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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior ***

As alterações promovidas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no final de 2017 concluíram o processo de retirada do caráter social do programa iniciado em 2015. Fundamentadas na necessidade de ajuste fiscal diante da crise econômica vivenciada pelo país e no alto índice de inadimplência, as alterações conferiram o caráter eminentemente fiscal e financeiro ao programa, tornando-o inacessível para os estudantes.

Para eles, a divisão das vagas em três modalidades, sendo duas geridas por bancos privados no que foi denominado Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), dificultou sobremaneira o acesso, já que o financiamento estudantil somente é liberado aos estudantes que atendem às exigências bancárias de garantia de pagamento, geralmente muito mais rígidas do que as adotadas pelo governo. Além disso, há que se estar atento às taxas de juros cobradas nas modalidades 2 e 3. Mesmo na modalidade 2, que conta com recursos de fundos constitucionais, as taxas de juros são mais altas do que as cobradas na modalidade 1 (onde ocorre o financiamento público). 

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Daqui a trinta anos os grandes campi universitários serão relíquias. As universidades não vão sobreviver. Trata-se de uma mudança tão importante quanto a introdução do livro impresso” (Peter Drucker)

No mundo do pós-tudo, Peter Drucker, educador e “pai” da administração moderna, alertava para a era da pós-educação que já começava a delinear-se há algum tempo, colocando em xeque o modelo educacional e institucional que tem se mantido quase inalterado nos últimos 200 anos.

Tenho dito com certa insistência em meus artigos que nossos jovens estão estudando para negócios que não existirão mais nos próximos anos. Recebi dias desses, pelo WhatsApp, uma radiografa das novidades e a celeridade com que elas atropelam as velhas estruturas. Sintetizo o conteúdo: o Spotify faliu as gravadoras; a Netflix, as locadoras; a Google, a Listel, as Páginas Amarelas e as enciclopédias; a OLX, os classificados; o smartphone, as revelações fotográficas.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Muito se fala, hoje, da necessidade de inovar. Empresas são cobradas a serem diferentes. Dos funcionários, é exigido “pensar fora da caixa”. E nada disso é injusto, diga-se a verdade. É realmente preciso que se crie novas soluções, produtos e serviços. O problema é que os profissionais do mercado de trabalho atual – e os que estão para entrar nele – ainda não estão preparados como deveriam para essa nova realidade. Ainda não há, no Brasil, uma cultura de estímulo à inovação estruturada desde a infância, por exemplo.

Para termos profissionais com pensamento realmente disruptivo, é necessário nutri-los muito antes da entrada no mercado de trabalho ou mesmo no Ensino Superior. Essa é uma prática que deve vir da Educação Básica. Até antes disso: de casa. Pais podem e devem estimular seus filhos, desde a mais precoce idade, a pensar diferente, encontrar novas formas de resolverem tarefas, mesmo que simples. Esse incentivo vai condicionando o cérebro da criança, que poderá se tornar, mais tarde, um adulto com raciocínio mais inovador.

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