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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Wanda Camargo
Assessora da presidência e coordenadora de projetos culturais do UniBrasil Centro Universitário
Pesquisadora de teorias da aprendizagem

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“Tudo o que era sólido se desmancha no ar.”

As ideias de Karl Marx são acatadas e atacadas com igual paixão e veemência, mas sobre esta parece haver consenso.

Quem não nasceu no atual milênio nem brincou com jogos eletrônicos antes ainda de saber falar direito tem a sensação de viver em um mundo que se transfigura. Revistas e jornais desaparecem, deixam de ser publicados no formato conhecido e passam a ser disponíveis apenas na versão online, os automóveis que foram sonho secular de consumo parecem ter perdido o encanto e se transformado em meros meios de transporte poluidores, empregos tradicionais ameaçam tornar-se irrelevantes, profissões impensáveis uma década atrás são desenhadas para o sucesso. Heróis morrem de overdose, ídolos novos são criados em velocidade supersônica.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Jamais vivenciamos antes os ambientes dispersivos que caracterizam as sociedades contemporâneas. Tampouco havíamos experimentado os níveis de radicalidade e rapidez das mudanças em curso nos tempos atuais. O mundo do trabalho e de novas oportunidades em negócios nunca tiveram natureza tão complexa. Progressivamente, teremos que desenvolver tarefas imersos em ambientes altamente propensos à dispersão. Aprender a lidar com isso se constitui em tarefa educacional inédita.

Elementos do processo de aprendizagem que antes eram predominantes, incluindo memória, domínios simples de técnicas e procedimentos, disciplina e capacidade de desenvolver rotinas e missões predeterminadas, passam a ser irrelevantes, em alguns casos, ou insuficientes, em outros. Por sua vez, itens que costumavam ser desprezados ou sequer considerados, a exemplo de ênfase na capacidade de foco, autoconhecimento acerca de como se aprende, habilidade de trabalhar em equipe e facilidade de adaptação a novos contextos e desafios, passam a ser centrais e estratégicos. O primeiro grupo de características, acima descritas, se refere às demandas educacionais associadas aos chamados “trabalhos rasos”, e o segundo grupo aos, assim denominados, “trabalhos profundos”, de acordo com a terminologia adotada por Carl Newport, autor do livro Deep work, 2016.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Acabado o ano de 2018, é hora de pensar no ano que começa. O que podemos esperar do Brasil para 2019? Começamos pensando nas mudanças governamentais que se iniciam já em janeiro. Tais mudanças trazem esperanças para grande parte dos brasileiros que almejam ver solucionados, ou ao menos minimizados, os problemas que impedem o país de voltar a crescer.

No aspecto político, o ano de 2018 foi marcado pelas ações da Operação Lava-Jato contra vários gestores públicos, além de uma eleição com resultado inesperado por muitos. O país parou devido à greve dos caminhoneiros e a economia brasileira ficou quase estagnada. Não crescemos mais de 1,5%. Apesar disto, o mercado interno brasileiro tem mostrado um pouco de fôlego, o que favorece a recuperação econômica para 2019.

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