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Arquivo da categoria ‘Educação internacional’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As atividades dos mais variados temas são trazidas pelos professores e cada aluno exerce a autonomia de escolher o que mais lhe interessa, de trabalhar em grupo ou sozinho. Assim, podem se dividir entre as mesas ou até mesmo aprender ao ar livre.” (Prof. José Pacheco – Escola Vila das Aves – Portugal)

Cursei o primário, o ginasial e o colegial no Santo Alberto, escola que nem existe mais. Dirigida pelos Carmelitas, situava-se entre o bairro da Liberdade e o de Bela Vista, em São Paulo capital. Alguns padres lecionavam e um deles sempre desafiava os alunos a dizerem quem era o autor ou a traduzir uma frase latina, mantida em moldura na biblioteca, com os dizeres do título deste artigo, que em tradução livre é: “Não aprendemos para a escola, mas para a vida”.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Recentemente, fui convidado para integrar o Comitê Internacional de Avaliação do Instituto de Tecnologia de Pequim (BIT, Beijing Institute of Technology, em inglês). O BIT é uma das universidades públicas chinesas com foco principal em Ciência e Tecnologia, atuando também em outras áreas como gestão e humanidades.

Periodicamente, as universidades chinesas passam por avaliações supervisionadas por comissões formadas por pesquisadores seniores, especialmente selecionados em todo o mundo. Creio ser a primeira vez que um brasileiro é convidado. Neste ano, a fase presencial do processo avaliativo será em novembro próximo.

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Li Jinzhang
Embaixador da China no Brasil
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Nos últimos anos, a parceria entre a China e a América Latina tem produzido excelentes resultados e trazido benefícios para as populações de ambos os lados. No entanto, isso também gera forte inquietação para alguns e dá origem a teorias como a “ameaça chinesa” e a “armadilha da dívida”, ameaçando os países da região a não fazerem negócio com a China. Parece que querem instalar uma cortina de ferro e ressuscitar a Doutrina Monroe. Os fatos falam por si. Mesmo num momento em que o protecionismo, o unilateralismo e o populismo pairam sobre o mundo, a cooperação sino-latino-americana permanecerá imune a ruídos.

A tese de que “a China desafia a liderança de certa parte na América Latina” vem de um raciocínio equivocado com base no hegemonismo.

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