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Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor do Curso Positivo, de Curitiba/PR
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Em uma sala de aula, o professor propõe a seguinte dinâmica: “Você lê ou ouve sobre um suposto envolvimento de um professor da sua escola com algo criminoso, bem grave. Um caso de pedofilia, por exemplo. Por acaso, trata-se de um professor rigoroso que vive cobrando atitudes corretas de vocês. Você conta o que leu ou ouviu para alguém? E, então, digamos que naquela semana, durante a aula desse professor, o diretor o chama e o professor deixa a sala bastante agitado. Você explica para alguém o que você supõe ser o motivo do que está acontecendo? E, por fim: imagine que, no grupo do WhatsApp, alguém comenta que sabe algo muito sério sobre o professor. Você diria algo sobre o que você também supostamente sabe sobre ele?”

Se você pensou em responder sim para qualquer uma dessas perguntas, parabéns! Você é um divulgador de falsas notícias, as famosas fake news.

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Paulo VadasPaulo Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Muita coisa aconteceu desde que a ABMES publicou minha matéria na Revista Estudos, nº 30, no ano 2000: “Cursos Sequenciais: Uma Proposta que Promete”. De lá para cá, o sonho do senador Darcy Ribeiro foi praticamente destruído, a legislação relevada e os cursos sequenciais abandonados por total ignorância tanto dos dirigentes públicos, que são incapazes de abrir mão da constante interferência no mercado educacional privado, quanto dos dirigentes das IES particulares, que pouco ou nada fazem em função da hierarquia das leis. Além disso, os direitos que a iniciativa privada tem deveriam utilizar esse recurso para criar e inovar no setor educacional, com o respaldo da Constituição Federal de 1988 e da LDB/96. Mesmo dirigentes bem intencionados, com ampla experiência no setor educacional brasileiro pecam, no meu entendimento, pelo desconhecimento/descaso mais profundo dos direitos constitucionais e legais que, no conceito da hierarquia das leis, protegem as IES particulares das arbitrariedades do Poder Executivo, representado no setor educacional pelo Ministério da Educação (MEC).

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Graças à educação, bem como à ciência e tecnologia que dela decorrem, a civilização humana vive, em termos comparativos, seus melhores dias. Seja pela inédita qualidade de vida, mensurada pelo acesso a serviços e produtos, seja desfrutando de mais saúde e, em tese, maior potencial de atingimento de felicidade do que tínhamos no passado. Durante milênios, a expectativa de vida permaneceu estabilizada em torno de 40 anos. No século XX, ultrapassamos os 70 anos e continuamos, neste século, a avançar significativamente. A busca pela razão, guiada pelo conhecimento, tem assegurado um desenvolvimento acessível a uma parcela cada vez maior da população mundial.

A democracia, em que pesem suas fragilidades, é o que dispomos, contemporaneamente, de mais avançado e justo socialmente. A Constituição Federal traz no seu Art. 1o, Parágrafo único, o que segue: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

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