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Henrique Gomes Batista
O Globo – 11/07/2010
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País pode deixar escapar oportunidades se novo presidente não reforçar setor.

O forte crescimento brasileiro este ano, que pode ser superior a 7%, esconde uma dura realidade: a economia cada vez mais depende de produtos básicos, o que distancia o Brasil das potências tecnológicas.

Apesar dos esforços recentes, o país ainda está em posição ruim no ranking mundial de patentes, e o crescimento das pesquisas ocorreu em velocidade menor do que nos países asiáticos, como Coréia do Sul, China e Índia. Especialistas dizem que o Brasil corre o risco de perder oportunidades nas novas fronteiras do conhecimento, caso o próximo presidente não reforce o setor.

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José Sérgio Fonseca de Carvalho
REVISTA EDUCAÇÃO – EDIÇÃO 159

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Como podemos saber se uma escola tem “qualidade”? Seria a “qualidade da educação” uma propriedade primária, como a cor de um objeto, cuja identificação é imediata? Bastaria olhar para a escola para enxergar “qualidade”? Seriam computadores e laboratórios índices inequívocos de qualidade? Qualquer aluno que tenha passado pela experiência de ter tido aula com um bom professor de literatura que interpretou de forma comovente um poema mimeografado numa página borrada sabe quão pouco decisiva é a técnica de reprodução para a excelência da aula. Deixemos de lado, pois, o fetiche do objeto como indicador de qualidade numa atividade que é fundamentalmente a troca de experiências humanas.Num campo cheio de dúvidas e dilemas como a educação causa perplexidade a existência de algumas certezas que de tão solidamente compartilhadas jamais comparecem ao “Tribunal da Razão”, para recorrer a uma imagem cara aos iluministas. É o caso da arraigada convicção de que a escola pública não tem – e parece pouco provável que um dia venha a ter – “qualidade”, “verdade” tão evidente que parece insensato e desnecessário colocá-la em juízo. Mas sejamos insensatos.

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O Globo (Editorial) – 13/07/2010
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O número de brasileiros em idade escolar deverá diminuir gradualmente nos próximos anos, em decorrência da mudança do perfil demográfico do país. A queda na taxa de fecundidade faz com que a média de filhos por mulheres em idade fértil (estatisticamente, de 13 a 45 anos) já tenha se reduzido para menos de dois, segundo algumas projeções que precisarão ser confirmados no Censo Populacional que o IBGE promoverá este ano, já a partir do mês que vem.

Mas, se por um lado a redução do número de crianças e adolescentes facilita o investimento na qualidade do ensino básico, por outro a tendência é que a demanda cresça expressivamente nos cursos profissionalizantes e superiores.

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