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Arquivo da categoria ‘Educação internacional’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Nosso grande desafio é promover a integração universidade-empresa no processo de apropriação do conhecimento científico, pois se não houver aplicação, não houve a demanda, ou seja, não há interesse empresarial e, consequentemente, qualquer inovação.” (Benedito Guimarães Aguiar Neto, Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie)

No ano passado, a revista Isto É Dinheiro publicou uma matéria sobre “As startups mais promissoras do Brasil”, que relatou a história de empresas que valem no mercado mais de um bilhão de dólares, fruto de sacadas de empreendedores que criaram suas startups a partir de situações inusitadas, aproveitando oportunidades em mercados pouco explorados, com persistência e obstinação por uma ideia.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Já se tornou lugar comum ouvir o termo “brain drain” ou fuga de cérebros. Brain drain, fuga  de capital humano ou de cérebros  consiste na emigração de indivíduos detentores de alto grau de conhecimento   técnico ou  científico para países mais desenvolvidos, devido a  fatores como conflitos étnicos,  guerras,  riscos à saúde,   instabilidade política, mas,  principalmente,  como é o caso do Brasil, à instabilidade econômica com a consequente  carência  de investimentos em pesquisa nas áreas de  ciência e tecnologia, que, por via de consequência gera a falta de  oportunidades de  empregos  em nosso país.

Aquelas cabeças mais especializados em suas áreas do conhecimento humano, são atraídos para trabalhar em países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e Europa, já que lá conseguem benefícios pessoais,  reconhecimento da carreira, e principalmente, tem  oportunidades de desenvolver pesquisas em ciência e tecnologias, e o mais importante,  facilidade de empregos  com remuneração adequada.

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Lioudmila Batourina
Consultora de parceria internacional da ABMES
lioudmila@abmes.org.br

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Cada vez mais nos deparamos com rankings universitários de todos os níveis, globais, regionais e nacionais. Eles consideram várias combinações para medir excelência: pesquisa, especialização, admissões, opções de estudantes, número de prêmios, internacionalização, emprego de pós-graduação, vínculo industrial, financiamento, reputação e história. Porém, dentre todos estes critérios, a pesquisa é a que mais se destaca.

Os rankings universitários são criticados em muitas frentes, por serem mais voltados para as ciências naturais; por valorizarem mais as publicações em revista de ciência da língua inglesa; enfatizar despesas com pesquisa como a principal medida de realizações científicas, ao invés de analisar a importância e impacto de descobertas científicas ou a profundidade das ideias; por não levar em conta atividades importantes da universidade que são mais difíceis de se medir como, por exemplo, a qualidade do ensino, entre outros pontos.

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