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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Fazer uma tempestade num copo d’água. A mídia é dada a isso, principalmente através de manchetes sensacionalistas. TV e cinema também costumam fazer sensacionalismos, de tal maneira que o público se sinta atraído. O governo também. Cria obstáculos, propositadamente de caráter burocrático protelatório, em situações de solução simples. A propaganda partidária, idem. Ao deixar o ouvinte encantoado, o partido político apresenta-se como quem amaina a tempestade por encanto. Quando, na verdade, as ideias inteligentes são simples. Faz-se uso de retórica, no sentido de discurso de forma primorosa, porém vazio de conteúdo. As verdadeiras tragédias, como uma cratera em plena rodovia, são minimizadas, atribuídas às chuvas, ao projeto de duplicação que está sendo elaborado… Além disso, é feita manutenção periódica. Sempre o mesmo discurso. Para altos salários e benesses a mancheias sempre há verba.

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Valmor BolanValmor Bolan
Doutor em Sociologia
Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá
Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC
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Passado o carnaval, os cristãos celebram o tempo da Quaresma, período propício para a oração, a esmola e o jejum, que se faz necessários para uma melhor vida espiritual. São quarenta dias de preparação para a festa da Páscoa, lembrando ainda os quarenta dias em que Jesus passou no deserto.

É um tempo, portanto, para uma purificação interior, que permita uma renovação capaz de fazermos com que vivamos o ano com mais graças. Com essa disposição, os cristãos procuram fazer da Quaresma um tempo de conversão para uma vida melhor, em todos os sentidos.

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Urias Barbosa
Consultor da Hoper Educação
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Os novos instrumentos de avaliação impactaram as Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil. As mudanças são expressivas e alteram o panorama de avaliação. Antes da publicação e divulgação dos novos instrumentos, os representantes do INEP e do MEC apontavam para uma mudança de perspectiva na medida em que consideravam os antigos instrumentos frágeis e conflitantes com a realidade do ensino superior no país.

As mudanças, de fato, ocorreram. E se uma primeira leitura pode indicar uma avaliação mais subjetiva, uma segunda, terceira e quarta leitura provocam a percepção de que o processo de avaliação vai exigir maior qualidade na oferta e no desempenho dos cursos. Enquanto o antigo instrumento destaca uma educação direcionada ao ensino, o novo instrumento converge para uma educação orientada à aprendizagem. Essa alteração é extremamente benéfica aos estudantes e às IES.

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