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Sobre : Antonio de Oliveira

Nome Completo: Antônio de Oliveira
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Artigos do(a) Antonio de Oliveira:

    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
    ***

    De autoria de Ítalo Calvino, no romance As Cidades Invisíveis (Le città invisibili) o navegador Marco Polo descreve sua fantástica viagem por cidades invisíveis. A propósito de cidades invisíveis, quando as chuvas caem copiosas, nossas metrópoles ficam inundadas. Cidades não litorâneas, como São Paulo e Belo Horizonte, se mostram, então, mais vulneráveis a verdadeiras catástrofes.

    Cenas de emocionar, na TV, se repetem praticamente todo ano: carros arrastados pelas águas, casas construídas em zonas de risco desabando, pessoas sendo salvas pelo corpo de bombeiros, pessoal da defesa civil e voluntários, gente se arriscando em viaturas, ônibus, motos, utilitários enfim, nessas horas de pouca utilidade. Balanço final: mortes, pessoas feridas, traumatizadas, gente apenas com a roupa do corpo.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    Na oração católica Salve Rainha consta uma dura situação: “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Pessimista ou não a metáfora, ao considerar o mundo como local tormentoso, cabe o símile “VALE” de lágrimas em decorrência do rompimento de barragens.

    O protagonista da obra A Divina Comédia é o próprio autor, poeta Dante Alighieri. Esse poema épico, escrito no inicio do século XIV, é dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada parte consta de 33 cantos. Dante percorre o inferno na companhia do poeta romano Virgílio, que viveu a.C.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    À medida que o tempo passa, se estamos lúcidos, vamos estocando experiências, descobertas, frustrações. De certa forma, arrastando o passado dentro de nós. Portadores, todos nós, de influências tidas como benéficas ou maléficas, de influências positivamente pedagógicas, estimulantes, ou negativamente antipedagógicas, desestimulantes, quando não traumatizantes. Do tipo: – Você não dá pra isso! Desista para o resto da vida. Em alguns casos de superação a pessoa se propõe provar justamente o contrário, quando encara o desafio e o vence com galhardia.

    Estocando erros e acertos, ganhos, perdas e danos, “e le angoscie di una povera ricchezza”. Dependendo de como encaramos o peso dessa memória mista de conceitos, preconceitos e emoções, podemos nos sentir paralisados por dentro, reféns do passado. Um paralítico pode estar mais centrado do que uma pessoa normal fisicamente. Tudo uma questão de se encontrar, de encontrar a vida.

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