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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Em 2016, o Brasil alcançou a marca histórica de 62.517 homicídios. O dado faz parte do Altas da Violência 2018, relatório divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea). Desse total, 33.590 eram jovens (15 a 29 anos).

Não é novidade que há algumas décadas vivemos uma situação de “violência epidêmica”. Ano após ano, os números relacionados a esse universo só crescem. Homicídio, sequestro relâmpago, assalto, furto e estupro são palavras que cada dia mais fazem parte do nosso cotidiano. A situação é tão grave que há cerca de um ano o jornal Extra, do Rio de Janeiro, criou uma editoria intitulada “Guerra no Rio”. Exagero? De forma alguma. O Atlas da Violência contabiliza 553 mil pessoas assassinadas no país nos últimos 11 anos, número maior do que os 500 mil mortos ao longo dos sete anos de guerra na Síria.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Ocorrem inúmeros assaltos e acidentes de trânsito no Brasil, variando sua incidência de lugar para lugar. Variam, também, de acordo com a época do ano: carnaval, semana santa, Natal, fim de ano… Acidentes de trânsito ocorrem assim, principalmente, durante os feriados prolongados. Nos dias seguintes, divulga-se a estatística. Se morreu uma pessoa a menos, na mesma época, do que no ano anterior, considera-se notícia boa, positiva. Da mesma forma, com relação aos assaltos.

Não é o caso de contestar as estatísticas, tampouco de ser visionário. Mas entendo que, na análise dos dados, a perspectiva, mesmo que seja utópica, deveria ser esta. Partindo da premissa de que o Brasil poderia ser melhor, bem melhor. “Ah, meu Deus! Eu sei, eu sei que a vida devia ser bem melhor e será”, cantou Gonzaguinha que, por sinal, morreu num acidente de trânsito.

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Fabio Carneiro
Professor de Física no Curso Positivo, em Curitiba/PR
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*BIP* *BIP*, uma mensagem, você olha e, inconscientemente, sorri. Essa é uma cena comum para os usuários do WhatsApp. Talvez, quando a leu, identificou-se por ser um usuário do aplicativo, utilizando-o por entretenimento, trabalho ou para a comunicação com diferentes pessoas, mas com assuntos comuns.

Graças a essa ferramenta, o diálogo virou dinâmico, isso é um fato, pois basta ver a velocidade com que as grandes manifestações são organizadas por meio dela ou a rapidez com que uma notícia, um “meme” ou um vídeo é compartilhado pelas pessoas em seus grupos de amigos, chegando a ganhar repercussão nacional. Alguns homens na Copa da Rússia perderam seus empregos e foram processados no Brasil devido a um vídeo publicado. Esse novo formato, mesmo sem percepção, exige um talento ímpar para que a comunicação seja clara, límpida e não gere ruídos ou desentendimentos. Acredito que você, como quase todos, já foi surpreendido por uma mensagem que, digamos, não caiu bem. Especialmente se ela foi veiculada no grupo da sala do seu filho, situação essa que desencadeia intensos debates entre mães e pais.

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