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Sobre : Antonio de Oliveira

Nome Completo: Antônio de Oliveira
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Artigos do(a) Antonio de Oliveira:

    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
    ***

    Empregamos o plural, em determinados casos, valendo para o masculino e o feminino. Assim: Prezados (eles e elas). Para o movimento feminista, LGBT e outros, a linguagem que inclui o feminino no masculino não seria inclusiva. Pelo contrário, seria sintomaticamente machista. Passou-se, então, ao desdobramento, como nas fórmulas: Brasileiras e brasileiros! Cidadãs e cidadãos! Todavia, a linguagem atual costuma ser simplificada e essa fórmula analítica não colou. Tenho visto mensagens eletrônicas assim: prezad@ (homem e mulher), prezad@s (homens e mulheres). Esse sinal gráfico se justificaria pelo fato de constar de um “a” minúsculo envolto num círculo aberto, o que seria interpretado como uma sobreposição das letras a+o=@. Outra proposta: usar a letra “x” em vez de @, por exemplo: “Todxs são iguais perante a lei”. Todxs…

    No caso de utilizarmos barras para as duas desinências, assim: todos/as, eles/as, há quem diga que o feminino deveria preceder ao masculino, em consonância com a ordem alfabética: todas/os, elas/eles. Enfim… Filigranas podem refletir um bizantinismo sem resultado prático ou de consequências imprevisíveis, sobretudo na escrita padrão, considerada culta. Conceitualmente, a linguagem inclusiva tem como objetivo desconstruir a ideia longeva do masculino como universal, já que o contrário de fato não se dá: o feminino como universal, incluindo o masculino.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    A mãe de Laura começou a falar para ela sobre a crônica que eu havia escrito: “O mundo adulto das crianças” – na qual Elisa, minha netinha, e Laura são protagonistas. Primeiro, segundo descrição da própria mãe, Laura olhou para ela ‘mega’ assustada: – “Mamãe!!! O que é crônica?” A mãe de Laura conseguiu dar uma boa explicação dizendo que essa era uma historinha sobre ela, Laura, e Elisa. Leu a crônica, Laura bateu palmas, deu risada e a leitura teve que ser repetida várias vezes. No dia seguinte, Laura acordou e foi logo falando: – O livro do vovô Antônio tem uma página só? Que tal ler hoje a outra página? E cheguei à conclusão de que uma garotinha de três anos estava a definir crônica: “um livro de uma página só”. As crônicas comumente são publicadas em jornais e revistas. Em alguns casos, são depois reunidas em livros. Vovô Antônio já tem um livro de crônicas publicado. Agora o plano é reunir crônicas em livro eletrônico.

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    Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
    Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
    antonioliveira2011@live.com
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    Do latim, lectura, de legere, de início teve o sentido de colher, escolher. Vale também escolher o livro semeado. Isso depende da qualidade da semente. Consta que até a Idade Média a leitura era feita em voz alta. Mas Santo Agostinho relata de seu ídolo, Santo Ambrósio, morto em 397: “Quando lia, conduzia os olhos pelas páginas, e seu coração procurava o sentido, mas sua voz e língua silenciavam”.

    Existe a expressão “devorador de livros”. Na verdade, ler é como comer. O profeta Ezequiel usou esta expressão, literalmente: Come o livro! E dele se alimentando, encher-se-ão as tuas entranhas, e a tua boca se tornará doce como mel. Os pensamentos assim digeridos, isto é, meditados e assimilados, brotarão e produzirão frutos proveitosos em palavras amadurecidas.

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