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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O futuro bate à nossa porta, e todas as ideias – exceto as que envolvem preconceito – terão chance de aparecer e serão valorizadas.” (Paulo Coelho)

Os “Avisos aos Navegantes” são publicações periódicas do Serviço Meteorológico da Marinha com o propósito de fornecer aos navegantes e usuários em geral informações destinadas à atualização de cartas e publicações náuticas brasileiras, afim de atender a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar.

Estou me lembrando delas porque faziam parte da programação de rádio da Hora do Brasil de antigamente, hoje A Voz do Brasil. Eram orientações para navegar com segurança e o chavão “Aviso aos Navegantes” ficou famoso. O mesmo não posso escrever com o que acontece hoje com os futurólogos e palpiteiros de plantão sobre a educação do futuro. Gente que acha ter bola de cristal em casa e no trabalho, videntes, apostadores, chutadores e demais que estão jogando todas as fichas nas profissões dos próximos anos.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O Brasil vem tentando, a duras penas, desenvolver seu ecossistema de startups. As empresas, que oferecem produtos ou serviços inovadores, geralmente de base tecnológica e com bom grau de escalabilidade, vêm sofrendo com as dificuldades econômicas por que passa o país, mas uma figura pode ser de grande ajuda nesse problema: o investidor-anjo. É a pessoa física ou jurídica que investe capital próprio em empresas nascentes, podendo tornar-se sócio do empreendimento. No entanto, o atual cenário não é muito favorável a esses players.

Segundo pesquisa da Anjos do Brasil, organização de fomento ao investimento-anjo e apoio ao empreendedorismo de inovação, a quantidade desse tipo de investidor no país teve um crescimento de 16% entre 2016 e 2017, chegando aos 7.615. O montante aportado no ano bateu a marca de R$ 984 milhões. Apesar de ser um recorde, o valor ainda é pouco, se comparado com o PIB nacional.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Empregamos o plural, em determinados casos, valendo para o masculino e o feminino. Assim: Prezados (eles e elas). Para o movimento feminista, LGBT e outros, a linguagem que inclui o feminino no masculino não seria inclusiva. Pelo contrário, seria sintomaticamente machista. Passou-se, então, ao desdobramento, como nas fórmulas: Brasileiras e brasileiros! Cidadãs e cidadãos! Todavia, a linguagem atual costuma ser simplificada e essa fórmula analítica não colou. Tenho visto mensagens eletrônicas assim: prezad@ (homem e mulher), prezad@s (homens e mulheres). Esse sinal gráfico se justificaria pelo fato de constar de um “a” minúsculo envolto num círculo aberto, o que seria interpretado como uma sobreposição das letras a+o=@. Outra proposta: usar a letra “x” em vez de @, por exemplo: “Todxs são iguais perante a lei”. Todxs…

No caso de utilizarmos barras para as duas desinências, assim: todos/as, eles/as, há quem diga que o feminino deveria preceder ao masculino, em consonância com a ordem alfabética: todas/os, elas/eles. Enfim… Filigranas podem refletir um bizantinismo sem resultado prático ou de consequências imprevisíveis, sobretudo na escrita padrão, considerada culta. Conceitualmente, a linguagem inclusiva tem como objetivo desconstruir a ideia longeva do masculino como universal, já que o contrário de fato não se dá: o feminino como universal, incluindo o masculino.

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