Destaques
Facebook
Twitter
Print Friendly, PDF & Email

Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
***

O termo “nova economia” foi utilizado pela primeira vez em 1996, pela revista norte-americana BusinessWeek e fala da transição de uma economia baseada na indústria para uma economia baseada nos serviços. Apesar de já se terem transcorrido 23 anos, a expressão se mantém atual, pois o cenário econômico mundial tem se renovado, e cada vez mais rapidamente. Com o desenvolvimento das novas tecnologias, a economia de serviços ganha força e impulsiona o crescimento das startups.

Nesse cenário, a inovação e a disrupção são as palavras de ordem. O foco deixa de ser o ambiente físico para ser o virtual. E é assim que surgem as grandes empresas nascidas em garagens, as startups que explodem criando soluções que mudam paradigmas e facilitam a vida das pessoas. Essa nova economia é composta por quatro tipos de negócios: os criativos, os sociais ou de impacto, os inovadores e os escaláveis.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

O chinês John Chiang Hsiung Wu escreveu Para Além do Oriente e do Ocidente. John Wu (+1986) foi contemporâneo do indiano Anthony de Mello, que veio a falecer no ano seguinte, em Nova Iorque. Esse jesuíta tenta uma síntese entre a espiritualidade do Oriente e do Ocidente. De acordo com budismo, a origem da dor, que gera sofrimento, é o desejo. O fim da dor consiste na supressão do desejo ao ponto de alcançar o nirvana.

Para Anthony de Mello, onde existe amor não há desejos. Amar significa, basicamente, aceitar o próximo como ele é, não uma imagem que não existe. As pessoas inseguras não desejam a verdadeira felicidade, é o que diz Tony em Autolibertação, pois temem os riscos representados pela liberdade. Continuam presas aos desejos, que, por sua vez, podem gerar medo, ansiedade, tensões, desilusão, desespero. Como psicólogo, via isso todos os dias. As pessoas não procuram a cura, mas o alívio; elas não querem mudar, porque a mudança expõe e compromete. A terapia pode representar uma troca de problemas: tira um, bota outro. Na cadeia externa, a chave fica com o carcereiro; na jaula interna, a chave fica com nós mesmos, que “vivemos polindo as nossas grades, ao invés delas nos libertarmos” (Pedro Bloch).

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo e membro do Conselho Estadual de Educação
Foi professor e diretor da UFPR e PUCPR
***

Neste preâmbulo, valho-me de duas valiosas e até antagônicas metáforas da sabedoria popular. Quando citei a primeira – “é o pássaro madrugador que apanha a minhoca…” –, meu amigo, admirável matemático e executivo de várias empresas renomadas, com um sorriso maroto, retrucou: “é, mas é o segundo rato que come o queijo…”. Sim, demorei um pouco para entender: o primeiro rato madrugador é abocanhado pelo gato!

Pois bem, analogamente a essa parábola, na Educação Superior brasileira, quem está comendo o queijo é a Educação a Distância (EAD), que é consideravelmente recente, mas já se consolidou. O expressivo crescimento dessa modalidade educacional, porém, não se fez sem efeitos colaterais, pois, com alguma dose de canibalismo, promoveu uma redução no ensino presencial. Com matrículas praticamente nulas em 2003, a EAD alcançou a cifra de quase 1,8 milhão de alunos em 2017 (dados mais recentes disponibilizados pelo INEP/MEC), com taxas de crescimento de até 27% ao ano. Nesse mesmo período, a modalidade presencial apresentou um incremento anual médio de 6%, no entanto apresenta um ponto de inflexão há três anos, com quedas consecutivas especialmente nas Instituições de Ensino Superior (IES) privadas.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics