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Cláudio Gonçalves *
Diretor da Manufactura de Propaganda.

Sobre as práticas de marketing educacional utilizadas por americanos e europeus.

A primeira coisa que devemos levar em consideração quando analisamos práticas de marketing educacional de outros países é que, como o produto é educação, diferenças culturais têm um peso muitíssimo maior.

Claro que nossos modelos econômicos e estrutura de educação privada são díspares dos que encontramos, por exemplo, nos Estados Unidos ou na Europa, onde o custeio do sistema privado é radicalmente diferente do nosso.

Nos Estados Unidos, doações de ex-alunos são, não raramente, importantes na composição de receitas das instituições. No Brasil, isso praticamente não existe.
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Dilvo Ristoff.
Reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul.
Artigo publicado em “O Globo”.

“O acesso fácil a informação gerou a era do espanto, da instabilidade de doutores, mestres e pseudoespecialistas”
“O Twitter é uma rudimentar rede de conexão social”, disse Biz Stone, em novembro último, em Doha. Há, segundo ele, muito a fazer para tirar proveito dos 4,4 bilhões de telefones celulares e de 1 bilhão de contas de internet espalhados pelo planeta.
O criador do Twitter esteve com Sugata Mitra, o autor de “A hole in the wall” – que instalou computadores nas ruas de cidades para onde bons professores não querem ir. Queria ver o que aconteceria com as crianças! Para a sua surpresa, em três meses, sozinhas, elas aprenderam a usar o computador e, como todos nós, a exigir um processador mais veloz.
Sem qualquer ajuda, as crianças aprenderam 30% dos conteúdos de genética disponibilizados e, com o auxílio de um tutor, superaram os estudantes das melhores escolas da Índia.
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Roney Signorini

Roney Signorini

Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

O que se tem visto nos últimos anos – com o surgimento da Avaliação das Condições de Oferta, substituída pela Avaliação das Condições de Ensino e finalmente pelo SINAES (Lei 10.861, de 14/04/04) para a educação superior – é a atribuição de uma grande força ao corporativismo acadêmico, diferente do trabalho acadêmico puro. As funções executivas passaram, então, a ser da alçada hegemônica de intelectuais, mestres e doutores. Esse corporativismo tem dado pouca ou nenhuma atenção aos méritos e resultados alcançados pelo staff inferior. Muito menos ao anterior. Prevalecem os títulos, com raros acertos administrativos.
As IES privadas continuam a buscar no nexo causal a iniciativa funesta da troca e da substituição de equipes. Se possível, toda ela. Ninguém “presta” para o novo que se inicia. O velho não cabe no novo processo e a desqualificação do trabalho anterior – desconsiderando os pontos bons, inclusive – leva ao equívoco de refundar e desconstruir apenas em conceitos o que a práxis contrapõe, sobretudo se afoitamente. E dá-lhe um turnover geral, não só nas novas, mas também nas IES mais antigas. E o rodinho passa da telefonista ao Coordenador, dos bedéis ao corpo docente.
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