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Sobre : Outros-Autores

Nome Completo: Outros Autores
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Detalhes: Coletânea de artigos de diversos autores.

Artigos do(a) Outros-Autores:

    Emerson dos Santos
    Diretor geral da Editora Positivo
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    Você, com certeza, já se pegou perguntando, em tom de curiosidade, para onde as mudanças desse mundo vão nos levar e qual será o destino das próximas gerações. Todos nós, ao lançar os olhos para o horizonte, questionamos qual o melhor caminho para o futuro. Uma coisa é certa: para chegar bem ao destino final é preciso enxergar a educação como uma das principais ferramentas de transformação do mundo.

    Aprender deve ser o ponto de partida de qualquer pessoa que busca realização e sucesso numa sociedade cada vez mais exigente e dinâmica. O desafio atual é garantir que o processo de aprendizagem seja mais efetivo, até porque educar não significa apenas transmitir conhecimento. Escola e professores devem servir como um guia norteador que levam o aluno ao aprimoramento de suas capacidades intelectuais, sociais e políticas, promovendo assim o desenvolvimento humano. E a evolução da educação deve seguir o princípio de que o aprendizado é construído a partir da realidade do aluno. O interacionismo valoriza a bagagem que cada indivíduo traz de seu cotidiano e, a partir da percepção da realidade que ele já possui, estimula a busca do conhecimento. O processo educativo torna-se mais dinâmico, mais amplo e mais adequado ao mundo atual.

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    José Pio MartinsJosé Pio Martins
    Economista e reitor da Universidade Positivo
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    O Brasil ainda é um país pobre. Pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil está na posição 79 entre 171 países. Dividindo a produção nacional pela população, o produto por habitante aqui equivale a um quinto do que é nos Estados Unidos. A explicação sobre por que um país se desenvolve e outro se mantém no atraso e na pobreza, ainda que em condições naturais parecidas, não é simples nem é fácil. Um desafio da ciência econômica tem sido formular uma teoria que consiga explicar as bases e as leis do desenvolvimento econômico.

    Até a Revolução Industrial (1750-1830), a sobrevivência humana era retirada da terra e dos recursos naturais, e as obras do pensamento explicavam a produção de riqueza basicamente a partir da contribuição da natureza. Até então, não havia crescimento do produto por habitante, todo crescimento advinha do crescimento da população. Após o surgimento do motor a vapor, do trem de ferro e das máquinas industriais, os estudiosos começaram a examinar a contribuição dos bens de capital na produção e na produtividade-hora do trabalho.

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    Isabella Rozzino*
    Diretora de Engajamento do Movimento Mapa Educação
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    Além de um direito fundamental, a educação é a política que mais pode contribuir para a redução das desigualdades históricas do país. No Brasil, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade da educação, apresentou uma melhora inexpressiva nos anos finais do ensino. De 3,7 em 2015, atingiu 3,8 em 2017, enquanto a meta estabelecida era de 4,7, em uma escala de zero à dez. Destaco valores dos anos finais, pois é a fase mais crítica da educação pública brasileira, ao mesmo tempo que é a mais relevante no que tange a formação pessoal dos jovens, que encaram o Ensino Médio como fase para se preparar para a universidade. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa (IBGE) publicados no final de 2017 mostram que temos cerca de 51,6 milhões de jovens no Brasil, entre 14 e 29 anos, e que 15% da população entre 15 e 17 anos está fora da escola, o que significa 1,5 milhão de indivíduos. Muitos desses jovens um dia já frequentaram a escola, mas evadiram. Somado a isso, os que estão na escola aprendem pouco. Relatório do Movimento Todos pela Educação, a partir de dados da Prova Brasil e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), mostra que apenas 7,3% dos alunos brasileiros no último ano do Ensino Médio têm aprendizado adequado em matemática. Em português, são 27,5% dos alunos. Nesse contexto, é urgente pensarmos em como reverter esse cenário. Leia mais »

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