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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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No poema “Especulações em torno da palavra homem”, Carlos Drummond começa especulando: “Mas que coisa é homem, que há sob o nome?” Arrisco-me a especular sobre o que há sob o nome golpe, incluindo golpe de estado, subversão contra a “ordem” vigente e tomada de poder por indivíduo ou grupo. Para se alcançar êxito, pode depender de outros golpes, golpe de mestre, mediante ação audaciosa e bem-sucedida; golpe de vista, pela capacidade de observar com rapidez e precisão; golpe da sorte, decorrente de acontecimento súbito e inesperado.

Difícil computar as horas de debates inflamados o Congresso consome em assuntos menos relevantes ou de interesse próprio. Palavras são palavras, mas podem decidir a vida das pessoas quando se bate o martelo. O soltar a voz da araponga se diz golpear. Esse pássaro soante, também conhecido como ferreiro, ferrador ou pássaro-campana, quando canta, lembra o som do bater de ferro em uma bigorna. Já o araponga escuta e grava.

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wanda_camargoWanda Camargo
Educadora e assessora da presidência do Complexo de Ensino Superior do Brasil – UniBrasil
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Prever o futuro é algo arriscado e tão incerto quanto o próprio futuro. Em meados dos anos 1950 as revistas de variedades tinham como marco futurístico o “ano 2000”, quando se supunha que os carros voariam em cidades semelhantes às do planeta Mongo, de Flash Gordon, e que viagens interplanetárias seriam corriqueiras. Sabemos que não é assim, embora exista a tecnologia para carros voadores, viagens à Lua tenham ocorrido e sondas chegado a Marte e outros planetas, isto não é parte da vida do cidadão comum a não ser como espectador.

Até o transporte aéreo supersônico de passageiros, com o Concorde, não se mostrou viável economicamente; excesso de consumo de combustível e pequena capacidade de passageiros tornaram as tarifas absurdamente caras, não cobrindo sequer custos operacionais, além de problemas no meio ambiente e restrições aeroportuárias.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Não foi só Luzia, o fóssil humano mais antigo das Américas, que foi queimada. Também não foi só o esqueleto do Maxakalisaurus topai, o maior dinossauro montado que existia na América, que foi queimado. Nem foi apenas o trabalho de 90 pesquisadores que foi consumido pelas chamas. No incêndio que destruiu quase totalmente o Museu Nacional, o fogo levou parte da nossa história, da nossa memória – não só brasileira, mas mundial. Memória essa já esquecida por parte da população brasileira.

Mais antiga instituição científica do país, o Museu Nacional foi fundado por Dom João VI em 1818 – comemorou 200 anos em 6 de junho passado. Sua coleção abrigava mais de 20 milhões de itens, uma das maiores das Américas. Uma das coleções incluía múmias em sarcófagos jamais abertos.  O que fica disso tudo é: quem conhecia esse museu? Uma joia esquecida na Quinta da Boa Vista, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
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