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Sobre : Ronaldo Mota

Nome Completo: Ronaldo Mota
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Artigos do(a) Ronaldo Mota:

    Ronaldo Mota
    Consultor Educacional
    Membro da Academia Brasileira de Educação e Diretor Científico da Digital Pages
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    1. Ser educador depende dos tempos e dos contextos. Nas sociedades primitivas já havia a figura do educador, ainda que difusa. A geração mais nova aprendia com a geração mais antiga a arte da sobrevivência, bem como as regras de cooperação e do convívio em grupo. Havia rituais de passagem, em alguns casos bem organizados, quando ciclos de aprendizagem se completavam. As tarefas do educador foram, com o tempo, ficando mais bem definidas, à medida que a sociedade se tornava mais complexa. No mundo ocidental, surgiram os sofistas e apareceu a escola, enquanto instituição estabelecida. O amadurecimento do método, em especial do método científico, consolidou as universidades como espaços não só de transmissão do conhecimento, mas também de produção de ciência, que gerou tecnologias e contribuiu com moldar as sociedades modernas. Nos últimos séculos, a receita básica era o domínio de conteúdos, procedimentos e técnicas apuradas, onde a especialização foi o marco do modelo de desenvolvimento baseado na linha de montagem. Tudo alicerçado em carreiras profissionais cada vez mais múltiplas e específicas, acompanhando o grau de complexidade das sociedades mais recentes. Contemporaneamente, a adequação do educador aos tempos e a seus contextos é, de novo, um enorme desafio. Conteúdos, procedimentos e técnicas importam, mas já não são suficientes. Há que se incluir inéditos requisitos, envolvendo a arte de aprender continuamente, ao longo de toda a vida, e um conjunto de aspecto socioemocionais, igualmente importantes. Mas, seja nas sociedades primitivas ou no mundo contemporâneo, sabemos identificar quem é o educador; Leia mais »
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    Ronaldo Mota
    Consultor Educacional
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     É bastante comum associarmos inteligência a termos excelente memória. Ou seja, quanto mais detalhes soubermos e por mais tempo recordarmos de eventos passados, em geral, costumamos achar melhor. No entanto, avanços recentes da ciência nos obrigam a, no mínimo, repensar tais associações.

    Paul Frankland e Blake Richards, pesquisadores da Universidade de Toronto, destacam em um artigo recente na revista Neuron (vol. 94, 6, pag. 1071, 2017) a importância de saber esquecer, tão relevante, segundo eles, como lembrar. De fato, eles evidenciam que é a interação entre memória e esquecimento que propicia as adequadas condições para a tomada de decisões inteligentes.

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    Ronaldo Mota
    Consultor Educacional
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    Em Londres, no mês passado, tive a oportunidade de jantar com o amigo Patrick Towell, um dos inovadores britânicos mais bem atualizados sobre tecnologias digitais. Perguntei de forma direta: “em poucas palavras, qual inovação impactará o mundo da educação no cenário próximo?”. Ele, imediatamente, respondeu com uma só palavra: “voz”. A curto prazo, todas as instituições educacionais competitivas terão adotado assistentes virtuais baseados em voz que se tornarão suas correspondentes marcas registradas. Serão também, segundo ele, suas principais interfaces de comunicação com os educandos e com o resto do mundo.

    Assistente de voz é uma ferramenta digital que, fazendo uso de reconhecimento de comandos sonoros, desenvolve uma síntese de fala, via processamento de linguagem natural. Os incríveis avanços recentes de inteligência artificial têm propiciado assistentes de voz que mudarão nosso cotidiano com velocidade espantosa, incluindo os meios e métodos que adotamos para aprender, ensinar e se relacionar no mundo educacional. Leia mais »

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