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Arquivo da categoria ‘MEC’

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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O Exame Nacional do Ensino Médio – Enem foi introduzido há dezoito anos com o intuito inicial de medir a qualidade do ensino médio. A partir da década passada, aos poucos, transformou-se, quase que exclusivamente, em teste nacional de admissão ao ensino superior. Não há nenhum conflito essencial impedindo que ele possa cumprir bem os dois papeis. As questões mais relevantes são: primeiro, saber o que se está medindo e, segundo, se a régua utilizada para mensurar, que finda induzindo o que as escolas devem fazer ou priorizar, tem compatibilidade com o presente e o futuro ou com o passado.

O exame atualmente abrange um público de quase oito milhões de candidatos, com interesses concentrados nas mais de 250 mil vagas das universidades públicas e nas milhões de outras oportunidades de ingresso no ensino superior privado. Na ausência de uma base nacional comum curricular para o ensino médio, o conteúdo do Enem, um instrumento de acesso ao ensino superior, findou sendo a referência quase única do que é, ou deveria ser, ensinado nesse nível educacional.

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ana-cambuiAna Altina Pereira Cambuí*
Mestre em Educação e  Contemporaneidade
Coordenadora Adjunta do curso de Medicina da Faculdade de Saúde Santo Agostinho de Vitória da Conquista – FASA
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Ao deparar-me com as primeiras reflexões para a escrita deste artigo, eis que a palavra desafio foi aquela que mais se mostrou presente nos nossos pensamentos, quando o assunto diz respeito a gestão de instituições de ensino superior privadas – Iesps. Os desafios são frequentes, diários, constantes, intensos e por vezes, chocantes. O mundo contemporâneo vive um momento de incertezas e instabilidades assustadoras, em todas as áreas do conhecimento e, em especial, no campo educacional. Com a globalização econômica crescente, as fronteiras entre os países se desmoronaram, provocando mudanças consideráveis a partir do avanço das novas tecnologias da comunicação e informação, principalmente. Estamos aqui e lá ao mesmo tempo. Todos os setores da sociedade foram atingidos por essas mudanças que, se por um lado provoca desconfiança e medo, por outro oportuniza crescimento, amadurecimento e, porque não, aperfeiçoamento constante. Diante desta realidade que se faz presente e fortalecida a cada dia, adotar políticas e estratégias para conviver nesse ambiente de mudanças rápidas e de extrema competitividade pode contribuir para o sucesso de uma instituição de ensino superior privada, foco central deste artigo.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp
Membro do Conselho da Presidência da ABMES
Blog da Reitoria, publicado em 19 de setembro de 2016
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A Constituição, em seu art. 209, dispõe que “o ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições: I – cumprimento das normas gerais da educação nacional; II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público”.

A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, atende ao inciso I – “normas gerais da educação nacional” – e ao inciso II, no que se refere à autorização de funcionamento das instituições de ensino superior (IES).

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