Destaques
Facebook
Twitter

Arquivo da categoria ‘Economia’

Print Friendly, PDF & Email

Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
***

Períodos de crise econômica costumam ser um pesadelo para empresas e gestores. As contas apertam, os clientes desaparecem, tudo fica mais caro. O cenário parece desalentador. No entanto, com criatividade e organização, é possível atravessar a recessão e até crescer com ela. A crise pode ser, inclusive, uma oportunidade para startups.

Sendo as startups basicamente empresas pequenas, de base tecnológica e que oferecem produtos escaláveis, elas podem se beneficiar dos períodos de depressão econômica. É que, nesses tempos, o setor de tecnologia costuma ser o único não afetado. O motivo é bem simples: as empresas passam a ter que reduzir gastos, enxugar suas estruturas, otimizar a produção. E as soluções tecnológicas chegam como “salvadoras” para os gestores às voltas com as contas que não fecham. Aí reside a oportunidade das startups. É a chance de atender a essas demandas e oferecer produtos ou serviços que solucionem os problemas das companhias que sofrem com as quedas. Independente do setor em que atue, é importante que a startup esteja atenta aos movimentos do mercado e esteja pronta para aproveitar as oportunidades que aparecerem.

Leia mais »

Compartilhe:
Avaliar
Print Friendly, PDF & Email
Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
***  

“Somos um dos países mais desiguais do mundo, com gigantesco abismo entre ricos e pobres, e esses níveis extremos de desigualdades são incompatíveis com uma sociedade democrática.” (OXFAM Brasil)

Há algumas semanas, em artigo publicado no blog da ABMES (Como estão os cursos de pós-graduação nos EUA), comentei sobre meritocracia no processo seletivo e um leitor manifestou-se sobre qual meritocracia eu me referia, se a dos pobres ou a dos ricos.

Leia mais »

Compartilhe:
Avaliar
Print Friendly, PDF & Email

Ronaldo Mota
Consultor Educacional
Membro da Academia Brasileira de Educação e Diretor Científico da Digital Pages
***

Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou interessantes análises acerca das contribuições relativas de cada país para a economia global. A partir do Produto Interno Bruto (PIB), somatório de bens e serviços produzidos por cada nação, ajustado pela paridade do poder de compra, podemos obter indicadores acerca da respectiva qualidade de vida de seus habitantes.  

Um dos destaques negativos deste recente estudo é o Brasil. Pelo sétimo ano consecutivo, nossa participação percentual segue trajetória de queda, atingindo em 2018 somente 2,5%, a menor participação relativa, em quase quatro décadas, no PIB mundial. Para dimensionarmos o tamanho da queda, em 1980 o Brasil respondia por 4,4% da economia do planeta. De 1950 a 1980, a economia brasileira avançou, em média, 4,5% ao ano; por sua vez, entre 1980 e 2018, o crescimento anual médio foi de 0,9%.

Leia mais »

Compartilhe:
Avaliar
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics