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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Todo dia, escolher a roupa que se vai vestir. Esta ou aquela. Se guarda o dinheiro ou se gasta na onda do consumismo. Se faço ginástica ou se deixo de fazer. Aceito as pessoas e as coisas como elas são. Ou não. Entro em conflito comigo mesmo e com os outros. Você decide. Ou vejo o sol se pôr ou me instalo na poltrona para ver novela. Ou levo a vida ou deixo a vida me levar. Ou as duas coisas. Ou só penso em dinheiro ou tenho dele um conceito utilitário. Ou valorizo a vida ou pouco vou me lixando para medidas de segurança. Mas também não reclame das consequências. Estamos vivendo de tragédias anunciadas. Ou estou me lixando para a opinião pública Ou não. Vale o meio termo? Ou espero a tempestade passar ou aprendo a dançar na chuva! Você não pode mudar o vento. Ou você cede à fúria do vento ou tenta ajustar as velas do barco.

Viver é arte maior. Mas ninguém escolhe viver. A vida, então, não é, propriamente, feita de escolhas: está posta aí, como um desafio permanente. Dr. Mohamad Barakat, em “Ressignificando sua vida”, define desafio como ferramenta, “algo mais que vai servir de força motriz para você evoluir”. Ressignificar: dar novo significado a; desafio: do latim, disfidere, renunciar à própria fé (dis + fides). Disfida, em italiano. Evoluiu para ‘desafiar’.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo e membro do Conselho Estadual de Educação
Foi professor e diretor da UFPR e PUCPR
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Aqueles que desenvolvem adequadamente as chamadas soft skills (habilidades comportamentais) duplicam seu rendimento nas hard skills (habilidades técnicas), aponta um estudo desenvolvido pela McKinsey & Company, renomada consultoria empresarial americana. Em outras palavras, os desempenhos escolar, acadêmico e profissional são potencializados pelas habilidades socioemocionais como criatividade, pensamento crítico, empatia, afeto, tolerância, colaboração, resiliência, positividade, liderança, comunicação interpessoal, gestão do tempo, resolução de problemas, etc.

Deste modo, não foi coincidência quando na atmosfera de bits e bytes do Vale do Silício – onde estivemos há poucos meses em visita oficial a nove empresas que desenvolvem conteúdos e produtos educacionais – a expressão mais ouvida por nós foi soft skills. O recado é eloquente em meio a tanta tecnologia: o desenvolvimento cognitivo é importante, porém o ambiente abundante em habilidades socioemocionais traz produtividade, felicidade e inovação. De fato, o Silicon Valley é apontado por pesquisas como a região dos EUA mais feliz para se trabalhar, detém o menor índice de criminalidade e tem maior diversidade étnica – cerca de 40% dos que lá trabalham provêm de mais de 60 países.

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Niube Ruggero
Consultora Educacional 
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No Brasil temos aquela tradição de Lei que “pega” e Lei que “não pega”. Na área educacional estamos vivendo esse momento. Em 2015, o Conselho Nacional de Educação – CNE aprovou a Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Essa orientação deveria entrar em vigor no prazo de até 2 anos. Pois bem, a cada ano, novamente vivemos a tensão de prorrogação por mais um ano.

Será que a Portaria No. 1.095 de 25 de outubro de 2019, que dispõe sobre a expedição e o registro de diplomas de cursos superiores de graduação no âmbito do sistema nacional de ensino viverá essa “tradição”?

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