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Rodrigo Martins
Carta Capital, publicado em 25 de setembro de 2010
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Pesquisa da Uerj desmonta os argumentos de quem se opõe às políticas afirmativas

Está previsto para o segundo semestre deste ano o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da legalidade da reserva de vagas nas universidades por critérios raciais. Diversas audiências públicas foram realizadas no plenário da Corte em março deste ano. Todas as cartas de quem defende ou critica a medida foram apresentadas, mas um estudo recente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) lança luzes sobre a questão e desmitifica vários aspectos relacionados às ações afirmativas que têm sido levantados por quem é contra esse tipo de política.

A pesquisa, na realidade, não aborda somente o sistema de cotas. Faz uma ampla radiografia das ações afirmativas nas 70 universidades públicas federais e estaduais. Revela, por exemplo, que não se tratam de políticas desconhecidas, uma vez que 71,4% das instituições possuem medidas para facilitar ou garantir o acesso de negros e pobres ao ensino superior. E essas políticas estão distribuídas por todo o território nacional de maneira bastante homogênea.

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Roberta Muriel
Mestre em Administração com ênfase em Inovação e Competitividade, Diretora da Carta Consulta
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Os instrumentos de avaliação, aprovados por portarias e disponíveis no Site do INEP foram temporariamente retirados deste Site para revisão.

Esta foi uma ótima medida, tendo em vista que precisariam mesmo de uma adequação quanto aos novos Ofícios Circulares do CONAES (Ofícios 048, 067 e 074) e também ao Parecer CONAES no. 04, que originou a Resolução CONAES no 01, ambos aprovados em 17 de junho de 2010 e publicados no DOU de 27 de julho de 2010.

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Portal Universidade
Publicado em 25 de setembro de 2010
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Líderes de universidades tem criticado todos os rankings de ensino superior mundial, pois segundo o  Vice-reitor da Universidade Estadual da Califórnia, Charles Reed, estes rankings causaram um rebuliço na comunidade científica, e  quando descreveu o principal ranking global de universidades, divulgado recentemente, ele  o classificou como “uma doença”. Em seu discurso durante a Conferência Geral da Organização Institucional da OCDE de Gestão no Ensino Superior, intitulado “Ensino Superior em um mundo totalmente alterado: Fazer mais com menos”,  que foi realizada em Paris na semana passada.

Reed discordou que as universidades mais bem classificados como Oxford e Cambridge foram melhores do que outras. “Elas são diferentes, elas não são melhores. Todas as universidades são boas porque elas agregam valor ao que fazemos”, disse ele em meio a aplausos.

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