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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Hannyni Mesquita
Pedagoga, especialista em Gestão das Organizações Educacionais e Educação Bilíngue
Coordenadora da Educação Infantil do Centro de Inovação Pedagógica Positivo, do Colégio Positivo
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Ao ouvirem especialistas afirmarem com propriedade que a Educação Infantil é a mais importante etapa do desenvolvimento de um indivíduo – mais até do que a universidade – muitas pessoas se mostram surpresas ou incrédulas. Quem trabalha com crianças nessa faixa etária – até os 6 anos – sabe que a afirmação não é exagerada. Essa é a fase de maior desenvolvimento humano. Durante a chamada primeiríssima infância, de 0 a 3 anos, se aprende mais do que se aprenderá ao longo de toda a vida. Para além do discurso de educadores, são os cientistas que afirmam: nos primeiros anos, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período da vida. São de 700 a 1.000 conexões por segundo. Aos 3 anos, ele é duas vezes mais ativo que o cérebro de um adulto. Pesquisas americanas realizadas com milhares de crianças mostram que alunos que tiveram uma boa Educação Infantil precisam de menos reforço escolar e apresentam melhor desempenho no Ensino Fundamental. Em outro estudo, cientistas de Harvard já apontaram que quanto mais a criança se desenvolve na escola nessa fase da vida, maiores são as chances de chegar ao Ensino Superior e ganhar bons salários, quando adulta.

As afirmações são importantes para reforçar que o ambiente no qual a criança cresce é fundamental para garantir seu pleno desenvolvimento – e não estamos falando apenas do cenário doméstico: o ambiente escolar também é determinante. As escolas que ofertam a Educação Infantil têm uma enorme responsabilidade com a humanidade, por isso saber o que fazer, por que fazer e como fazer é para profissionais – e exige muita formação continuada e acompanhamento direto de pessoas capacitadas para transformar a prática em objeto de reflexão para a melhoria contínua. É necessário que os profissionais entendam que o brincar é a linguagem da criança e que consigam transformá-lo em instrumento mediador no processo didático-pedagógico. Tal recurso é ferramenta indispensável no desenvolvimento qualitativo dos aspectos cognitivo, motor, afetivo, psicológico e social, e, portanto, necessita de valorização dentro das propostas educacionais.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Para Arthur Schopenhauer, n’As Dores do Mundo’ [Die Schmerzen der Welt], a existência tem como finalidade a dor. O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, pois não fazem senão suprimir um desejo e afastar um desgosto. Consideramos as alegrias aquém da nossa expectativa, ao passo que as dores a elas excedem. Lembro-me de ter ouvido esse pensamento quando tinha dez anos. Hoje ouço Jota Quest: As Dores do Mundo.

A dor é universal, primeira grande verdade sublime do budismo. Um vale de lágrimas? Lágrimas ao sentir dor, ao verter sentido pranto de contrição, ao chorar lágrimas de sangue. Sangue que escorre, diuturnamente, devido a crimes horrendos. Matéria farta para noticiários. Violência de todo naipe. O barracão de zinco, sem telhado, desceu o morro. A poesia se instalou debaixo de marquises urbanas, deixando escancarada cruel e desafiante realidade. Varia seja a intensidade da dor, proveniente inclusive de intempéries, bem como a reação de cada pessoa em busca de um lenitivo ou de um milagre. Há quem conviva e aprenda com a dor.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo e membro do Conselho Estadual de Educação
Foi professor e diretor da UFPR e PUCPR
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Muitos momentos felizes e saudáveis da infância podem e devem ser de interação com amiguinhos ou familiares ao ar livre. Essa convivência propicia segurança afetiva, bem-estar psíquico, maior rendimento escolar e desenvolvimento de habilidades motoras. Os benfazejos raios solares metabolizam a vitamina D, (promove a absorção do cálcio, nutriente necessário para o crescimento dos ossos) e são terapêuticos contra a tristeza e depressão.

Custa pouco, quase nada, levar os pimpolhos aos parques da cidade ou chácaras para jogar bola, andar de bike ou a cavalo, churrasquear, empinar pipa, levar o bichinho de estimação para passear, interagir com os patos e peixes ou mesmo ler e contar histórias sob árvores frondosas junto ao aprazível verde da natureza. Considere um triunfo seu filho chegando em casa cansado, suado e com um pouco de vitamina S (S de sujeira), pois robustece o sistema imunológico.

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