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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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A mãe de Laura começou a falar para ela sobre a crônica que eu havia escrito: “O mundo adulto das crianças” – na qual Elisa, minha netinha, e Laura são protagonistas. Primeiro, segundo descrição da própria mãe, Laura olhou para ela ‘mega’ assustada: – “Mamãe!!! O que é crônica?” A mãe de Laura conseguiu dar uma boa explicação dizendo que essa era uma historinha sobre ela, Laura, e Elisa. Leu a crônica, Laura bateu palmas, deu risada e a leitura teve que ser repetida várias vezes. No dia seguinte, Laura acordou e foi logo falando: – O livro do vovô Antônio tem uma página só? Que tal ler hoje a outra página? E cheguei à conclusão de que uma garotinha de três anos estava a definir crônica: “um livro de uma página só”. As crônicas comumente são publicadas em jornais e revistas. Em alguns casos, são depois reunidas em livros. Vovô Antônio já tem um livro de crônicas publicado. Agora o plano é reunir crônicas em livro eletrônico.

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Valmor BolanValmor Bolan
Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária
Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC
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Os pais têm o dever de ser os primeiros educadores dos filhos, daí toda atenção no sentido de dar aos filhos a motivação para o estudo, desde cedo, criando para isso o melhor ambiente em casa. Pois quando os filhos se sentem estimulados pelos pais, certamente terão melhor progresso na escola.

Há muitos casos inclusive de pais que são os primeiros a alfabetizarem os filhos. Nesse sentido, há iniciativas que valorizam o ambiente em casa para a melhor formação. Hoje, inclusive, crescem no País bem-sucedidas experiências de homescooling, comprovando que é possível, sim, que os filhos recebam em casa uma boa educação, em todos os aspectos. Para isso, os pais devem se informar e se aprimorar, e encontrar meios para garantir aos filhos o acesso ao conhecimento, não apenas às informações (hoje muitas delas facilmente obtidas pela internet), mas aos princípios e valores que formam a pessoa como um todo, como um ser humano ético e criativo.

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Bárbara Gionco Cano
Professora de Ciências no Colégio Marista Londrina

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Os estudantes de hoje pertencem à geração digital, têm fácil acesso a smartphones, tablets, computadores e notebooks conectados à internet e obtêm informações de diferentes áreas do conhecimento com poucos cliques. Essa geração já percebeu que a informação está disponível, então muitas vezes conclui que não precisa do professor para encontrá-la. Nesse contexto, os professores precisam modificar as estratégias de ensino, não apenas entregando aulas com o único intuito de transmitir o conhecimento integral, pois assim podem deixar os alunos desinteressados, desatentos e desmotivados.

Uma das estratégias para vencer essa barreira que a educação vem enfrentando é se valer de uma metodologia mais ativa, que promova a organização de uma sala de aula invertida, com a aquisição de conhecimentos por meio de video-aulas e materiais digitais e com a resolução de problemas usando mídias digitais e gamificação na sala de aula. A gamificação é o uso de elementos dos jogos na educação e permite agregar valor às aulas, proporcionando desafio, prazer e entretenimento à transmissão do conhecimento. Nesse contexto, tem se mostrado muito útil a plataforma de ensino Kahoot. Como um “game-show”, a plataforma foi criada em 2013 na Noruega e funciona de forma gratuita.

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