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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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O ditado popular já diz: “Duas cabeças pensam melhor que uma”. Muitas vezes, pelas nossas limitações de conhecimento, nossas ideias esbarram em barreiras que podem ser facilmente ultrapassadas quando trabalhamos em conjunto com outras pessoas. Além da inovação, a troca de conhecimentos pode levar ao aperfeiçoamento do conceito inicial. (Nex Coworking)

Na semana passada, publiquei no Blog da ABMES uma reflexão sobre “Competências e habilidades: a discussão do momento”. Embora nestes artigos eu faça muito mais o papel de curador do que de escritor, ficamos lisonjeados quando recebemos comentários que dão maior densidade ao nosso texto e que agregam valor ao artigo.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O termo “nova economia” foi utilizado pela primeira vez em 1996, pela revista norte-americana BusinessWeek e fala da transição de uma economia baseada na indústria para uma economia baseada nos serviços. Apesar de já se terem transcorrido 23 anos, a expressão se mantém atual, pois o cenário econômico mundial tem se renovado, e cada vez mais rapidamente. Com o desenvolvimento das novas tecnologias, a economia de serviços ganha força e impulsiona o crescimento das startups.

Nesse cenário, a inovação e a disrupção são as palavras de ordem. O foco deixa de ser o ambiente físico para ser o virtual. E é assim que surgem as grandes empresas nascidas em garagens, as startups que explodem criando soluções que mudam paradigmas e facilitam a vida das pessoas. Essa nova economia é composta por quatro tipos de negócios: os criativos, os sociais ou de impacto, os inovadores e os escaláveis.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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O chinês John Chiang Hsiung Wu escreveu Para Além do Oriente e do Ocidente. John Wu (+1986) foi contemporâneo do indiano Anthony de Mello, que veio a falecer no ano seguinte, em Nova Iorque. Esse jesuíta tenta uma síntese entre a espiritualidade do Oriente e do Ocidente. De acordo com budismo, a origem da dor, que gera sofrimento, é o desejo. O fim da dor consiste na supressão do desejo ao ponto de alcançar o nirvana.

Para Anthony de Mello, onde existe amor não há desejos. Amar significa, basicamente, aceitar o próximo como ele é, não uma imagem que não existe. As pessoas inseguras não desejam a verdadeira felicidade, é o que diz Tony em Autolibertação, pois temem os riscos representados pela liberdade. Continuam presas aos desejos, que, por sua vez, podem gerar medo, ansiedade, tensões, desilusão, desespero. Como psicólogo, via isso todos os dias. As pessoas não procuram a cura, mas o alívio; elas não querem mudar, porque a mudança expõe e compromete. A terapia pode representar uma troca de problemas: tira um, bota outro. Na cadeia externa, a chave fica com o carcereiro; na jaula interna, a chave fica com nós mesmos, que “vivemos polindo as nossas grades, ao invés delas nos libertarmos” (Pedro Bloch).

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