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Arquivo da categoria ‘Política’

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Gabriel Mario Rodrigues 1Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES e Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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 “Se você não tem instrumentos de avaliação, não sabe se uma política funcionou ou não, se deve ser continuada, extinta ou ampliada. Eu tenho R$ 100 para gastar. Onde vou gastar? Qual é a prioridade: o Fies, o Pronatec ou o crédito subsidiado?” (Marcos Lisboa, economista)

Os setores da mídia que cobrem educação divulgaram, nestas últimas semanas, diversos temas de forma isolada que, a meu ver, fazem parte do mesmo problema. Estão, de fato, interligados profundamente porque compõem os processos de políticas públicas do país visando ao desenvolvimento de recursos humanos. Entre eles, podem ser citados:

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Samuel PessoaSamuel de Abreu Pessoa*
Pesquisador sênior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas

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Desde a década de 80 até hoje, o número de ingressantes por ano no ensino superior (ES) cresceu mais de um milhão de alunos. Apesar de isso contratar, para as próximas décadas, aumentos substanciais na proporção da população com alguma formação superior, esse movimento ainda é insuficiente para que sejam atingidos os padrões educacionais dos países desenvolvidos. Além disso, o Brasil tem hoje uma das piores posições no ranking da educação superior, mesmo quando comparado somente com os seus pares da América Latina. Portanto, apesar dos aumentos esperados na escolaridade do terceiro grau, certamente ainda há espaço para a criação de políticas públicas que reforcem esse movimento.

Porém, a sustentabilidade de uma política de expansão do ES via financiamento requer a existência de um amplo contingente de pessoas que poderia frequentá-lo (i.e. concluindo o ensino médio) e que não o faz unicamente por necessidade financeira. Esse contingente existe? Na comparação dos estoques, até 2010 o Brasil era, entre os seus pares, um dos países com menor proporção de pessoas com alguma formação superior em relação ao número de pessoas com ensino médio completo, de acordo com a base de dados internacional de educação Barro e Lee (2014). Por outro lado, os dados de fluxo do Censo Educacional indicam que o número anual de formandos do ensino médio tem se tornado cada vez mais incompatível com o atual ritmo de ingressos no ES, de forma que o aumento de estudantes no ES tem sido cada vez mais explicado pela existência de um grande estoque de pessoas com ensino médio completo do que por um aumento de formandos com essa qualificação.

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Celso NiskierCelso Niskier*
Reitor da UniCarioca
Presidente do Conselho Empresarial de Educação da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ)
Membro da Diretoria da ABMES
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Nos dias 14 e 15 de maio deste ano, será realizada a 8ª edição do Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular. Acho oportuno que o tema central seja o Brasil de hoje, suas realidades e as tendências para o futuro da Educação Superior. Não haverá futuro para o Brasil sem que a Educação seja tratada condignamente, como a mais alta prioridade social.

Vejam alguns números recentes: ainda temos 10% de analfabetos em nossa população; no último Enem, 529 mil candidatos tiraram zero na redação; apenas 15% da população entre 18 e 24 anos estão na universidade. São dados que nos afligem, mostrando o quanto ainda é preciso melhorar.

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