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Luana Diana dos Santos*
Historiadora e professora
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A semana que passou foi de muita festa por aqui. Dennis, meu irmão mais velho, concluiu a graduação. Se antes tínhamos um técnico de enfermagem na família, agora temos um Enfermeiro. Para minha mãe, Dennis é um Doutor.

Assumo a minha tietagem. Dennis é apaixonado pela profissão que escolheu. Com entusiasmo, fala dos pacientes que pode auxiliar, principalmente dos idosos. Com indignação, expõe a precariedade do serviço de saúde no município em que trabalha. Com pesar, conta as histórias das mulheres agredidas por seus companheiros, dos viciados em crack, dos alcoólatras e dos jovens vítimas de armas de fogo. Nesses casos, a conversa nunca chega ao fim. Sempre o interrompo. Meu espírito não suporta tantas mazelas.

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Wanda Camargo
Presidente da Comisṣo do Processo Seletivo das Faculdades Integradas do Brasil РUniBrasil
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Nos Estados Unidos, o megaempresário Bill Gates propõe um sistema de avaliação e melhora dos processos educacionais. Para nossas tradições talvez seja um pouco invasivo: baseia-se, grosso modo, em gravações de aulas ministradas e na análise crítica dessas gravações por professores; o objetivo seria a tentativa de eliminação dos erros mais comuns e a ampliação e universalização dos acertos. Esse sistema, associado ao processo de premiação de escolas, professores e diretores que apresentam resultados acima de certa média implantado já há alguns anos nos EUA, talvez possa proporcionar melhoria efetiva na educação daquele país.

No Ministério da Educação o professor Haddad definiu a implantação de uma prova nacional para ingresso no magistério a partir do primeiro trimestre de 2012.

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Angelica Bocca Rossi
Pedagoga, pós-graduada em EaD, assessora para assuntos educacionais do Ensino Superior
angelica.bocca@gmail.com
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A Revista Nova Escola, publicou, recentemente, um artigo intitulado “Criança Pobre não Aprende”, que procura demonstrar as fragilidades da educação no passado e as novas possibilidades de acesso à educação básica. O texto menciona que “Somente na década de 1990, o Brasil conseguiu ultrapassar a marca de 90% da população de 7 a 14 anos no Ensino Fundamental – hoje esse índice é de 97,6%.”

Muito bem, os índices aumentaram, o acesso é maior, os números cresceram, mas o que se ensina, o que se aprende?

De acordo com os números quase 100% da população entre 7 a 14 anos têm acesso ao Ensino Fundamental, mas em quais bases de formação? Esta é a pergunta que fazemos quando recebemos esta população no ensino superior.

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