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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As relações de consumo vão mudar, e não sabemos o que vai acontecer. Sai na frente quem começa a experimentar desde cedo, porque terá um repertório maior para agir diante da mudança.” (Fernanda Hoefel, sócia da McKinsey)

Em meu último artigo, “Aviso aos navegantes”, mencionei relatório publicado pelo Fórum Econômico apontando que, até 2020, cinco milhões de empregos serão perdidos para a automação. Porém, ao mesmo tempo, a tendência é que as áreas de tecnologia, saúde, relacionamento com pessoas, educação, visão de negócios e criatividade estejam em alta para as transformações que inevitavelmente acontecerão.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Em 2016, o Brasil alcançou a marca histórica de 62.517 homicídios. O dado faz parte do Altas da Violência 2018, relatório divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea). Desse total, 33.590 eram jovens (15 a 29 anos).

Não é novidade que há algumas décadas vivemos uma situação de “violência epidêmica”. Ano após ano, os números relacionados a esse universo só crescem. Homicídio, sequestro relâmpago, assalto, furto e estupro são palavras que cada dia mais fazem parte do nosso cotidiano. A situação é tão grave que há cerca de um ano o jornal Extra, do Rio de Janeiro, criou uma editoria intitulada “Guerra no Rio”. Exagero? De forma alguma. O Atlas da Violência contabiliza 553 mil pessoas assassinadas no país nos últimos 11 anos, número maior do que os 500 mil mortos ao longo dos sete anos de guerra na Síria.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo
Foi professor da UFPR, PUCPR e vice-presidente da ACP
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Caso o nosso Ensino Médio fosse um aluno em uma escola, não teria passado de ano – e não apenas uma vez, mas em vários anos consecutivos. Quando da divulgação da média 3,8 (numa escala até 10) no último IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o Ministro da Educação, Rossieli Soares, num lamento pungente, assim se expressou: “É mais uma notícia trágica para o Ensino Médio do Brasil”. Afinal, já faz 20 anos que essa nota permanece nesse patamar crítico, ignominioso.

O IDEB, o mais relevante indicador da qualidade da nossa educação, é gerado a cada 2 anos pelo Inep/MEC a partir de avaliações em todas as escolas públicas, sendo facultado às privadas a participação voluntária. E outros resultados também corroboram com o que o MEC realça como trágico: de cada 10 alunos que concluem o Ensino Médio, 7 o fazem sem os níveis adequados em Português e Matemática; no último PISA – exame internacional que coteja os resultados de 70 países aplicado a adolescentes de 15 anos –, funestos foram os resultados: o Brasil obteve a 53ª posição em Linguagem, 63ª em Ciências e 66ª em Matemática; e nas provas do Enem, aplicadas aos que concluíram o Ensino Médio, se constata uma gradual queda nas notas em Matemática e Português.

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