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Sobre : Antonio de Oliveira

Nome Completo: Antônio de Oliveira
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Artigos do(a) Antonio de Oliveira:

    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
    ***

    Do latim, órgão vital, o coração é considerado a sede dos sentimentos: de alegria e de tristeza, de dor, de condolência, serenidade, afeto. Nem sempre de bons sentimentos. Nem sempre de bom coração, significando a totalidade do indivíduo. Pode ser também um coração perverso, vingativo, um coração de ouro, generoso, ou um coração de pedra, insensível, ou mesmo sem coração. Corrupção significa ruptura moral do coração. Por certo, o coração tem razões que a própria razão desconhece. Não estou a abrir o coração com o coração nas mãos. Mas escrevo de todo o coração, sem cortar a alma. Cordialmente, pondo o coração à larga, sem o coração a sair pela boca.

    Três letras que estão na composição de várias palavras. Concórdia, concordar, discordar. Recordar, trazer de novo ao coração. Saber de cor é saber de coração, to know by heart, em inglês, connaître par coeur, em francês. Em italiano, ricordare; em espanhol, recordar. Para os antigos romanos, o coração era a fonte da coragem. A palavra misericórdia tem origem nos termos latinos: miser, pobre, necessitado, mísero; e cor. O primeiro evoca piedade, compaixão implorada por quem se encontra numa grave tribulação; o segundo é o coração que se condói.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    A natureza está morrendo. Por enquanto, em agonia. Despojos a leiloar. Consequência do consumismo, da depredação, da sujeira, da poluição, do desmatamento, do lucro desmedido do ser humano considerado a medida de todas as coisas.

    Um quadro de desolação ambiental como o de pós-desastre ecológico de Mariana, de proporções avassaladoras do sistema Terra, consequentemente dos seres vivos. Não bastassem as forças da erosão que eventualmente castigam e desfazem a beleza paisagística de bosques, pradarias e montanhas. À sombra de uma árvore, de águas abundantes em seus limites, um banco tosco se torna macio. Como é desolador o ambiente do leito seco de um rio outrora caudaloso ou de uma bica que corria incessante. Quando, então, não mais se ouve o som puro de seu marulhar cadenciado. Da cadência da natureza.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    Virgílio louva o homem do campo para quem são destituídas de valor as questões públicas e os reinos destinados a perecer. No original: “non res Romanae perituraque regna”.

    Hoje, uma imagem insólita, objeto de nostalgia. Modernizada, a fazenda se descaracterizou. Gado de raça, de cocheira; eletrificação, inseminação artificial, manejo de pastagens, ordenha mecânica, camionetas, tratores, registros computadorizados. Tudo, enfim, que traz conforto, racionaliza o trabalho, aumenta a produção, mas desafia, enfrenta, desfigura o sertão. Leia mais »

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