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Sobre : Outros-Autores

Nome Completo: Outros Autores
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Detalhes: Coletânea de artigos de diversos autores.

Artigos do(a) Outros-Autores:

    Aberto Costa
    Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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    Apesar de ser um movimento muito inicial no Brasil, a internacionalização já não é mais uma novidade para países que têm o inglês como a língua mãe. Justamente pela facilidade de comunicação – já que utilizam um dos idiomas mais falados no mundo como oficial – e também por conta do alto investimento em educação (além da alta procura por alunos estrangeiros), países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália, por exemplo, aderiram à tendência dos programas internacionais há bastante tempo e, como consequência, contam com mais experiência em acolher e integrar estudantes de todos os lugares do mundo, assim como no envio de alunos e professores para intercâmbios ou ainda na promoção da cooperação acadêmica. É muito comum que recebam pesquisadores de países de ponta para agregar na qualidade do ensino e no troca não apenas de conhecimento teórico, mas também de culturas.

    A Coventry University, no Reino Unido, por exemplo, conseguiu unir o útil ao agradável em seu programa de internacionalização usando como fio condutor o mercado de trabalho e o interesse das empresas em alunos recém-formados. Os estudantes precisam de perspectivas para o futuro e as indústrias querem em sua equipe pessoas que pensem diferente e sejam capazes de desenvolver soluções criativas para seus problemas. A partir daí, a universidade conectou as extremidades e fez com que a parceria funcionasse em torno dos interesses em comum.

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    Eryvelton Baldin*
    Gerente do Departamento Comercial e Marketing e Coordenador do curso de Administração da FAM
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    O marketing moderno precisa de uma mudança radical. Após o surgimento e popularização das redes sociais, a premente necessidade de cada vez mais interações entre marcas e público tem gerado uma enxurrada de campanhas medíocres e mal estruturadas do ponto de vista estratégico. Esta necessidade por rapidez e volume de produção de conteúdo tem nos feito reféns de ideias pouco interessantes e muitas vezes “insípidas, inodoras e incolores”. Falta pesquisa, falta planejamento e falta criatividade: a pedra fundamental de qualquer campanha publicitária de sucesso. Este artigo pretende apresentar os conceitos introdutórios de Marketing Contextual e Cool Marketing e sua aplicabilidade dentro das atividades de marketing de uma instituição de ensino superior.

    Vamos começar do início: O que é marketing contextual?

    Segundo o dicionário, Contexto é a “inter-relação de circunstâncias que acompanham um fato ou uma situação”. Vamos ver alguns exemplos para deixar o conceito mais palatável.

    Suponha que você esteja namorando a garota dos seus sonhos. Depois de algum tempo saindo juntos, você queira presenteá-la com algo para causar impacto.

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    Acedriana Vicente Vogel
    Diretora pedagógica da Editora Positivo
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    Há uma espécie de lagarta, a do pinheiro, vulgarmente apelidada de lagarta processionária – com o nome científico de Thaumetopoea pityocampa – que é um inseto bastante curioso em seu deslocamento. Em fila, praticamente grudadas umas às outras, andam em procissão, em busca de alimentos. Experiências já mostraram que quando formam um círculo, movimentam-se no sentido horário, ininterruptamente e, por mais que seja colocado alimento no centro deste círculo, sequer percebem a sua existência, por maior que seja a fome.

    O determinismo genético desse animal serve como metáfora para refletir algumas ações que acontecem no contexto escolar. Não são poucos os profissionais que erguem bandeiras de luta cujo principal jargão é “eu sempre fiz assim e deu certo…” e perdem um número sem fim de oportunidades de reavaliar a sua prática, melhorando-a constantemente. Há aqueles que se colocam em procissão, repetindo ladainhas e, por não saber (ou não querer) fazer diferente, encampam discursos de terceiros como seus, sem o menor questionamento. Acaba se tornando um saber, repetido à exaustão, que passa a ser seu. Que chance terá a criação, a invenção – que tanto almejamos – de florescer numa prática estabelecida pela repetição?

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