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Arquivo da categoria ‘Avaliação e regulação’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Sete de cada dez alunos do 3º ano do ensino médio têm nível insuficiente em português e matemática. Entre os estudantes desta etapa de ensino, menos de 4% têm conhecimento adequado nestas disciplinas” (G1)

No início do mês (4/9), o jornal O Estado de S.Paulo publicou matéria dos jornalistas Renata Cafardo, Victor Vieira e Luiz Fernando Toledo destacando que as escolas particulares de ensino básico não melhoraram seu desempenho segundo avaliação do Ministério da Educação (MEC). A rede pública saiu-se melhor. Somente 23% das particulares atingiram as metas de qualidade enquanto entre as públicas o índice foi de 42%.

Em São Paulo, o ensino privado não teve o rendimento previsto tanto no fundamental como no médio, segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado no dia 3 de setembro (Entenda o Ideb).

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 27 de agosto de 2018
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O IBGE, em suas pesquisas, deseja saber a quantidade de alfabetizados com uma pergunta simplória: “Você sabe ler e escrever o nome? ”. Se a resposta for sim, tudo certo. Sob esse viés temos cerca de doze milhões de analfabetos. Ainda é um índice vergonhoso para o Brasil, mas as autoridades entendem que esse índice está dentro de padrões aceitáveis.

E os analfabetos funcionais?  70% dos brasileiros com mais de 15 anos estão nessa classificação. Entende-se que o analfabeto funcional é incapaz de compreender textos e operações matemáticas simples ou a pessoa ter escolaridade inferior a quatro anos letivos.

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Maurício Neves
Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos Particulares de Ensino Superior do Distrito Federal – Sindepes/DF
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Desde 2012, a Folha de São Paulo vem publicando o Ranking Universitário Folha (RUF), cruzamento de informações sobre ensino e pesquisa nas universidades públicas e particulares do país. Quando o caderno foi lançado, o jornal havia sublinhado o fato de que entre as 50 universidades mais pontuadas, 22 eram particulares, “num claro indicativo de que é possível oferecer ensino adequado às necessidades de empregadores mesmo sem produzir boa pesquisa”. A publicação ressaltava que professores que desenvolvem investigações científicas têm, a princípio, mais condições de oferecer formação qualificada aos alunos, mas, ainda de acordo com o editorial, isso não quer dizer que universidades mais voltadas para o ensino não tenham um papel a desempenhar. O editorial chegava ao fim preconizando as diferenças: “seria útil para o país admitir que prosperem diferentes tipos de universidades – as de pesquisa, voltadas para a formação de quadros, e as de ensino, especializadas em diplomar bons profissionais de nível superior”.

Isso foi ventilado em 2012, e a questão ficou ali. Só para pincelar uma das facetas do ensino privado no país, hoje, com os números consolidados, podemos afirmar que o dilema ‘mercado versus academia’ continua indicando que as instituições particulares estão no topo da lista das empresas que mais contratam. Líderes de RH, especialmente na região sudeste, apontam pelo menos nove escolas particulares entre as 15 melhores. Um grande salto de credibilidade.

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