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Arquivo da categoria ‘Internacionalização’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As relações de consumo vão mudar, e não sabemos o que vai acontecer. Sai na frente quem começa a experimentar desde cedo, porque terá um repertório maior para agir diante da mudança.” (Fernanda Hoefel, sócia da McKinsey)

Em meu último artigo, “Aviso aos navegantes”, mencionei relatório publicado pelo Fórum Econômico apontando que, até 2020, cinco milhões de empregos serão perdidos para a automação. Porém, ao mesmo tempo, a tendência é que as áreas de tecnologia, saúde, relacionamento com pessoas, educação, visão de negócios e criatividade estejam em alta para as transformações que inevitavelmente acontecerão.

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Jornal The Economist | Click to download teacher
Publicado em 15 de novembro de 2018
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“Books will soon be obsolete in schools,” Thomas Edison announced in 1913: they would, he believed, soon be replaced by silent films. Each new wave of information technology—radio, television, computers—has led to similar predictions. And each time, the old technologies of books, classrooms and teachers have proved startlingly resilient.

Like teachers, digital educational technology comes in many forms, from wonderful to appalling. But, used properly, it now deserves more prominence in schools—especially in poor countries where human teachers are often ignorant, absent or both.
Truant teachers

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Luiz Fernando SchibelbainLuiz Fernando Schibelbain
Diretor da Positivo English Solution School (PES) e gestor de Idiomas PES / Sistema Positivo de Ensino
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Dominar uma segunda língua – no caso o inglês, atualmente utilizado entre falantes de outros idiomas para se comunicarem no mundo – traz amplos benefícios, especialmente ligados ao cérebro e a habilidades essenciais do século XXI: pensamento crítico, competências comunicativas, colaborativas, criativas e diversidade cognitiva. Saímos do modelo do canto em uníssono (uniformidade) e entramos para a prática do canto em harmonia (diversidade).

Transitar por duas línguas, além de dispensar intérpretes, tem efeito profundo no modo como pensamos e agimos. O aprimoramento cognitivo é apenas o primeiro passo. Memórias, valores e até a personalidade podem se modificar dependendo da língua que usamos, como se o cérebro bilíngue abrigasse duas mentes autônomas. Apesar de tamanha importância, isso foi ignorado por muito tempo e só recentemente recebeu a relevância merecida. Muitos pesquisadores expõem as vantagens de um bilíngue em comparação a um monolíngue, como o adiamento de futuras demências, maior compreensão de culturas diversas e a oportunidade de expor ideias de outras formas. A experiência intelectual da pessoa com dois sistemas linguísticos amplia sua flexibilidade mental e produz um leque superior na formação e expressão de conceitos, pois o cérebro bilíngue está sempre ativo nas duas línguas e o exercício de eleger uma e não a outra fortalece a mente.

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