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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Os governos e as agências de política mundial têm agora o desemprego tecnológico e o futuro do trabalho em suas agendas políticas.” (Michael Peters[i])

 Michael Adrian Peters é um filósofo, educador, intelectual respeitado e uma das figuras mais importantes da filosofia contemporânea da educação. Como muitos educadores críticos de sua geração, Michael acumula experiências e observações muito pertinentes do mundo do trabalho. Iniciou sua carreira no ensino médio, mas depois de sete anos encaminhou-se para o mundo da academia.

Para ele, em tudo o que aprendemos devemos ter em mente a Era da Razão Digital, considerando os futuros educativos, repensando a teoria e a prática.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Começo este artigo já dando resposta à pergunta do título: não somos preparados para inovar. Nossa educação, nossa formação pessoal e até psicológica, nada disso atualmente nos leva a ter um pensamento inovador. Somos “programados” para crescer, estudar, ter um emprego estável e cumprir um roteiro de vida considerado o “normal” para qualquer pessoa. E tudo isso vai na contramão da inovação, que caminha na direção do incerto, leva a pensar fora da caixa, sair da zona de conforto, quebrar padrões.

Acontece que a sociedade tem uma necessidade de estabilidade. Seguimos regras, muitas vezes sem nem saber porque fazemos aquilo. Desde pequenos nos perguntam o que queremos ser quando adultos, à espera de uma resposta que contemple uma carreira tradicional – como se uma criança tivesse conhecimento suficiente para decidir seu futuro de vida.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Apesar de toda a maravilha dos cinco sentidos externos, eles frequentemente nos enganam, como na ilusão de óptica e na auditiva, na disgeusia, distorção do paladar, como também no tato ou no olfato prejudicados. No mais, os sentidos não são puramente receptivos, perceptivos, mas seletivos. A partir daí construímos a nossa verdade filtrada por medos, dúvidas, incertezas, desejos, crenças, hábitos, preconceitos, rótulos, condicionamentos e circunstâncias.

Quem torce por um time de futebol defende mais um conceito, um hino, uma camisa, que a própria realidade que admite troca, compra e venda de jogadores. Interessa-nos o time, sua bandeira, suas cores, seus símbolos, independentemente de transações milionárias. As coisas são como são, as pessoas também. O erro de natureza cognitiva impede que a ficha caia e a gente caia na real. Leia mais »

 
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