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Caroline Rothmuller
Diretora da área de Educação da Elsevier Brasil
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As bibliotecas virtuais estão cada vez mais populares e são uma necessidade para estudantes e professores que consideram mobilidade algo fundamental. Elas combinam praticidade com conteúdo e se aliam ao livro físico, que continua sendo necessário ao estudante, em especial na área da saúde, criando um conjunto perfeito que oferece informação de qualidade.

Com o aumento do interesse pelas bibliotecas digitais, o Ministério da Educação (MEC) está trabalhando para disseminar novas diretrizes e serviços de qualidade para as graduações. Confirmando a importância do livro físico, a portaria normativa mais recente do MEC, de 2017, ressalta que, para os polos de ensino à distância atingirem conceito “5”, é necessário ter na biblioteca ao menos um exemplar de cada livro da bibliografia existente no Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Além disso, todos os livros da PPC devem possibilitar acesso virtual e estar disponíveis em computadores conectados. A organização no site da biblioteca precisa conter ainda uma relação de no mínimo 10 títulos de periódicos virtuais, relacionados a cada curso oferecido pela instituição.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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O conceito de incubadora vem daquele que se conhece nas maternidades: a incubadora é a responsável por manter o bebê vivo e auxiliar em seu crescimento ainda que ele nasça debilitado. (ABStartups)

Os cursos universitários brasileiros, na sua grande maioria, são orientados para que seus egressos sejam funcionários de empresas. Poucos cursos desenvolvem o espírito do empreendedor. Os TCCs (trabalhos de conclusão de curso), que deveriam ser a coroação objetiva e prática do aprendizado dos quatro anos de faculdade, nada mais são do que planos de intenções, sem serventia alguma, e raros são os que chegam a mostrar viabilidade. Tempo perdido de alunos e professores. Quantas boas ideias de negócios, produtos e serviços deixaram de ser viabilizadas por falta de apoio, orientação e ambientação? Tudo vai para o lixo, físico ou o do computador.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Já se tornou lugar comum ouvir o termo “brain drain” ou fuga de cérebros. Brain drain, fuga  de capital humano ou de cérebros  consiste na emigração de indivíduos detentores de alto grau de conhecimento   técnico ou  científico para países mais desenvolvidos, devido a  fatores como conflitos étnicos,  guerras,  riscos à saúde,   instabilidade política, mas,  principalmente,  como é o caso do Brasil, à instabilidade econômica com a consequente  carência  de investimentos em pesquisa nas áreas de  ciência e tecnologia, que, por via de consequência gera a falta de  oportunidades de  empregos  em nosso país.

Aquelas cabeças mais especializados em suas áreas do conhecimento humano, são atraídos para trabalhar em países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e Europa, já que lá conseguem benefícios pessoais,  reconhecimento da carreira, e principalmente, tem  oportunidades de desenvolver pesquisas em ciência e tecnologias, e o mais importante,  facilidade de empregos  com remuneração adequada.

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