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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A tecnologia está mudando a forma como produzimos, consumimos, nos relacionamos e, até mesmo, como exercemos a nossa cidadania. Agora é a vez de transformar também a maneira como aprendemos e ensinamos…” (Anna Penido – diretora do Inspirare)

Na revista Veja de 29 último, a redação caprichou no especial “Educação, as lições para que o ensino não vire peça de museu”, ao longo de 16 páginas informativas e atrativas com o patrocínio do Senai.

Do material, extraímos reflexões que desejamos compartilhar com os leitores no artigo de hoje. Na matéria “O futuro chegou”, Monica Weinberg colhe depoimentos do físico alemão Andreas Schleicher, 54, o grande responsável pelo teste Pisa, que avalia o ensino no mundo. Para o Brasil, o recado está muito bem dado, como um alerta. É que as escolas precisam entrar rapidamente no século XXI se não quiserem ficar desatualizadas. Embora ele já tenha feito a mesma recomendação em agosto de 2008, também pelas Páginas Amarelas da Veja, parece que falou no deserto: nada mudou, como, por exemplo, a mania e a insistência de os alunos brasileiros só decorarem. A falta de interesse pela carreira de professor e o tremendo engano de que milhões e milhões de reais salvam o ensino.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não me considero um jacobino, partidário do ideário democrático exacerbado. Prefiro o caminho das distinções. Uma coisa é uma coisa; outra coisa, outra coisa. In medio stat (consistit) virtus. A virtude está no meio. “Essencialmente equilíbrio: / Nem máximo nem mínimo” – Orides Fontela. A distinção se dá no plano conceitual, das ideias; a diferença se faz no plano da realidade. Conceber se distingue do existir. No idealismo puro a ideia é criadora, identificando muitas vezes válido com viável. Numa campanha eleitoral pode ser apresentada uma proposta brilhante, mas que, por um motivo ou outro, não é exequível, factível, viável. Isto é, concretamente não funciona, não tem condições de existir e de subsistir.

Válido é o que é totalmente correto, concordante com as regras da lógica formal, verdadeiro em todas as interpretações de um sistema lógico, coerente em si. Viável é o que pode ser percorrido, que não encontra obstáculo intransponível, portanto transitável, executável, exequível, realizável. Muitas vezes, na prática, a dialética predomina gerando discussões acaloradas, justamente porque o que se defende é justificável teoricamente, mas não na prática. Às vezes dá até briga e as pessoas automaticamente passam a ser classificadas como conservadoras ou avançadas. Leia mais »

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Maurício Neves
Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos Particulares de Ensino Superior do Distrito Federal – Sindepes/DF
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Desde 2012, a Folha de São Paulo vem publicando o Ranking Universitário Folha (RUF), cruzamento de informações sobre ensino e pesquisa nas universidades públicas e particulares do país. Quando o caderno foi lançado, o jornal havia sublinhado o fato de que entre as 50 universidades mais pontuadas, 22 eram particulares, “num claro indicativo de que é possível oferecer ensino adequado às necessidades de empregadores mesmo sem produzir boa pesquisa”. A publicação ressaltava que professores que desenvolvem investigações científicas têm, a princípio, mais condições de oferecer formação qualificada aos alunos, mas, ainda de acordo com o editorial, isso não quer dizer que universidades mais voltadas para o ensino não tenham um papel a desempenhar. O editorial chegava ao fim preconizando as diferenças: “seria útil para o país admitir que prosperem diferentes tipos de universidades – as de pesquisa, voltadas para a formação de quadros, e as de ensino, especializadas em diplomar bons profissionais de nível superior”.

Isso foi ventilado em 2012, e a questão ficou ali. Só para pincelar uma das facetas do ensino privado no país, hoje, com os números consolidados, podemos afirmar que o dilema ‘mercado versus academia’ continua indicando que as instituições particulares estão no topo da lista das empresas que mais contratam. Líderes de RH, especialmente na região sudeste, apontam pelo menos nove escolas particulares entre as 15 melhores. Um grande salto de credibilidade.

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