, “sou do papai”, “sou da dinda”, dizem os bordados nos macacões e babadores que os bebês usam. Quer dizer, somos do outro. É no fim da infância e no começo da adolescência que vamos tomando posse do nosso corpo. É só aí que vamos entendendo, (inconscientemente, porque geralmente não percebemos que pensamos nisso) que nós pertencemos a nós mesmos. Se por um lado isso pode ser libertador, pois “se sou de mim mesmo, posso fazer o que eu quiser da minha vida” – por outro lado, isso pode ser vivido como pura angústia: “não sou de ninguém, então, não há ninguém por mim”.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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O analfabeto político é tão burro que se orgulha dizendo que odeia política. O imbecil não sabe que, da sua ignorância política, surge o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. (Bertold  Brecht)

Sempre aos sábados penso sobre o conteúdo do artigo a ser publicado no blog na terça-feira seguinte. Desta vez, me veio a dúvida sobre o que escrever: prosseguir com minha convicção sobre o valor das redes de compartilhamento como movimento de aprimoramento educacional; divulgar a criatividade como estratégia de ter ideias para resolver problemas intrincados; comentar o noticiário da mídia sobre a roubalheira nacional ou responder a um amigo que retornou ao Brasil depois de trinta anos de Europa cobrando uma posição do Ensino Superior Particular a respeito dos dissabores do país.

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