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Lúcia Maria Teixeira Furlani*
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Apesar de consagradas como os únicos instrumentos capazes de conduzir o Brasil ao estágio de desenvolvimento econômico e social almejado e invariavelmente constarem entre os itens prioritários nos projetos das administrações públicas, as políticas dirigidas à Educação até hoje se revelaram insipientes diante da imensa demanda existente em nosso país.

Os exemplos emanados de outras nações que interromperam ciclos de miserabilidade por meio de políticas de educação consistentes e perenes, que resultaram em avanços significativos tecnológicos e, como consequência, na melhoria da qualidade de vida de suas populações, são conhecidos e atestam os muitos dividendos obtidos com os investimentos dirigidos a esse setor.

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Fernando Antônio Gonçalves
Professor universitário e pesquisador social
Revista Algo Mais, publicado em 28 de fevereiro de 2011
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Confesso um desconfortável “incremento preocupacional” com o andar da carruagem do ensino superior brasileiro nos últimos anos. Neste mês, ele se tornou ainda mais ampliado com uma declaração da escritora Lya Luft, talento brasileiro: “temos gente saindo das universidades quase sem saber coordenar pensamentos e expressá-los por escrito, ou melhor: sem saber o que pensar das coisas, desinformados e desinteressados de quase tudo”. Ela deplora os jovens universitários de hoje, com as exceções notáveis cada vez mais diminutas, que se aproveitam de professores que fingem que ensinam para fingirem que aprendem, desfavorecendo uma profissionalidade cidadã de nivel superior que se torna cada vez mais necessária num país que já se encontra estratégicamente posicionado num caminhar desenvolvimentista.

Caminheiro no ensino superior há longo tempo – tenho um orgulho danado de ser professor universitário – acanho-me diante de discentes, de todas as sexualidades, que não deveriam ainda ter concluído o segundo grau de ensino, frente às suas incapacidades de pensar com objetividade e clareza. E que ainda imaginam ser os seus sobrenomes e status familiares fatores positivos de uma trabalhabilidade merecedora de elogios.

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Maurício Garcia*
Carlos Alberto Degas Filgueiras**
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Já é repetitivo falar que é preciso aumentar a inclusão de estudantes no Ensino Superior, diante das baixas taxas de escolaridade do Brasil, quando comparadas com as de outros países, mesmo as daqueles com condições históricas, sociais, políticas e econômicas semelhantes. Não vamos, então, tornar aqui a repetir esses números.

O ponto, então, é como expandir. Nesse sentido, existem dois vetores que frequentemente são colocados em direções opostas: a quantidade e a qualidade. O desafio do próximo governo está na habilidade em lidar com esse dois vetores, de forma a apontá-los na mesma direção: o desenvolvimento do país. Quando colocados em direções opostas, tais vetores acabam se neutralizando e não ocorrem avanços nem para um lado nem para o outro.

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