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Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

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Bárbara Gionco Cano
Professora de Ciências no Colégio Marista Londrina

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Os estudantes de hoje pertencem à geração digital, têm fácil acesso a smartphones, tablets, computadores e notebooks conectados à internet e obtêm informações de diferentes áreas do conhecimento com poucos cliques. Essa geração já percebeu que a informação está disponível, então muitas vezes conclui que não precisa do professor para encontrá-la. Nesse contexto, os professores precisam modificar as estratégias de ensino, não apenas entregando aulas com o único intuito de transmitir o conhecimento integral, pois assim podem deixar os alunos desinteressados, desatentos e desmotivados.

Uma das estratégias para vencer essa barreira que a educação vem enfrentando é se valer de uma metodologia mais ativa, que promova a organização de uma sala de aula invertida, com a aquisição de conhecimentos por meio de video-aulas e materiais digitais e com a resolução de problemas usando mídias digitais e gamificação na sala de aula. A gamificação é o uso de elementos dos jogos na educação e permite agregar valor às aulas, proporcionando desafio, prazer e entretenimento à transmissão do conhecimento. Nesse contexto, tem se mostrado muito útil a plataforma de ensino Kahoot. Como um “game-show”, a plataforma foi criada em 2013 na Noruega e funciona de forma gratuita.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Você não sente nem vê/ Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo/ Que uma nova mudança em breve vai acontecer/ E o que há algum tempo era jovem e novo, hoje é antigo/ E precisamos todos rejuvenescer/ (…) No presente, a mente, o corpo é diferente/ E o passado é uma roupa que não nos serve mais. (Belchior)

 O aquecimento global, a globalização, os avanços da neurociência, da tecnologia, da medicina e da psicologia social são estímulos para repensarmos não só nossas escolhas econômicas e políticas, mas toda nossa forma de atuação no mundo e sobre o mundo. Parodiando Belchior, os modelos do passado já não nos servem mais.

No paradigma moribundo em que a maior parte das nações ainda vive, vigora o conceito de homem essencialmente egoísta, conduzido pela punição e pela competição, que visa ao lucro (resultado) imediato, importando-se mais com o presente e negligenciando/comprometendo inúmeras vezes o futuro do planeta e das futuras gerações. A esse conceito contrapõe-se o do ser humano essencialmente altruísta e colaborativo, estimulado pela curiosidade e pela cooperação que o novo milênio exige.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Não é mais novidade para ninguém que vivemos uma sociedade digital. Os avanços tecnológicos das últimas décadas – principalmente dos anos 2000 para cá – mostraram a capacidade humana de criar, desenvolver novos produtos, processos e técnicas. Tudo isso nos trouxe à sociedade disruptiva que se apresenta atualmente. Essa nova realidade trouxe consigo um cenário muito mais competitivo às empresas, visto que o acesso à tecnologia está muito mais facilitado, o que torna as possibilidades de inovação maiores. E é justamente a inovação que torna as companhias mais competitivas.

Para que isso se concretize, não basta oferecer produtos ou serviços considerados disruptivos ou inovadores. É claro que eles são o principal atrativo do público para a empresa. Porém, além de ter uma imagem moderna e inovadora, a empresa precisa ter em seu interior uma mentalidade voltada para as transformações digitais que vêm ocorrendo. É preciso criar uma cultura digital, inovadora, disruptiva.

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