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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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A nossa desorientação afeta as esferas econômica, familiar, política, sexual, cultural. Se deixarmos de projetar nosso futuro, alguém o fará para nós, não em função dos nossos interesses, mas do seu proveito próprio. (Prof. Domenico De Masi) 

No meu último artigo publicado neste blog, abordei o intrincado mundo das redes sociais chegando à conclusão de que elas, ao mesmo tempo em que poderiam ser primorosos meios de cooperação para aperfeiçoamento científico, cultural e educacional, acabam se transformando em desperdício de vida com a troca de notícias falsas e vãs, tornando-se um raivoso e sangrento tribunal inquisitorial.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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No momento em que o Brasil corre o risco de ver extinta sua maior política pública de acesso à educação superior da história, o Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/18, recém divulgado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), alerta para o quanto a transformação de uma política social em política econômica pode comprometer o progresso do país.

A agenda de desenvolvimento sustentável adotada pelas Nações Unidas, lançada em setembro de 2015 com metas a serem atingidas até 2030, inclui entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a garantia de educação inclusiva, equitativa e de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais… (Rubem Alves)

 O aprendizado desde trinta mil anos atrás, quando o homem precisou transmitir suas vivências para os mais jovens, sempre foi intermediado por uma tela. Escrita na areia da praia, na terra, na argila, na pedra ou na árvore. Até que entre os séculos XVII e XVIII os educadores lassalistas criaram o maior invento tecnológico escolar que persiste até hoje: o quadro negro. Era, ou ainda é, a maneira do professor ir além de sua fala, registrar o que é importante para os alunos copiarem. O ato de ensinar sempre foi baseado na lousa, no livro, na apostila, mais tarde nos slides e power point.

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