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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O mercado financeiro brasileiro vem passando por grandes mudanças. Se, antes, um número reduzido de empresas de grande porte dominava o setor, hoje, a situação é bem diferente. Com o desenvolvimento das tecnologias e o surgimento das fintechs – startups da área financeira – e dos bancos digitais, a maneira como as pessoas se relacionam com o dinheiro e suas transações está, paulatinamente, se diversificando.

Agora, ninguém precisa mais ficar preso a um banco ou a uma financeira, com seus juros altos e taxas sobre todas as operações. Com essa nova realidade, as fintechs têm se tornado grandes empresas que conseguem competir – embora ainda não em pé de igualdade – com os grandes bancos.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Segundo o psicólogo jesuíta Anthony de Mello, devemos nos alimentar de prazeres naturais, desfrutando da natureza, exercitando os sentidos externos: audição, olfato, paladar, visão e tato. Existe todo um mundo a descobrir, continua Tony de Mello, a partir dos nossos sentidos atrofiados. Em geral se fala em educação física, educação intelectual, educação moral e cívica, mas pouco se fala em educação sensorial. Educação essa para um razoável controle dos órgãos receptores de luz, calor, pressão, sabor, que se transformam em impulsos nervosos, a percorrerem as células nervosas até o centro nervoso, o cérebro, sentido interno, receptor, culminando com o sexto sentido, capaz de perceber o que aos outros escapa.

Dizem que, em terra de cegos, quem tem um olho é rei. Isso porque as pessoas têm dois olhos. Não apenas as leis dos meus olhos são feitas por mim, mas as da audição, as leis do olfato a perceber os odores, as leis do paladar, os sabores. Também as leis do tato correm por conta de quem percebe e valoriza sensações tácteis gostosas. Além disso, o princípio de que nada vai ao inteleto sem que antes tenha passado pelos sentidos.

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José Pio MartinsJosé Pio Martins
Economista e reitor da Universidade Positivo
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O Brasil ainda é um país pobre. Pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil está na posição 79 entre 171 países. Dividindo a produção nacional pela população, o produto por habitante aqui equivale a um quinto do que é nos Estados Unidos. A explicação sobre por que um país se desenvolve e outro se mantém no atraso e na pobreza, ainda que em condições naturais parecidas, não é simples nem é fácil. Um desafio da ciência econômica tem sido formular uma teoria que consiga explicar as bases e as leis do desenvolvimento econômico.

Até a Revolução Industrial (1750-1830), a sobrevivência humana era retirada da terra e dos recursos naturais, e as obras do pensamento explicavam a produção de riqueza basicamente a partir da contribuição da natureza. Até então, não havia crescimento do produto por habitante, todo crescimento advinha do crescimento da população. Após o surgimento do motor a vapor, do trem de ferro e das máquinas industriais, os estudiosos começaram a examinar a contribuição dos bens de capital na produção e na produtividade-hora do trabalho.

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