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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Um amigo me comunicou a morte de sua esposa, “amada parceira de vida, a metade de uma assim pensada unidade”. Disse ter estado meditando e, sentindo-se reerguido, sabe que a vida, fora e dentro dele, continua. Dentro de nós dormem aqueles que a gente amou e que se foram ou que adormeceram no Senhor, segundo a fé cristã. Nós é que os despertamos. Para os que aqui ainda estamos e para aqueles aos quais a vida lhes parece fluir normalmente, dar-se conta da morte de quem amávamos e a quem continuamos a amar desperta em nós uma imagem viva. Imagem viva e bem vívida. O que, sempre oportunamente, sugere uma reflexão sobre essa espada de Dâmocles pendurada sobre a nossa cabeça. Inexoravelmente. A pasta de dente não volta pra dentro da bisnaga.

“Inter vivos” significa entre vivos, como em doação “inter vivos”, isto é, não por testamento. No caso, aqui e agora, reflexão “inter vivos”, isto é, não por amedrontamento, mas por tomada de consciência. Cedo ou tarde os afluentes se perdem no oceano. A vida de todo mundo está sempre por um fio preso a um contrato de risco: um câncer, um acidente fatal, uma picada letal, “de susto, de bala ou vício”. Um mistério para ser vivido. A qualquer momento o ciclo da vida pode topar com um dique. Como agravante, o clima de violência explícita nos faz temer permanentemente pela nossa integridade física. Um problema para ser resolvido.

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wanda_camargoWanda Camargo
Educadora e assessora da presidência do Complexo de Ensino Superior do Brasil – UniBrasil
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“As mina pira”. Esta frase é um prodígio: consegue em três palavras ser machista, sexista e afrontar a gramática. “Mina” era como malandros exploradores de mulheres as chamavam, pois delas vinha o seu ouro fácil. E o contexto da música é convite para uma festa em que todos se embriagam, usam drogas e muitas vezes perdem a noção da realidade.

Os anos 1960 vão longe, os anticoncepcionais, a liberação sexual, o início da libertação feminina, os costumes menos travados, a quase igualdade de direitos entre mulheres e homens. Seria de esperar, não fora um excesso de otimismo, que os homens da geração atual estivessem menos inseguros em suas relações afetivas, e que as mulheres não aceitassem mais ser tratadas como objetos, “minas”, “cachorras”, “preparadas”.

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Francisco Reinord Essert
Superintendente administrativo da Gerar – Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional
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Na jornada da vida, é impossível não lembrar como a primeira experiência é marcante e pode ajudar na definição do futuro. Desde o primeiro passo, seguido do primeiro tombo, as primeiras vezes nos ensinam não somente a como ter sucesso, mas também que é possível errar e recomeçar, em uma contínua busca pela superação. Um círculo virtuoso baseado em aprendizados.

Em um País repleto de jovens, no qual 25% da população possui entre 14 e 29 anos, é importante que uma das primeiras experiências não seja somente valorizada, mas incentivada: o primeiro emprego. Hoje, o Brasil conta com programas como a Lei da Aprendizagem e a Lei do Estágio, que direcionam os jovens para atividades que podem ser o passaporte para o mercado de trabalho e proporcionam que a teoria vire prática, o que vai tornar o jovem em um profissional.

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