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Arquivo da categoria ‘Notícias’

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Paulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp
Membro do Conselho da Presidência da ABMES
Blog da Reitoria, publicado em 15 de julho de 2013
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A presidente Dilma Rousseff, diante das manifestações populares por melhores serviços públicos na saúde, na educação e nos transportes, lançou o Programa Mais Médicos, que tem por objetivo ampliar a quantidade de médicos formados no País e arregimentar médicos no exterior, para atender às comunidades brasileiras sem assistência médica ou aquelas onde ainda há carência desses profissionais. Um programa polêmico que, talvez, não resolva o problema dos serviços públicos na área da assistência médica e hospitalar, mas, pelo menos, seria uma ação positiva do governo, com todos os equívocos possíveis.

Quanto aos serviços públicos na educação básica, o governo da presidente Dilma prometeu apenas mais verbas, como 100% dos royalties do pré-sal para a educação, sem definir o nível a ser atendido. Uma proposta genérica, demagógica, sem qualquer resultado prático.

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Gustavo Ioschpe

Gustavo Ioschpe

Gustavo Ioschpe
Veja, publicado em 19 de agosto de 2013
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“Seu Gustavo”, interfonou o porteiro do meu prédio, “o senhor não vai escrever nada sobre esse Mais Médicos?” Perguntei-lhe o que achava de mais essa iniciativa natimorta do governo como resposta às manifestações de junho. “Acho até que os médicos precisam devolver algo à sociedade, mas não sendo forçados a ficar dois anos em hospital público”, respondeu. É uma lógica elementar: em um estado de direito, ninguém pode exercer uma profissão contra a sua vontade. A frase me fez lembrar de uma declaração do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. Quando um cliente recém-absolvido diz não saber como expressar sua gratidão pelos serviços do advogado, a orientação de Thomaz Bastos é simples: “Depois que os fenícios inventaram a moeda, esse problema ficou simples de resolver”. É isso. Existe um modo fácil de garantir que futuros médicos, engenheiros, advogados e estudantes de outras carreiras ressarçam os cofres públicos: cobrar mensalidades de quem pode pagar. Por que criar planos tão mirabolantes, e circunscritos a médicos, se há um modelo mais simples e aplicável a todos?

Há um argumento apontado por quem vai contra essa ideia: as universidades públicas não podem cobrar mensalidades porque tudo que é público precisa ser gratuito. Nenhuma dessas pessoas vai aos Correios e espera mandar um Sedex de graça nem passa em postos da Petrobras imaginando pagar a gasolina com espírito cívico. O fato de algo ser público não tem relação com gratuidade. Se as universidades públicas cobrassem mensalidades, continuariam defendendo interesses públicos. Na maioria dos países desenvolvidos, as universidades públicas cobram mensalidades. Na OCDE, associação dos países desenvolvidos, dezoito membros cobram em suas universidades, incluindo os “neoliberais” Canadá, França, Itália e Japão.

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Solon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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O Programa Mais Médicos, plano do governo federal que visa ampliar o número de médicos no País e qualificar a formação desses profissionais – lançado no dia 8 de julho, pela presidenta Dilma Roussef, por meio da Medida Provisória nº 621/2013 – tem sido alvo de muitas críticas por parte de setores organizados da sociedade, especialmente, da classe médica e sua representação profissional.

Seguiu-se à MP a edição pelo Ministério da Educação da Portaria Normativa nº 13, de 9 de julho de 2013, que regulamenta a distribuição de novas vagas e normatiza os procedimentos para que os municípios interessados possam se candidatar e, com base em critérios específicos, possam ser selecionados para criar cursos de medicina.

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