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Arquivo da categoria ‘Economia’

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Luciana Santos
Coordenadora do GT de Qualidade e Inovação da Rede Senac EAD, consultora em learning analytics e tecnologias educacionais
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No último dia 05 de outubro, a Folha de S.Paulo publicou a matéria “Democracia tem aprovação recorde no Brasil”, apresentando a valorização recorde de 69% dada pelo brasileiro ao regime democrático.

Nas últimas semanas, também, a discussão sobre a importância tem sido a pauta de vários veículos de comunicação. Pelo que tenho lembrança, desde a redemocratização, é a primeira vez que vejo tanta gente, nas mais diversas situações, falando sobre o tema.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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A maior parte dos empresários que monta o seu negócio do zero, ou que adquire pelas circunstâncias de mercado, sempre sonha em colocar a sua empresa nos mais altos patamares do mundo dos negócios. Desta forma, torná-la uma empresa global, referência no segmento, com foco em inovação e conceito de credibilidade, passa a ser a principal meta dos gestores que possuem visão de futuro.

Agora imagine atingir tudo isso e colocar a sua empresa no topo do ranking: a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, que foi o resultado da soma de todas as suas ações na Bolsa de Valores de Nova York. Isso aconteceu no início de agosto com a Apple, empresa do ramo tecnológico conhecida pelos famosos produtos de hardware que incluem a linha de computadores Mac, iPod, iPhone, iPad, Apple TV e o Apple Watch. E o mais surpreendente é que é a primeira vez que uma empresa privada chega nesse patamar, e a primeira com base nos Estados Unidos. Leia mais »

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Que o Brasil é o país da burocracia, isso não é novidade para ninguém. Todo mundo já sofreu com a lentidão e os entraves causados pelo excesso de exigências legais para fazer muitas coisas. Quando olhamos para o setor das startups, a burocracia tem barrado as empresas de se desenvolverem, ou até mesmo de serem criadas. A chamada Lei do Bem, em atividade desde 2007 para incentivar o investimento em startups, apesar de bem intencionada, atrapalha mais do que ajuda.

A legislação concede isenção fiscal a empresas privadas que investem em projetos de inovação em parceria com centros públicos de pesquisa. Acontece que, para obter o benefício, é necessário um esforço hercúleo por parte do empreendedor, o que acaba por desestimular a procura. Resumindo, são três etapas para a aprovação de um projeto dentro da Lei do Bem: aprovação por três instâncias, a começar pela gerência do laboratório público parceiro da iniciativa; validação por um comitê formado por membros dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, e Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e, finalmente, comprovação à Capes de que o projeto não reduzirá a produção de artigos científicos, principal forma de avaliação de desempenho dos centros públicos de pesquisa.

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