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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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A República Federal da Alemanha é constituída por dezesseis estados, sendo um deles formado pela região de Berlim, com seus quase quatro milhões de habitantes. Cada estado é responsável pelo seu respectivo sistema de ensino, contando com razoável autonomia. Antecedendo o nível Primário, a maior parte das crianças atende ao Kindergarten, em duas etapas. O Kinderkrippe, correspondente à creche, até os três anos de idade, seguido pela pré-escola.

Aos seis anos o aluno começa o Primário, o qual dura de quatro a seis anos, a depender do estado. No nível Secundário, com duração de seis anos, há, em geral, quatro caminhos: Hauptschule, Realschule, Gesamtschule e Gymnasium.  A rota do Gymnasium é a mais exigente e concorrida, a qual prepara para a Universidade.

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Celso KlammerCelso Klammer
Doutor em Educação e coordenador do Programa de Formação Docente da Universidade Positivo
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Perceber a presença da ideologia no livro didático é detectar também esta  presença em qualquer aspecto da vida humana. Como diria o velho Gramsci, filósofo italiano, “viver significa tomar partido. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário”. Ou seja, precisamos ter clareza do conjunto de ideias que dão sustentação à nossa forma de pensar, de sentir e de agir porque a nossa consciência é construída a partir de discursos assimilados no conjunto de todas as relações sociais. São estes aspectos que dão um direcionamento às nossas mais diferentes concepções de mundo, sejam sobre religião, família, estética, educação, ensino ou livro didático.

Contudo, para compreender melhor estas questões, é preciso resgatar, ainda que brevemente, o conceito de ideologia que, segundo Karl Marx (1818-1883), possui a função de ocultar a verdadeira realidade. Considerando esta abordagem, precisamos entender agora sobre a função do livro didático. Em primeiro lugar, ele precisa ser entendido como parte da história cultural da nossa civilização. Em segundo lugar, ele é o objeto do processo de ensino e aprendizagem e, nesse contexto, há vários sujeitos: o autor, o editor, a escola e,  sobretudo, os professores e alunos. É impossível que a ação destes sujeitos na produção e na relação com o livro didático seja neutra ou isenta de valores, crenças e opiniões. Como afirma o pesquisador Charrtier, “não existe nenhum texto fora do suporte que o dá a ler, que não há compreensão de um escrito, qualquer que ele seja, que não dependa das formas através das quais ele chega ao seu leitor”.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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O analfabeto político é tão burro que se orgulha dizendo que odeia política. O imbecil não sabe que, da sua ignorância política, surge o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. (Bertold  Brecht)

Sempre aos sábados penso sobre o conteúdo do artigo a ser publicado no blog na terça-feira seguinte. Desta vez, me veio a dúvida sobre o que escrever: prosseguir com minha convicção sobre o valor das redes de compartilhamento como movimento de aprimoramento educacional; divulgar a criatividade como estratégia de ter ideias para resolver problemas intrincados; comentar o noticiário da mídia sobre a roubalheira nacional ou responder a um amigo que retornou ao Brasil depois de trinta anos de Europa cobrando uma posição do Ensino Superior Particular a respeito dos dissabores do país.

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