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Arquivo da categoria ‘Carreira e mercado de trabalho’

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O mundo tem mudado cada vez mais rápido. Acompanhar essas tendências já não é mais opção, é questão de sobrevivência. A lista das empresas que se recusaram a inovar para acompanhar o mercado e acabaram declarando falência não é pequena e desconhecida. Blockbuster, Kodak, Xerox, Yahoo… todos esses nomes fizeram história no mercado mundial e acabaram sendo esquecidas por não entender a necessidade de inovar.

O primeiro passo para entender a inovação nas empresas é não pensar que ela está restrita apenas à uma nova gestão empresarial criativa. Mas, que inovar também está ligado a ofertar serviços diferenciados, melhorar a produção, reinventar a distribuição, proceder a transformação digital em uma empresa já existente. Inovar é avançar com os negócios, é reinventar os processos, é identificar oportunidades, e é, inclusive, ganhar mais, gastando menos.

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Luciana Camargo*
VP de RH da IBM América Latina
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O mundo atual é um mundo de disrupções. Os avanços tecnológicos e a troca acelerada de informação estão mudando todo dia nossa paisagem, nosso meio social e nossos entendimentos de como nos organizar como sociedade.

O ambiente de trabalho não foge desta regra. De maneira geral, três grandes áreas estão compondo a frente dessas mudanças. Está na hora de repensar os modelos de negócios, pessoas e seus talentos, e como absorvemos experiências.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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As startups brasileiras ainda não conseguem se sustentar adequadamente. É o que mostra levantamento da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria especializada em inovação: 74% das empresas desse tipo não sobrevivem mais do que cinco anos. Os motivos são vários, mas a falta de inovação – que deveria ser uma premissa da startup – influencia fortemente no fracasso do empreendimento. O mesmo apontamento pode ser feito para empresas tradicionais: no cenário atual, não inovar traz risco de falência.

É grande o número de empresas que sofreram grandes perdas ou mesmo foram à falência por relutarem a abraçar novas tecnologias ou manterem seus produtos os mesmos sempre. Um grande exemplo é o da Kodak: a empresa, que fora a maior do mundo no ramo de fotografia, faliu porque não se antecipou às tendências do mercado – as câmeras digitais, mais tarde também substituídas por smartphones. Insistiu na venda dos filmes fotográficos, que viriam a deixar de ser utilizados. A quebra poderia ter sido evitada se a companhia investisse em inovação – inclusive, por seu tamanho, teria a chance de, mais uma vez, ser pioneira no setor.

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