Destaques
Facebook
Twitter
Print Friendly, PDF & Email

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

A canção, com esse título, foi composta por Franco Migliacci e Sante Maria Romitelli, e interpretada por Gianni Morandi. Além da música e da interpretação primorosas, é marcante o recado, tocante a mensagem. Pois, meu amigo, minha amiga, que estás olhando ao teu redor, não acredites em teus olhos, não, não creias no teu olhar. Não acredites nas falsas aparências, como, além da ilusão de óptica, na ilusão auditiva, no olfato, gosto e tato que também podem nos enganar. E, enganando-nos, fazer com que a nossa mente tome uma coisa por outra, que interprete erroneamente um fato ou uma sensação.

Choras e eu sei por quê, o que sentes agora eu também estou sentindo. Vontade de chorar ante tanta incerteza: atentados, violência generalizada, guerras, guerrilhas, incêndios criminosos ou por desleixo e abandono, corrupção institucionalizada, fome de poder e mando, radicalizações. Um misto de angústia, pensamento positivo e fé. O mundo te dá medo, mas não te deixes abalar. Coragem. Eu, eu choro contigo e como tu.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

Cláudio Anjos
Diretor-executivo da Fundação Iochpe e do Instituto Arte na Escola
Valor Econômico, publicado em 11 de setembro de 2018
***

Qual o papel das artes para o desenvolvimento econômico e social de um país? Ou melhor, como políticas educacionais que priorizam o ensino de artes podem contribuir para esse processo?

Atualmente essas perguntas têm ocupado as cabeças de muitas lideranças governamentais e empresariais, pesquisadores e especialistas em educação no mundo todo. Evidências não param de ser produzidas e indicam algumas respostas: a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, recomenda que as artes na educação sejam, “sem dúvida”, uma dimensão estratégica da política de inovação de uma nação. O grupo que congrega os países mais ricos do mundo advoga que à medida em que habilidades se tornam uma espécie de moeda forte global hoje e num futuro que já bate às nossas portas, escolas devem trabalhar com práticas baseadas em conhecimento diversificado e preparar estudantes para desenvolver habilidades exigidas por uma economia moderna e globalizada e pelo desafio de melhorar as relações sociais.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

Paulo VadasPaulo Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
***

A destruição dos cursos sequenciais é só um exemplo de como comportamentos, atitudes e expectativas institucionalizadas são prejudiciais à modernização da educação brasileira. Certamente, vários outros exemplos de inconstitucionalidades. Ilegalidades, e inconsistências do poder executivo poderiam ser analisados, expondo o que Anthony Downs  escreveu em seu livro “Inside Bureaucracy” (1964): “Minha teoria é baseada sobre a hipótese fundamental que oficiais burocráticos, da mesma forma que outros agentes da sociedade, são motivados por interesses próprios… Quanto mais antigo, mais o órgão burocrático desenvolve regras e regulamentos. Os objetivos dos dirigentes é o de manter e expandir a organização e não mais o de atingir o propósito original do bureau… Quanto mais velha e grande o bureau se torna, mais ele é movido pela inercia… provocada pelas regras estabelecidas, hábitos, procedimentos, e relações interpessoais internas… as grandes organizações, racionalmente, tendem a rejeitar novas maneiras e inovações…”

As teorias de Downs se aplicam a qualquer tipo de burocracia de grandes empresas: públicas ou privadas.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics
Página 3 de 83312345...102030...Última »