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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Alguns ambientes educacionais pretendem se assemelhar a estradas bem pavimentadas, onde nelas professores e alunos dirigem com total visibilidade e com relativa certeza de onde querem chegar. Como já abordado antes, trata-se de ledo engano. A vida real é, naturalmente, cheia de buracos, às vezes sem acostamentos, e periodicamente carregada de densa neblina.

Ou seja, a maioria das metodologias educacionais, envolvendo os respectivos procedimentos e abordagens, tem tradicionalmente adotado como objetivo central evitar os tropeços dos alunos. Fundamentalmente, o ensino tradicional, ao informar, o faz para que o educando acerte e evite, a qualquer custo, os erros. De forma resumida, ter sucesso, normalmente, quer dizer não levar tombos, sabendo responder as questões corretamente e completando positivamente e no menor tempo possível os desafios apresentados.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp
Blog da Reitoria, publicado em 3 de abril de 2017
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A avaliação na educação superior brasileira, desde o início, esteve ligada aos processos de regulação – autorização e reconhecimento de cursos –, na graduação e na pós-graduação stricto sensu, em níveis de mestrado e doutorado.

A avaliação dos cursos de graduação sempre esteve na área executiva do Ministério da Educação, mais recentemente, com a participação do Inep e, até pouco tempo, do Conselho Nacional de Educação. No presente, o Inep realiza a avaliação in loco e a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) decide nos processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação – licenciatura, bacharelado e tecnólogo –, além dos relativos ao credenciamento e recredenciamento de faculdades, centros universitários e universidades.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Como pensar o papel do docente nos tempos atuais em que o aluno é diferente do que ele era há poucas décadas atrás? Ou seja, os educandos já não são os mesmos e tampouco o mundo nos quais os estudantes estão imersos é parecido com antes. Há poucas alternativas ao educador, a não ser se reconfigurar para não se tornar inócuo ou mesmo deixar de existir.

Há uma mudança drástica de foco em direção a privilegiar as chamadas competências metacognitivas, habilidades interdisciplinares, transversais ou socioemocionais. Entre as características metacognitivas, destaco, a título de ilustração, aprendizagem independente, solução de problemas complexos, perseverança, autocontrole emocional e cumprimento simultâneo de multitarefas em equipe. Tais predicados são especialmente relevantes em missões envolvendo pensamento crítico, capacidade analítica, uso do método científico, comunicação, colaboração, criatividade, empreendedorismo, empatia, cordialidade, respeito e gestão da informação e de emoções.

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