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Paulo Chico

“O MEC não sabe o que é educação a distância”. A afirmação contundente foi feita pelo professor Wagner Horta em artigo publicado em seu blog e serviu para expor sua discordância radical em relação a exigências feitas pelo governo sobre os cursos a distância. Um dos pontos principais destacados pelo professor, experiente comentarista de educação, com passagens pela TV Bandeirantes e Rede TV!, além das rádios Globo, CBN, Record e Transamérica, é o excesso de regulamentação sobre os polos. Justamente um ponto de honra para a Secretaria de Educação a Distância do MEC, que em 10 de fevereiro deste ano suspendeu as atividades em 108 polos considerados irregulares.

“Construir ou alugar prédios, com bibliotecas, laboratórios e professores, replicando o espaço físico original das instituições de ensino, não é o foco central do ensino a distância. Poderíamos até admitir a existência de polos, mas apenas com a função que está na lei. Isto é, polos de apoio presencial, onde acontecem os encontros presenciais obrigatórios, descritos como avaliação. Uma avaliação final do curso, por exemplo, ou práticas de laboratório, quando necessárias, estágios e trabalho final. Porém, o MEC está exigindo que toda e qualquer atividade só pode ser feita no polo, ou seja, se a universidade quiser promover encontros com tutores, aulas via satélite ou internet, o aluno terá que se deslocar até o polo. Ora, isto não é ensino a distância. É ensino presencial no polo”, critica ele.

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Roney Signorini

Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

A frase, por inteiro, é do impagável Millor Fernandes: “No Brasil de hoje, o pesadelo é melhor do que o despertar.”
E não é para menos quando o noticiário da mídia assombra os operadores da educação com matérias e reportagens que são autênticos tapas na cara com os títulos “País só cumpre 33% de metas de educação”, “Federais ainda têm 45% das vagas”, “Ajuda do BNDES a faculdade não sai do papel”, “Caixa cobra 37 mil fiadores de universitários do FIES”, e por aí vai.

Quanto ao descumprimento das metas do PNE, na ordem de 67%, é de se perguntar no que constituirá o novo plano, já em gestação, com período abrangente até 2020 ? Ora, se 2/3 do plano não conseguiram consecução melhor seria adiar um novo, salvo se ele virá para impor correções de rotas aos 2/3 que não foram realizados, exclusivamente. Pois, corremos o risco de acumular aos 2/3 outros tantos porcentis que a dívida social-educacional nunca poderá ser resgatada. E eram 294 as ditas metas, criadas em 2001. E a avaliação sobre o quadro não foi encomendada politico-partidariamente. Foi realizada pelas universidades federais com apoio do Inep, ligado ao MEC. É importante considerar que o levantamento foi feito de 2001 a 2008, ou seja, dois anos de FHC e seis anos de Lula. Por certo, em 2009 e 2010 as coisas pioraram.

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Roney Signorini

Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

Essa é a questão para discussão: diante da bipolaridade, mantença e mantida, – e quase antagonismos de interesses –, estão os sócios de capital, nacional ou estrangeiro, de um lado e de outro os “sócios de trabalho”. A arquitetura dessa sociedade é conhecida no mundo mercantil e nos sugere outra discussão, a de devermos ou não integrar a educação nacional na OMC – Organização Mundial do Comércio –, que a quer como um produto.
Afinal, como fica isso – ou ficou – ainda na pauta das discussões do organismo?

Quem já operou a educação nas várias pontas, como professor, diretor ou coordenador de curso, pró-reitor e reitor, coordenador de iniciação científica ou coordenador de CPA, etc., sabe da inexistência da chamada autonomia das mantidas. Esse status não existe e é, sim, a mantença quem manda: contrata, distrata, nomeia e exonera, impõe currículos e grades mais vantajosas, distribui pessoal administrativo, aloca prédios, remaneja cursos e turmas, tudo visando a uma blindagem econômica.

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