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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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A figura de pai é tão marcante que se diz pai de magistral ideia, pai dos pobres, pai dos enfermos, pai João, pai Tomás… Também tristemente se diz que o ódio é o pai de muitos crimes. Mas tudo isso são palavras. Mais vale sentir-se pai.

Se, numa dessas entrevistas de lugares-comuns, clichês de mídia, alguém me perguntasse quando mais me senti pai, eu lembraria duas situações.

Isabela, então com onze anos, escorregou no piso molhado e fraturou uma perna. Horas depois, olhei para a perna engessada e, sinceramente, preferi estar no lugar de minha filha. Por que justamente ela? Por que não eu? Naquela hora me senti pai.

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Raphaela Ribas Lupion Gubert
Pedagoga, mestre em Educação e supervisora pedagógica na Editora Positivo
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Para muitos jovens o momento da inscrição no vestibular representa a materialização de uma grande dúvida: afinal, qual profissão escolher? Que projeto de vida quero para mim? Se para alguns a resposta é simples e fácil, para outros ela é mais complexa, exigindo busca por autoconhecimento. Essa situação é mais comum do que se imagina, afinal visualizar as próprias aptidões, identificar a profissão e área de atuação, buscar formação acadêmica e ainda empreender ou encontrar o emprego dos sonhos não são tarefas simples.

Entender os aspectos que relacionam a descoberta de vocações e mercado de trabalho deve ser a âncora dos trabalhos das escolas, de tal feito que ajudemos esses meninos a potencializar suas habilidades e competências para performar de maneira diferenciada em nossa sociedade, seja como cidadão ou como profissional. Leia mais »

 
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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá
http://reitoronline.ig.com.br
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Há vários estudos demonstrando como a miséria e a pobreza dificultam a aprendizagem. Uma outra variável menos estudada é o quanto as discrepantes desigualdades sociais afetam a todos, inclusive os mais ricos. Ou seja, mesmo aqueles que têm acesso a tudo, pelo convívio em sociedades excludentes, também são negativamente atingidos, em especial na educação.

O Pisa – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – é uma avaliação internacional que mede desde 2000, a cada três anos, o nível educacional de jovens de 15 anos por meio de provas de Leitura, Matemática, Ciências e, mais recentemente (desde 2012), Conhecimentos em Finanças. O exame é realizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade formada por governos de 30 países que têm como princípios a democracia e a economia de mercado. Países não membros da OCDE, como é o caso do Brasil, também podem participar do Pisa enquanto convidados. Atualmente, 70 países participam do Pisa, cujo objetivo principal é produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação básica e que possam subsidiar políticas nacionais de melhoria da educação.

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