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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“As interações universidade-indústria-governo, que formam uma “hélice tríplice” de inovação e empreendedorismo, são a chave para o crescimento econômico e o desenvolvimento social baseados no conhecimento.” (Henry Etzkowitz e Chunyan Zhou)

O estudo “Pesquisa no Brasil – Um relatório contratado pela   CAPES”, realizado pela empresa norte-americana Clarivate Analytics, mostra que 99 % da produção científica brasileira é feita quase exclusivamente pelas universidades públicas. Entre 2011 e 2016 foram produzidos mais de 250 mil trabalhos na forma de ensaios, artigos ou dissertações publicadas em periódicos especializados ou nos anais de congressos.

Para o setor particular, a grande dificuldade é como sustentar uma pesquisa, pois na realidade ela é desejada pelos estudantes, ansiosos de colocar em prática seus conhecimentos.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Falar em administração pública, no Brasil, é quase sempre falar em lentidão, morosidade, burocracia e entraves. É raro ver algum serviço que funcione de forma adequada. Reclamações não faltam; problemas, também. Apesar de vivermos em uma sociedade extremamente digital, o setor público ainda está preso a velhas tradições e regras do século passado, com processos  arcaicos analógicos e sem o uso correto das novas tecnologias. A inovação, que deveria ser palavra de ordem, parece estar esquecida.

As demandas da população têm aumentado em número e diversidade, o que exige da gestão pública investimentos no desenvolvimento de novas soluções, que possam atender ao público de forma mais ágil, objetiva e com economia. Uma equação que pode ser complicada, mas necessária. Não se pode, no entanto, continuar agindo como 10, 20 anos atrás. É verdade que já vemos uma série de iniciativas para tornar o setor público mais célere e menos amarrado, mas ainda há muito a se fazer.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Concerto, com “c”, não tem nada a ver com conserto com “s”. Na verdade, temos aí o mesmo som, num e noutro vocábulos, mas com grafia e sentido diferentes. Conserto, com “s”, se diz de consertar, como ato ou efeito de restaurar, reformar alguma coisa ou mesmo de reparar algo mal feito, inclusive moralmente. Já concerto com “c”, do italiano, tem o efeito de conjunto harmonioso de instrumentos, por vezes concertando com um ou uma solista ou com o canto coral.

Por analogia, fala-se em concerto das nações, embora sempre caiba, na ONU, o conserto das nações com “s” também. As Nações Unidas estão longe de formar uma orquestra.

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