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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Existe um jeito de dar um jeito? Existe. Basta, no caso dos parlamentares, querer “usar um projeto contra a corrupção como hospedeiro de uma anistia para salvar o pescoço de políticos que usaram caixa dois”. “Brasília é uma ilha, uma cidade que fabrica sua própria lei.” É excelência pra lá, excelência pra cá, reforma pra lá, reforma pra cá, dois pra cá dois pra lá, caixa dois, assim, ou assim – caixa 2, não importando se caixa de ressonância, ou não, dos anseios populares. Controlam com tacadas de mestre os recursos desviados da escrituração legal, com o objetivo de sonegá-los à tributação fiscal. Propina, vocábulo esvaziado de seu conteúdo, virou palavra de almoço e janta, de botequim e parlamento, de rádio e televisão.

Os culpados se defendem da imputação de corrupção lançando mão de todos os meios, absurdos e inimagináveis, à mão, fora de mão, sem abrir mão: silêncio, negativa, mentira, transferência de culpa. Acusam a Justiça de extrapolar e extrapolam de suas competências, atribuições e obrigações. Mas não deixam de se atribuir imunidade parlamentar, foro privilegiado, impunidade, propinas e quejandos. Um congresso longe de ser um Congresso com um “C” maiúsculo.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Professor e autor de livros, foi diretor de escolas, presidente do Sinepe/PR e vice-presidente da ACP
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Em todo relacionamento – em maior ou menor frequência e intensidade – haverá conflitos. E uma vez passada a fase da paixão, há três verbos que merecem ser conjugados: respeitar, dialogar e perdoar. O outro inevitavelmente possui escala de valores própria, nem sempre coincidente com aquela do companheiro e, tanto quanto seu DNA, carrega consigo uma história, experiências, traumas, aspirações e laços familiares que muito moldam suas expectativas. Neste mister, “sai sempre ganhando quem sabe amar e perdoar; não quem tudo sabe e tudo julga” – se faz oportuno Hermann Hesse, escritor alemão.

Quem tudo sabe ou tudo julga transfigura o companheiro num oponente. E, em qualquer relação, as discordâncias são salutares, até mesmo momentos de raiva – que são próprios da natureza humana –, desde que não degenerem o relacionamento em mágoas e que prevaleçam o diálogo, o companheirismo e a força dos bons argumentos. Ou, nas palavras do Apóstolo Paulo: “não se ponha o sol sobre a vossa ira”.

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Rafael Villas Bôas
Consultor Associado de Marketing na Hoper Educacional e Diretor de Planejamento na Agência Fess’Kobbi
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Recentemente, um executivo de marketing me relatou uma oportunidade que chegou à sua mesa: uma lista de leads. Eu não acompanho em tempo real as mudanças léxicas da indústria do marketing digital, como um analista de mídias online acompanha. Talvez algum especialista mais “antenado” que eu na bibliografia dessa disciplina (tão dinâmica e tão mutável) possa corrigir as impressões conceituais que tomo a liberdade de compartilhar.

Na minha – franciscana – opinião, o que configura um LEAD é o tempo. Um lead é um lead a partir da submissão de seu cadastro. Então não existe – para início de conversa – o conceito de “lista de leads”, senão se for uma lista das fichas colocadas em nosso sistema nos últimos minutos.

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