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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Na oração católica Salve Rainha consta uma dura situação: “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Pessimista ou não a metáfora, ao considerar o mundo como local tormentoso, cabe o símile “VALE” de lágrimas em decorrência do rompimento de barragens.

O protagonista da obra A Divina Comédia é o próprio autor, poeta Dante Alighieri. Esse poema épico, escrito no inicio do século XIV, é dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada parte consta de 33 cantos. Dante percorre o inferno na companhia do poeta romano Virgílio, que viveu a.C.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo e membro do Conselho Estadual de Educação
Foi professor e diretor da UFPR e PUCPR
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Incomensuráveis são os méritos atribuídos a Pitágoras, embora uma figura imprecisa historicamente, uma vez que nada deixou escrito. As primeiras referências a esse monumental legado datam de cem anos após sua morte, em torno de 497 a.C., e deve-se a Filolaus, que nos repassou o que aprendeu com um dos discípulos de Pitágoras. Mais tarde, também Platão fez menção aos seus ensinamentos – não se referindo à pessoa física, mas sim, à Escola Pitagórica. Mais recentemente o filósofo e matemático Bertrand Russel o classificou como “um dos maiores homens de todos os tempos”.

Pitágoras nasceu na ilha de Samos, na região então conhecida como Ásia Menor, e durante 30 anos percorreu Egito, Babilônia, Síria e, possivelmente, Pérsia e Índia, locais onde acumulou ecléticos conhecimentos em geometria, aritmética, astronomia, filosofia, misticismo e religião. Por muitos anos permaneceu no Egito, onde se fez sacerdote para melhor entender os ritos e religiosidades.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Somos todos fingidores. Um ator ora interpreta o papel de mocinho ora de bandido, ora de vilão ou herói; a atriz, ora vilã ora heroína. Como o poeta. “O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”, escreve Pessoa. Um jogador de futebol abraça o time que o contrata. Depois é capaz de jogar noutro time e tornar-se carrasco do time que defendera. Jura de amor eterno é o que mais existe por aí afora: “I love you!” Um quadro de arte representando uma tragédia pode custar milhões. The Walt Disney Company, hoje um dos maiores conglomerados de entretenimento do mundo, descobriu na fantasia e no ramo das animações um nicho de investimento e tem faturado milhões. Trabalha a cultura popular e, com a cultura popular, investe na fantasia infantil e adulta também. Cria personagens e recria figuras imortais de As Mil e Uma Noites.

Michael Jackson deu ao seu rancho o nome de Neverland, Terra do Nunca, inspirado na ilha fictícia de Peter Pan. O romance, a novela e o conto são classificados como literatura de ficção. Também se diz apenas ficção. Sinônimo de ficcionismo. Familiarmente se diz irrealidade: “Sonhador, tudo quanto diz é literatura”. A ficção científica, que pode vir a ser confirmada pela realidade, decorre do desenvolvimento científico já alcançado e de situações decorrentes de tal desenvolvimento no espaço e ao longo do tempo.

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