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Hugo Quinta
Consultor da Hoper Educação
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O Ministério da Educação, através do Instrumento de Avaliação para os cursos de Graduação, prevê a possibilidade de utilização do acervo virtual na bibliografia básica e complementar dos cursos de bacharelado, licenciatura e ensino a distância. Os livros digitais representam um avanço significativo na medida em que amplia o acesso à leitura e potencializa, positivamente, o processo de ensino-aprendizagem. Resta, entretanto, questionar o formato, analisar os mecanismos de leitura dos livros digitais e identificar o papel dos professores como intermediários imprescindíveis para o êxito dos leitores virtuais.

A história dos livros impressos é longeva, vem desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, consolidando-se na Idade Moderna e massificando na Idade Contemporânea. Primeiro utiliza-se o formato de códice e do pergaminho, depois as máquinas de Johannes Gutemberg revolucionam o procedimento de confecção dos livros impressos. As técnicas tipográficas melhoram os aspectos gráficos, editoriais e barateiam o custo de produção. No século XX, o advento da fotografia e do cinema coloca os impressos em xeque, as imagens das fotos e as imagens em movimento disputam os leitores, e cresce o número de espectadores nas salas de cinema.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem.” (Millôr Fernandes) 

Já contei a história do pastor evangélico que enviava durante a semana pelo WhatsApp mensagens religiosas, culturais e educativas para mulheres de baixa renda e, no domingo, baseado nelas, dava aulas de aprimoramento profissional.

O WhatsApp, assim como outras redes sociais, é um grande meio de enriquecimento intelectual, mas, por outro lado, pode se transformar em um veículo de achincalhamento moral invencível. Porque todos nós recebemos, diariamente, enxurrada de comunicados de péssimo gosto e que, além de nos fazer perder tempo com sua leitura, nada acrescentam. Penso que vale a pena falarmos dessa mídia.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Há vinte anos, poucos empresários consideravam importante o respeito ao meio ambiente. Atualmente, a sustentabilidade é um elemento central na atividade e cada vez mais essencial na estratégia das empresas. Durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que a sustentabilidade estaria diretamente relacionada ao meio ambiente. Entretanto, essa ideia é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. Para se desenvolver de forma sustentável, uma empresa deve atuar de forma que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa.

O pilar ambiental refere-se, basicamente, à preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, além da redução do desperdício de materiais. O social compreende ao capital humano relacionado às atividades do empreendimento, incluindo a comunidade, o público-alvo, os fornecedores e a sociedade em geral. E finalizando, o econômico inclui assuntos referentes à produção, distribuição e consumo de bens e serviços, considerando os pilares ambiental e social.

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