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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele.” (Howard Gardner)

Um amigo que tem onze filhos – três moças e oito rapazes –, apesar de engenheiro, faz excelentes prognósticos médicos. Dizendo ele, aprendeu com o tempo a reconhecer as doenças porque todo mês tinha um filho enfermo. Uma coisa que ele não entendia era como seus filhos, educados da mesma forma, tinham desempenhos tão distintos na aprendizagem escolar. A mais velha era a mais comportada, mas era péssima aluna e só gostava de esportes. Enquanto isto, o quarto filho era um gênio na escola, o quinto um péssimo aluno e o décimo hábil desenhista que virou artista Plástico. Ele não conseguia entender como filhos de mesmo pai e mãe tinham comportamentos tão distintos.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Um dos termos mais citados nos campos de economia, mercado de trabalho e negócios é a inovação. Parece uma “nova” palavra mágica, centro de todo o pensamento moderno. Empresas buscam inovação, profissionais precisam inovar, países investem em ideias inovadoras. Temos toda essa consciência lá na frente, mas, um pouco mais atrás, no campo da educação, o pensamento inovador ainda não é valorizado e disseminado como deveria.

Reflexo disso é que o país ainda está muito longe de níveis bons de inovação. O Índice Global de Inovação colocou o Brasil, em 2018, na 64ª posição de 126 países – um patamar muito aquém do potencial que temos, dado o tamanho do país e a inventividade da população. Creio que muito dessa “responsabilidade” está no fato de não estimularmos adequadamente o pensamento inovador desde a escola. É bem verdade que, hoje, já vemos colégios que introduzem disciplinas como empreendedorismo, inovação e finanças em seus currículos acadêmicos, mas ainda é um percentual pequeno dentro do universo da educação básica nacional.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Do latim, lectura, de legere, de início teve o sentido de colher, escolher. Vale também escolher o livro semeado. Isso depende da qualidade da semente. Consta que até a Idade Média a leitura era feita em voz alta. Mas Santo Agostinho relata de seu ídolo, Santo Ambrósio, morto em 397: “Quando lia, conduzia os olhos pelas páginas, e seu coração procurava o sentido, mas sua voz e língua silenciavam”.

Existe a expressão “devorador de livros”. Na verdade, ler é como comer. O profeta Ezequiel usou esta expressão, literalmente: Come o livro! E dele se alimentando, encher-se-ão as tuas entranhas, e a tua boca se tornará doce como mel. Os pensamentos assim digeridos, isto é, meditados e assimilados, brotarão e produzirão frutos proveitosos em palavras amadurecidas.

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