Destaques
Facebook
Twitter
Print Friendly, PDF & Email



Arnaldo Niskier

Arnaldo Niskier



Arnaldo Niskier, Jornal do Brasil


RIO – Os jornais publicaram o interesse de vários grupos estrangeiros na aquisição de instituições educacionais brasileiras. Isto é bom ou mau para o país? No ano passado, a questão começou a ser discutida em audiências publicas, na Comissão de Educação do Senado e na da Câmara dos Deputados. A iniciativa era decorrente do anteprojeto de Lei do Deputado Ivan Valente, contrária à participação do capital estrangeiro no sistema universitário .
A explicação que precisa ser entendida é que uma instituição educacional é formada por dois entes: mantenedora e mantida. A primeira é a entidade que tem a sua razão social, o seu registro civil e seu CNPJ. Que recebe a mensalidade dos alunos e que paga todas as contas e os impostos. É responsável pelos investimentos. É a empresa formada por sócios ou acionistas que detêm o capital. A mantida não tem forma jurídica. É a instituição educacional, a faculdade, o Centro ou a universidade. E quem tem autorização do MEC por ato legal para funcionar e a ele deve prestar contas da qualidade de seus cursos. Mantenedora e mantida são organismos distintos, porém precisam se harmonizar para funcionar com competência. Em matéria de ensino, só a mantida tem autonomia total.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email



Roney Signorini



Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br


Entre janeiro e fevereiro o noticiário sobre o setor da educação rareia levando os plantonistas da mídia na busca de assuntos nem sempre pautados com a chancela de “importante”.


Está sendo mais uma vez o caso de 2010 quando restou alguma notícia sobre o ENADE e o dragão de uma só cabeça, o ENEM, eventos que se arrastaram com hilariantes acidentes de percursos. A da falha que afetou 915 redações no Enem mais a aloprada publicação dos resultados, com uma autêntica via cruxis para escolha de matrículas, foi surrealista. Picasso e Miró foram rebaixados.

Assim, manteve-se as editorias em pé com material “frio” e atemporal, que deixou certo estarrecimento e perplexidade aos governos dos três níveis pelas informações reveladas.


São de abalar fundações de pirâmides egípcias se interpretadas pelos resultados e conseqüências, mediatas ou não.
Uma delas, a de 19 de janeiro, pela FOLHA, dizia que 6% das vagas no 1º ano não são preenchidas e que em cursos que não são da área de formação de professores o índice cai para 3,5%, desastrosamente. E o contribuinte continuando a pagar as contas nas públicas, pela ociosidade. Ou seja, faltam professores com formação adequada no ensino básico e sobram vagas nas IES públicas em cursos de pedagogia e licenciaturas diversas, demandas e ofertas com desajustes. No ano de 2008 restaram absurdas 4.468 vagas sem preenchimento nos seletivos públicos. Em breve a sociedade enfrentará problema gigantesco com a falta de docentes, chegando ao cúmulo de ter que pagar para estimular a carreira. Estudantes ingressarão pelas licenciaturas desde que sejam remunerados. É uma alternativa. Prova irrefutável da fugas às licenciaturas nos chegou por G.Dimenstein ao afirmar que apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem ser professores e que esse fato mostra que a profissão de professor está em baixa, diria até desmoralizada. E, o pior dos dados: os futuros professores são recrutados entre os alunos com as piores notas e que quase 90% são de escolas públicas. Portanto, opção de quem não tem opção.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email
Marcos Facó

Marcos Facó

Por Marcos Facó*

Uma pesquisa da escola de administração de Stanford revela que não é apenas o conteúdo da comunicação que é importante, mas o contexto é também fundamental para uma melhor persuasão.

Alguns pesquisadores descobriram que as mensagens são percebidas como mais poderosas quando são precedidas por outras que parecem ter relativamente menos substância, ou vir de porta-vozes com relativamente menor credibilidade. Em outras palavras, se você quiser que sua mensagem pareça particularmente boa, coloque-a depois de alguma não tão boa. É como ter um ato de abertura que define o nível de qualidade para baixo, fazendo com que o evento principal pareça muito melhor em comparação.

Em dois artigos publicados em 2007, Zakary Tormala, professor associado de marketing na escola de administração de Stanford, e os coautores Richard Petty, da Universidade de Ohio, e Joshua Clarkson, da Universidade de Indiana, detalharam os resultados de seis estudos que eles conduziram, sobre a forma como o contexto em que uma mensagem aparece afeta a sua influência e credibilidade percebida.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics