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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Falar sobre inovação ainda é assustador para muitas pessoas e empresas. Claro que inovar não é fácil, mas também não pode ser tão difícil a ponto de ser evitada. O primeiro e maior obstáculo à inovação é o medo, de variadas formas, como aversão ao risco, por exemplo. Entretanto, verdade é que não inovar é um caminho, sem volta, para o fracasso.

Quando pensamos em inovação tecnológica, a primeira palavra que nos vem à cabeça são as startups, tão em moda nos últimos anos. Porém, não podemos restringir nosso olhar. Existem vários ambientes que são propícios e proporcionam inovação. Empresas, lugares e até programas que ajudam a quebrar as barreiras do medo e transformam pessoas e negócios. O ambiente não só influencia a empresa como costuma ser o causador das demandas de inovação. Afinal, grande parte das empresas precisa inovar em função da concorrência ou precisa se adequar às mudanças externas.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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À medida que o tempo passa, se estamos lúcidos, vamos estocando experiências, descobertas, frustrações. De certa forma, arrastando o passado dentro de nós. Portadores, todos nós, de influências tidas como benéficas ou maléficas, de influências positivamente pedagógicas, estimulantes, ou negativamente antipedagógicas, desestimulantes, quando não traumatizantes. Do tipo: – Você não dá pra isso! Desista para o resto da vida. Em alguns casos de superação a pessoa se propõe provar justamente o contrário, quando encara o desafio e o vence com galhardia.

Estocando erros e acertos, ganhos, perdas e danos, “e le angoscie di una povera ricchezza”. Dependendo de como encaramos o peso dessa memória mista de conceitos, preconceitos e emoções, podemos nos sentir paralisados por dentro, reféns do passado. Um paralítico pode estar mais centrado do que uma pessoa normal fisicamente. Tudo uma questão de se encontrar, de encontrar a vida.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo e membro do Conselho Estadual de Educação
Foi professor e diretor da UFPR e PUCPR
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Incomensuráveis são os méritos atribuídos a Pitágoras, embora uma figura imprecisa historicamente, uma vez que nada deixou escrito. As primeiras referências a esse monumental legado datam de cem anos após sua morte, em torno de 497 a.C., e deve-se a Filolaus, que nos repassou o que aprendeu com um dos discípulos de Pitágoras. Mais tarde, também Platão fez menção aos seus ensinamentos – não se referindo à pessoa física, mas sim, à Escola Pitagórica. Mais recentemente o filósofo e matemático Bertrand Russel o classificou como “um dos maiores homens de todos os tempos”.

Pitágoras nasceu na ilha de Samos, na região então conhecida como Ásia Menor, e durante 30 anos percorreu Egito, Babilônia, Síria e, possivelmente, Pérsia e Índia, locais onde acumulou ecléticos conhecimentos em geometria, aritmética, astronomia, filosofia, misticismo e religião. Por muitos anos permaneceu no Egito, onde se fez sacerdote para melhor entender os ritos e religiosidades.

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