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Arquivo da categoria ‘Comportamento’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Educar é como a arte de cultivar a terra: estabelece habilidades, competências, atenções especiais, sensibilidade para aprender com o tempo, tirar lições da semente que busca germinar num meio infestado e aprender como preparar o terreno, o momento de semear, de regar… A hora de colher…  Se não ficar atento às mudanças, ao tempo da semente, pode perder tudo.” (Nildo Lage)

Alguns leitores que me acompanham semanalmente no Blog da ABMES podem até estranhar minha abordagem de hoje. Em princípio, pode parecer um paradoxo, que contraria o que tenho exposto em meus artigos sobre a obsolescência da sala de aula. Podem achar que o tema é desconexo ou até mesmo contraditório. Mas, dado o tratamento da mídia recentemente, o assunto virou “agenda”. Então precisamos falar sobre isso também, e essa é a complexidade da educação.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Poucas pessoas estão preparadas para o pior, como rompimento de barragens, infortúnios similares, massacres, incêndios, inundações, desabamentos, acidentes fatais. O americano Paul Stoltz é autor do livro Adversity Quotient – Turning Obstacles into Opportunities (Quociente da Adversidade – Transformando Obstáculos em Oportunidades). Além do Q.I. (inteligência) e do Q.E. (emoção), Stoltz admite o Q.A, quociente de adversidade, que nos leva a fazer do estresse de efeito paralisante uma oportunidade de superação.

Há uma crença generalizada de invulnerabilidade. Seja individual seja coletivamente, cuidamos pouco de medidas preventivas. E o que era considerado impossível de acontecer acaba por acontecer. Temos às vezes uma visão distorcida da realidade e de nós mesmos. Comigo isso não acontece. Jamais agiria assim. Quando acontece, o chavão é outro: “Por que isso foi acontecer justamente comigo?”

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Todo dia, escolher a roupa que se vai vestir. Esta ou aquela. Se guarda o dinheiro ou se gasta na onda do consumismo. Se faço ginástica ou se deixo de fazer. Aceito as pessoas e as coisas como elas são. Ou não. Entro em conflito comigo mesmo e com os outros. Você decide. Ou vejo o sol se pôr ou me instalo na poltrona para ver novela. Ou levo a vida ou deixo a vida me levar. Ou as duas coisas. Ou só penso em dinheiro ou tenho dele um conceito utilitário. Ou valorizo a vida ou pouco vou me lixando para medidas de segurança. Mas também não reclame das consequências. Estamos vivendo de tragédias anunciadas. Ou estou me lixando para a opinião pública Ou não. Vale o meio termo? Ou espero a tempestade passar ou aprendo a dançar na chuva! Você não pode mudar o vento. Ou você cede à fúria do vento ou tenta ajustar as velas do barco.

Viver é arte maior. Mas ninguém escolhe viver. A vida, então, não é, propriamente, feita de escolhas: está posta aí, como um desafio permanente. Dr. Mohamad Barakat, em “Ressignificando sua vida”, define desafio como ferramenta, “algo mais que vai servir de força motriz para você evoluir”. Ressignificar: dar novo significado a; desafio: do latim, disfidere, renunciar à própria fé (dis + fides). Disfida, em italiano. Evoluiu para ‘desafiar’.

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