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daniel-medeiros2016Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor do Curso Positivo, trabalha com esse sonho há 32 anos
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O neurologista português Antônio Damásio, na obra “Espinosa tinha razão”, organiza uma série de questões preliminares sobre a pergunta quem somos nós: “A mente e o corpo são duas coisas diferentes ou formam apenas uma? Se eles não são semelhantes, atribuem-se a duas substâncias diversas ou a uma só? Se são duas substâncias, a da mente vem em primeiro lugar e é a causa da existência do corpo e do cérebro, ou bem a substância corporal vem primeiro e seu cérebro causa a mente? Como essas substâncias interagem?” Penso nessas perguntas todas enquanto minha timeline pipoca com notícias sobre adolescentes se mutilando e se matando como se o corpo fosse um item descartável de uma mente que continuará para vibrar com os likes sobre sua própria aventura. Ah, se tivessem lido Espinosa…

Especialistas de todos os gêneros debruçam-se avidamente sobre o “problema”, como se gente se matando ao longo da História fosse uma raridade soterrada pelos escombros da barbárie de um passado distante e que só agora volta para nos assombrar. Pois não é. Só no Brasil, a cada hora, uma pessoa se mata. Para de respirar. Interrompe o processo vital. Inicia o processo de deterioração sem volta. E o que será que leva tanta gente a optar por esta forma de deixar de viver? Isso considerando os que optaram.

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Ivo CarraroIvo Carraro
Orientador educacional do Curso Positivo
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Dois em cada dez universitários que superaram o vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desistem do curso após dois anos – mesmo tendo deixado para trás outros 45 mil concorrentes em uma das provas mais concorridas do país. A razão está na escolha errada do curso e na insatisfação gerada por optar por uma formação/profissão que não desperte prazer. Os números são altos, já que afetam 20% do total de aprovados do principal vestibular do Paraná, e podem ser reduzidos com mais atenção à orientação profissional dos jovens.

Profissionais bem-sucedidos, independentemente da área escolhida, têm algo em comum: todos gostam do que fazem. Opino com convicção, porque fui a campo para investigar as razões que levam médicos, engenheiros e advogados a se tornarem reconhecidos em suas áreas de atuação. A resposta: é como se todos conseguissem um casamento entre a profissão e o desenvolvimento de suas áreas da inteligência – as mais exigidas para a área de trabalho – ao longo da vida.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As grandes mudanças requerem o empenho das massas ou o amadurecimento de muitas décadas e às vezes séculos. Mas na nossa mente terá valor se forem sinceras e, como grãos de sementes de mostarda se espalharem, sem esperar reconhecimento ou consenso, apenas reflexão”. (Do livro “A Era do Imprevisto: A Grande Transição do Século 21”, de Sérgio Abranches)

Em relação ao meu artigo “Educar para votar conscientemente“, publicado na semana passada no Blog da ABMES, propus que, para mudar o perfil da representação política no Congresso Nacional, deveríamos começar pela educação. O objetivo seria mostrar à juventude brasileira a importância de votar bem para construir o grande país que toda a nação almeja e a possibilidade de a ABMES desenvolver o projeto VOTA CERTO BRASIL para viabilizar este propósito.

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