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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Mea-culpa, ao pé da letra, quer dizer minha culpa. A expressão decorre da oração penitencial, da missa em latim da Igreja Católica, conhecida como Confiteor, título também de um livro de Paulo Setúbal. “Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa”, reconhece o fiel infiel, pois pecador perante Deus e sua consciência. Se pronunciada com convicção e contrição, é a expressão máxima de autocrítica.

Isso vem a propósito de quê? Hoje em dia, e para rimar dia com mídia, além da mídia até então existente, temos as redes sociais. Tomemos qualquer rede de manifestações sociais e acompanhemos o que as pessoas têm a dizer sobre qualquer assunto, e mais, compartilhando: puxa-saquismo, autoelogio, queixas, reclamações, banalidades, críticas, muitas críticas… Não entro no mérito dessas críticas. Mas pergunto: você vê alguma manifestação de autocrítica? Até parece que todo o mundo está errado, menos eu. Aliás, criticar é fácil. Difícil é fazer, agir e agir certo.

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Eryvelton Baldin*
Gerente do Departamento Comercial e Marketing e Coordenador do curso de Administração da FAM
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O marketing moderno precisa de uma mudança radical. Após o surgimento e popularização das redes sociais, a premente necessidade de cada vez mais interações entre marcas e público tem gerado uma enxurrada de campanhas medíocres e mal estruturadas do ponto de vista estratégico. Esta necessidade por rapidez e volume de produção de conteúdo tem nos feito reféns de ideias pouco interessantes e muitas vezes “insípidas, inodoras e incolores”. Falta pesquisa, falta planejamento e falta criatividade: a pedra fundamental de qualquer campanha publicitária de sucesso. Este artigo pretende apresentar os conceitos introdutórios de Marketing Contextual e Cool Marketing e sua aplicabilidade dentro das atividades de marketing de uma instituição de ensino superior.

Vamos começar do início: O que é marketing contextual?

Segundo o dicionário, Contexto é a “inter-relação de circunstâncias que acompanham um fato ou uma situação”. Vamos ver alguns exemplos para deixar o conceito mais palatável.

Suponha que você esteja namorando a garota dos seus sonhos. Depois de algum tempo saindo juntos, você queira presenteá-la com algo para causar impacto.

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Acedriana Vicente Vogel
Diretora pedagógica da Editora Positivo
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Há uma espécie de lagarta, a do pinheiro, vulgarmente apelidada de lagarta processionária – com o nome científico de Thaumetopoea pityocampa – que é um inseto bastante curioso em seu deslocamento. Em fila, praticamente grudadas umas às outras, andam em procissão, em busca de alimentos. Experiências já mostraram que quando formam um círculo, movimentam-se no sentido horário, ininterruptamente e, por mais que seja colocado alimento no centro deste círculo, sequer percebem a sua existência, por maior que seja a fome.

O determinismo genético desse animal serve como metáfora para refletir algumas ações que acontecem no contexto escolar. Não são poucos os profissionais que erguem bandeiras de luta cujo principal jargão é “eu sempre fiz assim e deu certo…” e perdem um número sem fim de oportunidades de reavaliar a sua prática, melhorando-a constantemente. Há aqueles que se colocam em procissão, repetindo ladainhas e, por não saber (ou não querer) fazer diferente, encampam discursos de terceiros como seus, sem o menor questionamento. Acaba se tornando um saber, repetido à exaustão, que passa a ser seu. Que chance terá a criação, a invenção – que tanto almejamos – de florescer numa prática estabelecida pela repetição?

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