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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Presidente da Conaes
Blog da Reitoria, publicado em 18 de fevereiro de 2019
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Uma das prioridades do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrigues, é a extinção do analfabetismo. Para tanto, criou um órgão específico, a Secretaria de Alfabetização, a ele subordinada.

O art. 214 da Constituição, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 59, de 2009, determina que a lei estabelecerá a erradicação do analfabetismo.

Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE), com vigência de dez anos (2014/2024), estabelece, no art. 2º, diversas diretrizes do PNE. Com prioridade sobre as demais, o inciso I determina a erradicação do analfabetismo até junho de 2024.

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Ronaldo Mota
Consultor Educacional
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Em Londres, no mês passado, tive a oportunidade de jantar com o amigo Patrick Towell, um dos inovadores britânicos mais bem atualizados sobre tecnologias digitais. Perguntei de forma direta: “em poucas palavras, qual inovação impactará o mundo da educação no cenário próximo?”. Ele, imediatamente, respondeu com uma só palavra: “voz”. A curto prazo, todas as instituições educacionais competitivas terão adotado assistentes virtuais baseados em voz que se tornarão suas correspondentes marcas registradas. Serão também, segundo ele, suas principais interfaces de comunicação com os educandos e com o resto do mundo.

Assistente de voz é uma ferramenta digital que, fazendo uso de reconhecimento de comandos sonoros, desenvolve uma síntese de fala, via processamento de linguagem natural. Os incríveis avanços recentes de inteligência artificial têm propiciado assistentes de voz que mudarão nosso cotidiano com velocidade espantosa, incluindo os meios e métodos que adotamos para aprender, ensinar e se relacionar no mundo educacional. Leia mais »

 
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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior ***

As alterações promovidas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no final de 2017 concluíram o processo de retirada do caráter social do programa iniciado em 2015. Fundamentadas na necessidade de ajuste fiscal diante da crise econômica vivenciada pelo país e no alto índice de inadimplência, as alterações conferiram o caráter eminentemente fiscal e financeiro ao programa, tornando-o inacessível para os estudantes.

Para eles, a divisão das vagas em três modalidades, sendo duas geridas por bancos privados no que foi denominado Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), dificultou sobremaneira o acesso, já que o financiamento estudantil somente é liberado aos estudantes que atendem às exigências bancárias de garantia de pagamento, geralmente muito mais rígidas do que as adotadas pelo governo. Além disso, há que se estar atento às taxas de juros cobradas nas modalidades 2 e 3. Mesmo na modalidade 2, que conta com recursos de fundos constitucionais, as taxas de juros são mais altas do que as cobradas na modalidade 1 (onde ocorre o financiamento público). 

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