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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Educar não se limita a repassar informações ou mostrar apenas um caminho, mas é ajudar a pessoa a tomar consciência de si mesmo, dos outros e da sociedade. É oferecer várias ferramentas para que a pessoa possa escolher, entre muitos caminhos, aquele que for compatível com os seus valores, sua visão de mundo e com circunstâncias adversas que cada um irá encontrar.”¹

No taxi, dias atrás, o motorista se mostrava inconformado porque que seu filho de 14 anos disse que se atrasaria para volta para casa porque ele e um colega iam ficar treinando a professora a usar o Power Point. Disse-lhe ser interessante os meninos ensinarem a professora, por ser o intercâmbio de conhecimentos uma das características do atual aprendizado. Ressaltei que não há mais idade para nada e o importante é aprender. O “azedo” taxista retrucou que se a professora tivesse 40 anos ele até concordaria, mas que ela nem tem 30 e teria obrigação de dominar a informática.

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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticou a decisão do Ministério da Educação (MEC) de liberar novas autorizações para a criação de cursos de Direito no país. A decisão foi publicada na Portaria nº 274, de 19 de abril de 2018, e concluiu a análise de processos protocolados em 2017.

De acordo com a OAB, “ao autorizar a abertura de novos cursos de Direito sem avaliar de forma pormenorizada a necessidade de instalação dos mesmos – ou sem a realização de um chamamento público – o MEC atesta sua permissividade e contribui com a continuidade do estelionato educacional que vem sendo praticado no Brasil”.

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Celso Niskier
Vice-presidente da ABMES e reitor da UniCarioca
Lioudmila Batourina
Consultora de parceria internacional da ABMES
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Devido a sua natureza lucrativa, existe uma falácia de que em instituições particulares a educação é de baixa qualidade. Sejamos claros e honestos: a educação privada aparece onde o setor público não é capaz de atender as necessidades da sociedade. Este é o caso do Brasil, onde 87,7% dos estudantes estão matriculados em IES particulares (dados do MEC 2017). De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pelo Congresso Nacional, até 2024 o Brasil deve atingir 30% do total de matrículas em IES. Hoje esse número é de apenas 15%. As necessidades reais da sociedade são muito maiores. Imagine se todas as instituições particulares fossem fechadas, o país teria um acesso muito limitado ao ensino superior – em poucos anos a economia brasileira encolheria para a república das bananas. Por isso, é justo dizer que o setor privado de ensino superior no Brasil é, de fato, um contribuinte muito importante para o plano nacional de educação e na solução dos problemas de inclusão social.

As instituições públicas, totalmente mantidas pelos contribuintes, estão tradicionalmente desempenhando o papel de uma locomotiva na ciência e pesquisa brasileiras. Do topo, a importância da educação profissional oferecida pelo setor privado é frequentemente subestimada, pois focam principalmente no ensino, e não na pesquisa. No entanto, com o tempo, muitas instituições particulares têm inovado e criado uma boa reputação, capaz de competir com o setor público em qualidade e destruir mitos, como:

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