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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Somos um país de pelo menos dois Brasis, e na educação não é diferente. Somos um pais em que interesses particulares e corporativistas dominam setores inteiros do estado nacional, obstruindo qualquer possibilidade de gestão e funcionamento eficientes, o que também ocorre na educação.” (João Batista Araújo e Oliveira)

O primo pobre e o primo rico faziam parte do programa humorístico “Balança, mas não Cai”, que era um sucesso estrondoso na televisão da década de sessenta. O primo pobre (Brandão Filho) ia sempre ao apartamento luxuoso de seu primo rico (Paulo Gracindo), buscando solução para algum problema de ordem financeira e saía sempre desacorçoado e com as mãos abanando.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Todos estranharam quando o Facebook adquiriu por 20 bilhões de dólares o WhatsApp, com cerca de 1 bilhão de assinantes, mas que nada faturava. Porém Zuckerberg tinha planos grandiosos para ele: transformá-lo no maior meio de comunicação e colaboração entre pessoas; executar todos os serviços que os bancos prestam, mas sem precisar de instalações e ser o maior intermediador de negócios do mundo (Saiba mais).

O Walmart já está experimentando em supermercados americanos um aplicativo que elimina filas de espera para pagar as compras. As pessoas simplesmente escaneiam os produtos adquiridos e eliminam o trabalho dos caixas. Isso não representa grande novidade, pois no nosso dia a dia usamos aplicativos para tudo, inclusive para os religiosos lerem a Bíblia.

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Nelly de SouzaNelly Narcizo de Souza
Coordenadora da pós-graduação em Neuropsicologia Educacional e Desenvolvimento Infantil da Universidade Positivo e professora da Graduação em Pedagogia
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Mais de vinte anos depois da Declaração de Salamanca e ainda não conseguimos construir contextos educacionais plenamente inclusivos. Venho me perguntando e propondo essa reflexão sempre que possível: onde estamos falhando? Já caminhamos tanto em termos de legislação, como de conhecimento. E a pergunta sempre vem: como construir uma escola inclusiva?

Várias são as questões que se interpõem na tentativa de responder a essas perguntas. Primeiramente temos que destacar que não se faz inclusão por decretos; mas sem eles, sem o aporte da lei, pouco seria possível. Em segundo lugar, não se faz inclusão educacional por descoberta de diagnósticos. Da mesma forma, sem eles não saberíamos qual é a especificidade de nosso alunado. Ainda, não se faz uma escola inclusiva apenas por vocação ou boa vontade. Foi-se o tempo em que poderíamos embasar a ação docente apenas com boa vontade; entretanto, sem tal dedicação talvez a frustração fosse ainda maior. Como diria Paulo Freire, é preciso esperança para que a luta não feneça. Por outro lado, ouço muito a queixa da falta de conhecimento a respeito do assunto. Contudo, pode-se perceber que mesmo tendo algum conhecimento a respeito do público alvo da Educação Especial, também se vê diante de dificuldades. Claro, que sem o conhecimento adequado nossas ações estarão ainda mais limitadas.

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