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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Mikhail Vasil’evich Lomonósov, cientista, defensor da língua russa e criador da gramática científica russa, viveu no séc. XVIII. Dá nome à Universidade Estatal de Moscou (MGU). Lomonósov teria escrito o seguinte, tradução, do russo, de Francisco Braga.

“Carlos V, imperador romano, costumava dizer que era decente falar em espanhol com Deus, em francês, com amigos, em alemão com inimigos, em italiano com as damas. Mas se ele fosse habilidoso na língua russa, então, decerto, a isso teria acrescentado que era possível falar decentemente com todos: tanto com Deus, quanto com os amigos, com os inimigos, assim como com as damas, porque a língua russa possui: a grandeza do espanhol, a vivacidade do francês, o vigor do alemão, a ternura do italiano; além disso, a riqueza e a forte brevidade nas imagens do grego e do latim.”

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Concerto, com “c”, não tem nada a ver com conserto com “s”. Na verdade, temos aí o mesmo som, num e noutro vocábulos, mas com grafia e sentido diferentes. Conserto, com “s”, se diz de consertar, como ato ou efeito de restaurar, reformar alguma coisa ou mesmo de reparar algo mal feito, inclusive moralmente. Já concerto com “c”, do italiano, tem o efeito de conjunto harmonioso de instrumentos, por vezes concertando com um ou uma solista ou com o canto coral.

Por analogia, fala-se em concerto das nações, embora sempre caiba, na ONU, o conserto das nações com “s” também. As Nações Unidas estão longe de formar uma orquestra.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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A mãe de Laura começou a falar para ela sobre a crônica que eu havia escrito: “O mundo adulto das crianças” – na qual Elisa, minha netinha, e Laura são protagonistas. Primeiro, segundo descrição da própria mãe, Laura olhou para ela ‘mega’ assustada: – “Mamãe!!! O que é crônica?” A mãe de Laura conseguiu dar uma boa explicação dizendo que essa era uma historinha sobre ela, Laura, e Elisa. Leu a crônica, Laura bateu palmas, deu risada e a leitura teve que ser repetida várias vezes. No dia seguinte, Laura acordou e foi logo falando: – O livro do vovô Antônio tem uma página só? Que tal ler hoje a outra página? E cheguei à conclusão de que uma garotinha de três anos estava a definir crônica: “um livro de uma página só”. As crônicas comumente são publicadas em jornais e revistas. Em alguns casos, são depois reunidas em livros. Vovô Antônio já tem um livro de crônicas publicado. Agora o plano é reunir crônicas em livro eletrônico.

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