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Arquivo da categoria ‘Inovação’

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Os recentes debates envolvendo a aplicação da tecnologia na educação para que a modalidade a distância seja incentivada nos ensinos médio e superior têm motivado uma espécie de demonização de toda a proposta e até do tema – como se fosse proibido o Brasil revisar sua legislação, antevendo o avanço das possibilidades de educar nossos jovens e os condenando a viver no passado. Um exercício interessante é pedir para as pessoas responderem de supetão há quantos anos Steve Jobs apresentou em São Francisco, nos Estados Unidos, o primeiro modelo de smartphone e revolucionou nossa sociedade. A resposta é surpreendente: apenas 11 anos.

Precisamos compreender a velocidade com que se desenvolve a era digital e buscar formas para que ela contribua com a redução de mazelas da educação brasileira. O que não podemos é ignorá-la, como se o mundo não estivesse em transformação. Mas isso só será possível se nossas leis estiverem atualizadas e, importante, permitam que a tecnologia seja aplicada, sem jamais obrigar seu uso. Até porque é notório que nem todo aluno ou escola estão aptos a mudanças de forma homogênea.

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Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor de História no Curso Positivo, de Curitiba
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O aprendizado sobre qualquer coisa começa sempre com alguma pergunta: “o que é isso?”, “como funciona?”, “o que esse botão faz?”, e assim por diante. É assim: alguém curioso encontra alguém atencioso e a “mágica” se faz.

Na escola, costumam chamar os personagens desse diálogo de aluno e professor. Lamentavelmente, nem sempre é assim. Muitas pedagogias falam em “despertar” a curiosidade da criança e do jovem. Eu sempre me surpreendi com essa abordagem, porque curiosidade foi a mola propulsora da humanidade, seu desenvolvimento e, em última instância, a razão maior da sua sobrevivência. Como é que agora virou um item da formação dos professores? Será, por acaso, que acham que as crianças e jovens não são curiosos e que é necessário ensiná-los a sê-lo? Eu discordo. Penso que as crianças são naturalmente curiosas e por isso não é preciso despertar nada. Apenas ouvir e responder. Ou devolver as perguntas. Mas para isso os adultos precisam dar ouvidos, com tempo e paciência, e oferecer de volta respostas que não concluam as perguntas, encerrando o assunto.

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Ademar Batista Pereira
Presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep)
Publicado na Gazeta do Povo em 20 de janeiro de 2018
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Segundo notícia recente, dados do governo mostram que, de 2010 pra cá, quase metade dos estudantes universitários não conclui o curso iniciado. Nas faculdades públicas, a média de evasão é de 40% e nas particulares, o porcentual é de aproximadamente 50%. Dentre as principais causas apontadas está a falta de vocação em relação à área de estudo escolhida e o pouco preparo do aluno, ainda no ensino médio. Uma outra parcela desiste por motivações financeiras, em especial nas faculdades particulares. Ou seja, os estudantes desistem porque não conseguem arcar com os custos.

Entretanto, estes dados não são novidade, para não dizer que sempre foi assim no Brasil! Temos esses mesmos indicadores há mais de 20 anos, ou pelo menos desde a ampliação do acesso à educação superior. Somente não era assim quando o ensino superior no Brasil era para muito poucos, então o abandono era menor.

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