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M. Ceberio Belaz / C. Moran – 23/02/2010 – El País

A diferença salarial entre homens e mulheres cresce com o aumento da qualificação dos postos de trabalho – A Espanha tem as piores taxas de média na UE

A formação é um fator de igualdade entre homens e mulheres quando se trata de obter um emprego, mas não para equilibrar os salários. Quanto mais altos são os estudos eles terão um salário mais elevado e as diferenças não deixarão de existir. Por quê? Novamente, isto está associado à disponibilidade de tempo, um estorvo para as carreiras profissionais das mulheres quando decidem ter filhos ou têm que cuidar de idosos. “No setor privado é o lugar onde as diferenças são mais acentuadas”, diz a professora de Economia na Universidade do País Basco, Sara de la Rica. “Estar sempre à disposição do chefe é algo que as mulheres não podem fazer. Elas, na conciliação entre trabalho e vida pessoal, acabarão por abandonar qualquer tentativa de promoção. Mas todo mundo tem que saber que os filhos são da sociedade, não das mulheres “.

No setor público, entretanto, onde estão muitas mulheres, simplesmente não conseguem mais segurança de emprego em troca de piores salários, mas os salários são mais elevados para elas do que se estivessem na iniciativa privada, pelo menos quando se trata de postos relacionados com estudos superiores.

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Rudá Ricci

Rudá Ricci


RUDÁ RICCI

rudaricci.blogspot.com

O processo educativo envolve muito mais que avaliações meramente quantitativas focadas no educando

Chegamos ao final final da primeira década do século 21 e nossos gestores educacionais e seus consultores propalam fórmulas que parecem prato requentado ou mera transferência de técnicas empresariais de aumento de produtividade como soluções para um ofício peculiar.

Falta de imaginação ou discurso mercadológico de aceitação externa, o fato é que mais parece tentativa de excluir diretores, especialistas e professores do debate sobre os rumos da educação, fazendo coro para envolver o grande público. Como se a saída para a educação fosse questão circunscrita à disputa da opinião pública.

O que seria qualidade na área educacional? Pelo discurso dos gestores públicos, as notas de avaliações sistêmicas: Saresp, Ideb, Simave etc. Seguindo essa trilha, a questão seguinte seria, por lógica, o que as avaliações sistêmicas deveriam investigar. Aí topamos com um imenso silêncio.

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Arnaldo Niskier

Arnaldo Niskier



Arnaldo Niskier, Jornal do Brasil


RIO – Os jornais publicaram o interesse de vários grupos estrangeiros na aquisição de instituições educacionais brasileiras. Isto é bom ou mau para o país? No ano passado, a questão começou a ser discutida em audiências publicas, na Comissão de Educação do Senado e na da Câmara dos Deputados. A iniciativa era decorrente do anteprojeto de Lei do Deputado Ivan Valente, contrária à participação do capital estrangeiro no sistema universitário .
A explicação que precisa ser entendida é que uma instituição educacional é formada por dois entes: mantenedora e mantida. A primeira é a entidade que tem a sua razão social, o seu registro civil e seu CNPJ. Que recebe a mensalidade dos alunos e que paga todas as contas e os impostos. É responsável pelos investimentos. É a empresa formada por sócios ou acionistas que detêm o capital. A mantida não tem forma jurídica. É a instituição educacional, a faculdade, o Centro ou a universidade. E quem tem autorização do MEC por ato legal para funcionar e a ele deve prestar contas da qualidade de seus cursos. Mantenedora e mantida são organismos distintos, porém precisam se harmonizar para funcionar com competência. Em matéria de ensino, só a mantida tem autonomia total.

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